
A 10ª edição da Copa do Mundo Feminina da FIFA ocorrerá no Brasil de 24 de junho a 25 de julho de 2027 e terá formato tradicional, com 32 seleções (31 classificadas e um país-sede). Até o momento, 18 vagas estão garantidas e restam 14 em disputa: sete pela Europa, quatro pela Concacaf e três pela repescagem internacional, que ocorrerá somente em 2027.
No total 64 partidas serão realizadas nas oito cidades-sede: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Salvador.
Dentre as seleções já classificadas quatro são europeias: Alemanha, Dinamarca, Espanha e França. Elas conquistaram sua participação pelo caminho direto, vencendo seus grupos na Liga das Nações da UEFA, a entidade que coordena o futebol no continente. Outras dezesseis seleções avançaram para a próxima fase do torneio eliminatório que ocorrerá entre os dias 26 de novembro e 5 de dezembro e vai classificar para a Copa do Mundo outras sete equipes europeias. Estão na disputa: Áustria, Noruega, Itália, Suécia, Islândia, Irlanda, Inglaterra, Holanda, Finlândia, Eslovênia, Ucrânia, Polônia, Suíça, País de Gales, Escócia e Portugal.
A Copa do Mundo Feminina está em sua décima edição, e já foi sediada por três países da região: França, Alemanha e Suécia. Foi a primeira vez que a escolha recaiu sobre um país da América Latina.
A FIFA determinou que os jogos de abertura e a grande final da edição 2027 acontecerão no Maracanã.
As espanholas foram as últimas campeãs, em agosto de 2023. Entre os times europeus também já se levaram o título as alemãs (duas vezes) e a Noruega.
A FIFA estima que as receitas com a competição chegarão a US$ 1 bilhão, significativo aumento diante das receitas de US$ 581 milhões da edição de 2024. A previsão é de que a audiência total por televisão e streaming atinja entre 2,5 bilhões e 3 bilhões de pessoas.
De seu lado, a UEFA lançou sua estratégia “Unstoppable”, destinada a construir uma indústria do futebol feminino europeu que também alcance a cifra de US$ 1 bilhão até 2030.




