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	<title>Arquivo de Artigos - Europa | Brasil</title>
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		<title>Futebol feminino europeu é protagonista e apresenta enorme potencial de negócios</title>
		<link>https://europa-brasil.com/futebol-feminino-europeu-e-protagonista-e-apresenta-enorme-potencial-de-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 18:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O final da primeira fase da Copa do Mundo de futebol feminino que se realiza na Austrália e na Nova Zelândia deixou o Brasil de fora das oitavas de final e mostrou a força das seleções europeias. Doze delas participaram da competição e nove avançaram para a próxima fase da competição (de um total de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O final da primeira fase da Copa do Mundo de futebol feminino que se realiza na Austrália e na Nova Zelândia deixou o Brasil de fora das oitavas de final e mostrou a força das seleções europeias. Doze delas participaram da competição e nove avançaram para a próxima fase da competição (de um total de dezesseis times classificados).</p>
<p>A UEFA, entidade máxima do esporte na Europa, divide em três categorias o futebol feminino do continente, de acordo com a estrutura e o nível de modernização de cada liga nacional. O grupo que se encaixa na categoria mais sofisticada (tier 1) é composto por Dinamarca, Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Noruega, Espanha e Suécia.</p>
<p>E não parece coincidência: de todos esses países apenas a Itália não passou para a segunda fase do mundial feminino de clubes (as outras duas seleções do continente classificadas foram Holanda e Suíça).</p>
<p>O cenário espelha o processo bem-sucedido de profissionalização de clubes e ligas nacionais na Europa implementado ao longo dos últimos anos. A UEFA, entidade máxima do futebol europeu, tem trabalhado de forma estratégica nesse sentido. A Women&#8217;s Champions League (Barcelona campeão em 2023, Lyon campeão em 2022) cresce rapidamente em torcedores, audiência e resultados comerciais.</p>
<p>“Mas não podemos parar por aí. Agora é a hora de capitalizar o momento que criamos juntos, agora é a hora de se envolver e investir”, define Nadine Kessler, chefe do futebol feminino da UEFA.</p>
<p>Os números relativos ao avanço do futebol feminino na Europa impressionam. Mostram que existem atualmente 144 milhões de fãs que acompanham o esporte, crescendo para  328 milhões em dez anos, segundo estimativas da UEFA.</p>
<p>Os negócios do futebol feminino na Europa, hoje no patamar de          € 120 milhões por ano, podem chegar segundo a UEFA a € 686 milhões em 2033 incluindo patrocínios e transmissões. Embora sejam números ainda muito tímidos em relação aos atuais € 16 bilhões por ano movimentados pelo futebol masculino no continente, as perspectivas são positivas em todas as dimensões.</p>
<ul>
<li><strong>12%</strong><strong>  </strong>dos fãs do esporte na Europa já se interessam mais pelo futebol feminino do que pelo masculino.</li>
<li><strong>46% </strong><strong> </strong>dos clubes europeus que possuem times femininos dizem que esse é um fator que amplia sua base de torcedores.</li>
<li><strong>87%</strong>  dos clubes acreditam que possuir um departamento de futebol feminino amplia sua reputação.</li>
<li><strong>57% </strong> das pessoas que acompanham o futebol feminino no continente dizem ter começado a se interessar pelo tema há 5 anos ou menos.</li>
<li><strong>43%  </strong>dos fãs do futebol feminino na Europa são mulheres, percentual bem superior aos 25% de mulheres que acompanham de perto o futebol masculino.</li>
</ul>
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		<title>Obesidade é um desafio social e uma preocupação econômica</title>
		<link>https://europa-brasil.com/obesidade-e-um-desafio-social-e-uma-preocupacao-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 14:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sobrepeso e a obesidade atingiram proporções pandêmicas na Europa, especialmente na fase da infância, apontou o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com os dados, 1 em cada 3 crianças em idade escolar vive com sobrepeso ou obesidade, taxa que vem aumentando em muitos países. Mais: a previsão é de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sobrepeso e a obesidade atingiram proporções pandêmicas na Europa, especialmente na fase da infância, apontou o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com os dados, 1 em cada 3 crianças em idade escolar vive com sobrepeso ou obesidade, taxa que vem aumentando em muitos países. Mais: a previsão é de que nenhum país da Europa conseguirá atingir as metas de redução desse índice propostas para os próximos anos.  “Na Europa e na Ásia Central, nenhum país conseguirá atingir a meta global da OMS para deter o aumento da obesidade até 2025”, disse o Dr. Hans Kluge, diretor regional da OMS para a Europa.</p>
<p>Em termos gerais, 29% das crianças de 7 a 9 anos do continente vivem com sobrepeso ou obesidade. A prevalência maior é entre os meninos (31%) do que entre as meninas (28%). Dados mostram que na faixa etária abaixo, até os 5 anos de idade, 7,9% de todas as crianças (4,4 milhões) na região sofrem com o sobrepeso ou obesidade. Na adolescência, a prevalência da obesidade desce para 25%, mas as taxas já foram muita mais baixas: entre 1975 e 2016, os números do excesso de peso e da obesidade triplicaram entre os rapazes com até 19 anos de idade e mais do que duplicaram entre as meninas da mesma idade, aponta a OMS.</p>
<p>O relatório aponta ainda que alguns fatores das sociedades altamente digitalizadas como as da Europa moderna também são impulsionadores da obesidade infantil. A referência não se baseia apenas no marketing digital de produtos alimentícios não saudáveis ​​para crianças, mas principalmente na proliferação de jogos online sedentários.</p>
<p>Mais de um em cada três adultos não atende às diretrizes de atividade física da OMS e quase metade (45%) relata que nunca se exercita ou pratica esportes na Europa. A informação faz parte do estudo recém divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os dados são igualmente graves com os mais jovens, especialmente as meninas: menos de 20% dos meninos e apenas 10% das meninas atingem o nível de atividade física recomendado pela OMS para adolescentes.</p>
<h2><strong>Números alarmantes em todas as faixas etárias</strong></h2>
<p>Além do levantamento específico para obesidade infantil, o último relatório geral da obesidade na Europa (2022) indica que, na média, 59% dos adultos têm excesso de peso ou obesidade. É a região com um dos maiores índices, perdendo apenas para as Américas.</p>
<p>Nos adultos, a obesidade aumentou 138% entre 1975 e 2016. Só entre 2006 e 2016, o aumento foi de 21%. Os índices são mais alarmantes entre os homens (63%, chegando a 70% em alguns países) do que entre as mulheres (54%). Estima-se que os problemas de saúde relacionados ao sobrepeso causem mais de um milhão de mortes anualmente, o equivalente a mais de 13% da taxa de mortalidade na Europa.</p>
<p>Segundo o relatório da OMS, as pessoas naquelas condições foram ainda mais afetadas pelas consequências da pandemia da Covid-19. Houve mudanças desfavoráveis ​​no consumo de alimentos e nos padrões de atividade física que exigirão esforços significativos para serem revertidas. Além disso, como a obesidade era considerada um fator de risco adicional na pandemia, ficar em casa foi opçãp fortemente adotada, abrindo espaço para ainda maior uso de aplicativos de entrega de alimentos com alto teor de sal, gordura e açúcar.</p>
<h2><strong>Impacto econômico e sedentarismo</strong></h2>
<p>O Impacto econômico representado por esse cenário de saúde pública ultrapassará US$ 4 trilhões até 2035, o equivalente a quase 3% do PIB global, de acordo com recente publicação da Federação Mundial da Obesidade, o World Obesity Atlas 2023. Pela estimativa da entidade, a maioria da população global (51%, ou mais de 4 bilhões de pessoas) viverá com sobrepeso ou obesidade nos próximos 12 anos. Destas, quase 2 bilhões serão obesas. A obesidade infantil (que avança mais rápido do que nos adultos) irá mais que dobrar até 2035 na comparação com dados de 2020, principalmente entre as meninas.</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 150 minutos de atividade física de intensidade moderada por semana seriam capazes de evitar mais de 10 mil mortes por ano nas faixas etárias de 30 a 70 anos. O sedentarismo pode levar a doenças cardíacas, obesidade, diabetes e outras doenças não transmissíveis. Além disso, um novo relatório da OMS, com dados sobre atividades físicas e sedentarismo de 194 países, indica que até 2030 cerca de 500 milhões de pessoas desenvolverão doenças cardíacas, obesidade, diabetes ou outras doenças não transmissíveis devido à inatividade.</p>
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		<item>
		<title>Cresce insatisfação dos britânicos com o Brexit</title>
		<link>https://europa-brasil.com/cresce-insatisfacao-dos-britanicos-com-o-brexit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 23:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Brexit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos últimos sucessos dos Beatles foi “The Long and Winding Road”, música marcada por certa dose de tristeza e amargura. Essa mesma “longa e sinuosa estrada” é imagem que pode ser associada a pesquisa do instituto YouGov que mostra desencanto crescente dos britânicos em relação ao Brexit. Segundo o YouGov são agora 57% os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos últimos sucessos dos Beatles foi “The Long and Winding Road”, música marcada por certa dose de tristeza e amargura.</p>
<p>Essa mesma “longa e sinuosa estrada” é imagem que pode ser associada a pesquisa do instituto YouGov que mostra desencanto crescente dos britânicos em relação ao Brexit.</p>
<p>Segundo o YouGov são agora 57% os eleitores que acreditam ter sido um erro deixar a União Europeia. Trata-se da maior parcela desde o referendo de junho de 2016. Apenas 32% acham que foi a decisão certa. Os números mostram uma tendência: dois anos atrás os eleitores a favor e o contra o Brexit estavam no mesmo patamar, mas desde então a diferença disparou em favor dos descontentes.</p>
<p>É possível definir essa tendência como resultado de uma série de fatores.</p>
<p>A frustração com as promessas não cumpridas pelos ativistas do Brexit é marcante. A economia britânica perdeu fôlego e o custo de vida subiu significativamente. E o sempre respeitado sistema nacional de saúde NHS, para o qual se previam recursos mais abundantes, não foi beneficiado como havia sido esboçado.</p>
<p>Algumas estatísticas tornam esse cenário mais claro.</p>
<p>As famílias do Reino Unido enfrentam hoje o momento de pior padrão de vida desde o penoso período de reconstrução no pós-guerra, nos anos 1950. Segundo o Office of National Statistics, o custo de vida é o maior problema e foi citado por 91% dos entrevistados em pesquisa da organização na primeira quinzena de junho.</p>
<p>A inflação entre maio de 2022 e maior de 2023 foi recorde: o índice de preços ao consumidor (CPIH) aumentou 9,7% no período, a taxa mais alta desde novembro de 1991. Mas a inflação específica de alimentos e bebidas avançou praticamente o dobro: 18,3%.</p>
<p>Em 2022, um em cada sete britânicos (ou 11,3 milhões de pessoas) passou fome segundo o Trussell Trust, uma organização social que opera uma rede de 1.300 bancos de alimentos no Reino Unido voltada para populações de baixa renda.</p>
<p>No ano passado foi o recorde o número de pessoas que dependeu do amplo sistema nacional de bancos de alimentos para ter o que colocar na mesa: 7% de todas as famílias britânicas estiveram nessas condições.</p>
<p>Além dos alimentos, o custo da energia elétrica tem castigado os consumidores: resultado direto da guerra na Ucrânia, os preços do gás natural e da eletricidade subiram, respectivamente, 94% e 56% nos seis primeiros meses depois da invasão do país pela Rússia, e mesmo começando a ceder nos meses posteriores ainda estão longe de voltar ao patamar anterior.</p>
<p>Em paralelo as taxas da casa própria quase dobraram em um ano, aumentando os custos de centenas de milhares de cidadãos que estão pagando financiamentos de longo prazo.</p>
<p>Todas essas variáveis explicam o fato de o instituto YouGov apontar que, pela primeira vez desde o referendo de junho de 2016, existe uma maioria de 51% britânicos que hoje votaria para retornar à União Europeia.</p>
<p>O governo conservador que há vários anos comanda os britânicos apoiou fortemente o Brexit e está pagando essa conta política. Números de maio do YouGov mostram que dos 37% dos eleitores que apoiaram a saída e disseram que o Brexit foi um fracasso, uma parcela de 75% culpa os “tories” pela jornada até aqui malsucedida.</p>
<p>Ganha com isso o Partido Trabalhista, que está quase 20 pontos à frente do Partido Conservador nas pesquisas de opinião. É um sinal de que as eleições gerais de 2024 podem trazer uma onda de mudanças na cena política local.</p>
<p>Mesmo com esse cenário recheado de sensibilidades uma certeza se mantém: um novo referendo para reabrir a questão do Brexit não deve ocorrer tão cedo.</p>
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		<item>
		<title>Turnês de popstars e grandes eventos alimentam a inflação</title>
		<link>https://europa-brasil.com/turnes-de-popstars-e-grandes-eventos-alimentam-a-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preço da energia? Dos alimentos? Não. Começa agora a despontar uma nova variável capaz de elevar preços ao consumidor e mexer o ponteiro nos cálculos da inflação do hemisfério ocidental. São as superestrelas globais da música tais como Beyoncé e Taylor Swift, e os grandes eventos do mundo do entretenimento. Semanas atrás economistas da Suécia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Preço da energia? Dos alimentos? Não.</p>
<p>Começa agora a despontar uma nova variável capaz de elevar preços ao consumidor e mexer o ponteiro nos cálculos da inflação do hemisfério ocidental. São as superestrelas globais da música tais como Beyoncé e Taylor Swift, e os grandes eventos do mundo do entretenimento.</p>
<p>Semanas atrás economistas da Suécia fizeram os cálculos de como a passagem de Beyonce pela capital Estocolmo, que reuniu 80 mil fãs, fez disparar os preços dos hotéis, restaurantes, vestuário e de todo o ecossistema do segmento de turismo e lazer na região. A inflação na Suécia entre maio de 2022 e maio de 2023 foi de 9,7% e segundo os economistas o “efeito Beyoncé” foi responsável por algo entre 0,2% e 0,3% daquele total.</p>
<p>Beyoncé parece ter gerado efeito similar no Reino Unido. Em uma análise dos preços ao consumidor em maio passado o economista do UBS, Paul Donovan, diz que embora menos do que custos de outros itens como telefonia móvel, por exemplo, o impacto da sua World Renaissance Tour não pode ser desprezado. Os ingressos chegaram a custar £ 170 (195 euros) por pessoa, em um Reino Unidos que enfrenta um conjunto de problemas interligados: disparada no preço da energia e no valor das prestações da casa própria; salários achatados; disputas trabalhistas generalizadas; famílias de baixa renda em grandes dificuldades.</p>
<p>Mas Beyoncé não é a única artista que afeta a economia. Como um furacão, Taylor Swift está impactando as economias das cidades por onde passa com sua turnê mundial The Eras Tour.</p>
<p>Segundo levantamento da empresa de pesquisas QuestionPro seus fãs gastaram mais de US$ 1.300 nos Estados Unidos, em média, a cada show, numa somatória de ingressos, viagens, alimentação e roupas. Taylor Swift vem ao Brasil em outubro, e o frenesi em que se transformou a disputa pelos ingressos de seus shows em São Paulo e Rio fez com que ela acrescentasse duas apresentações às quatro inicialmente previstas, e os tíquetes chegam a superar os R$ 1.000,00.</p>
<p>Depois da América Latina será a vez da Europa, onde a cantora americana fará nada menos do que 33 apresentações em diversos países, arrastando multidões e alimentando o consumo.</p>
<p>A crescente correlação entre grandes eventos e a subida de preços não fica restrita às grandes cidades. No entorno do Agrishow, a meca do agronegócio brasileiro realizado anualmente em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a diária de um quarto em um singelo hotel de duas ou três estrelas da região durante os sete dias do evento, há dois meses, equivalia a um dia de estadia no tradicional Copacabana Palace do Rio de Janeiro.</p>
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		<item>
		<title>Europa tem seis dos dez países com maior igualdade de gênero</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-tem-seis-dos-dez-paises-com-maior-igualdade-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 21:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É possível prever quando chegaremos a um cenário de efetiva igualdade de gênero em todo o mundo? Segundo o Global Gender Gap Report 2023 do World Economic Forum que acaba de ser divulgado, embora estejamos vendo   melhorias contínuas nesse campo o cenário ainda é inquietante. Baseado em pesquisas comparativas anuais que começaram em 2006 e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É possível prever quando chegaremos a um cenário de efetiva igualdade de gênero em todo o mundo?</p>
<p>Segundo o <em>Global Gender Gap Report</em> 2023 do World Economic Forum que acaba de ser divulgado, embora estejamos vendo   melhorias contínuas nesse campo o cenário ainda é inquietante. Baseado em pesquisas comparativas anuais que começaram em 2006 e incluem 102 países (Brasil inclusive) o relatório estima que o caminho será longo.</p>
<p>No ritmo atual dos avanços registrados de 2006 a 2023, serão necessários 162 anos para neutralizar o <em>gap</em> de gênero no quesito empoderamento político no mundo todo; 169 anos para eliminar as diferenças em termos de oportunidades de trabalho e participação econômica; e 16 anos para se alcançar a igualdade no acesso à educação.</p>
<p>O <em>Global Gender Gap Report</em>, agora em sua 17ª edição, compara a evolução das diferenças de gênero em quatro áreas: participação econômica e oportunidade; realização educacional; empoderamento político; saúde e longevidade (esta última é a única das quatro dimensões analisadas cujo abismo entre homens e mulheres o relatório do World Economic Forum não consegue precisar).</p>
<p>Esse índice acompanha o contínuo estreitamento nas diferenças de cenários entre homens e mulheres e se transformou em referência internacional desde a sua criação, em 2006.</p>
<p>Ao considerar o conjunto dos 102 países analisados de forma   contínua de 2006 a 2023, o <em>gap</em> de gênero diminuiu 4,1 pontos percentuais no período, sendo atualmente de 68,6%. Por esse método quanto mais próximo de 100, o percentual significa menor desigualdade.</p>
<p>A Islândia é o país com maior equidade de gênero no mundo pelo 14º ano consecutivo e o único a eliminar mais de 91% dos <em>gaps</em> nesse campo. Compõem ainda a lista dos 10 países que lideram esse ranking, após a Islândia: Noruega; Finlândia; Nova Zelândia; Suécia; Alemanha; Nicarágua; Namíbia; Lituânia; Bélgica.</p>
<p>O Brasil aparece no 57º. Lugar do ranking, com 72% das diferenças já superadas na comparação entre homens e mulheres.</p>
<p>O nível de equidade de gênero na média global é agora de 68,3%.</p>
<p>Por região, é a Europa que lidera os avanços (76,3%), seguida da América do Norte (75%) e o conjunto América Latina/Caribe (74,3%). Destaque para o fato (ver gráfico abaixo) de que América Latina/Caribe é onde mais rapidamente se chegará a uma efetiva igualdade de gênero: dentro de 53 anos, ou seja, em 2076.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-4389 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Grafico.png" alt="" width="380" height="100" align="center" /></p>
<p><em>Fonte: World Economic Forum</em></p>
<p>Completam a lista Eurásia/Ásia Central (69%), Leste Asiático/Pacífico (68,8%), África Subsaariana (68,2%), sul da Ásia (63,4%). Em último lugar na divisão de 8 regiões do mundo, Oriente Médio/Norte de África é onde está onde as diferenças de gênero são as mais acentuadas (62,6%).</p>
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		<item>
		<title>Manchester City é o clube favorito no mercado de apostas</title>
		<link>https://europa-brasil.com/manchester-city-e-o-clube-favorito-no-mercado-de-apostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 21:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Champions League é o torneio de clubes mais importante do futebol mundial. A cada edição a entidade máxima do futebol europeu UEFA distribui 1 bilhão de euros (cerca de R$ 5,5 bilhões) aos times participantes. O campeão da temporada 2022-2023, Manchester City, embolsou quase dez por cento daquele total, pois os times são premiados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Champions League é o torneio de clubes mais importante do futebol mundial. A cada edição a entidade máxima do futebol europeu UEFA distribui 1 bilhão de euros (cerca de R$ 5,5 bilhões) aos times participantes.</p>
<p>O campeão da temporada 2022-2023, Manchester City, embolsou quase dez por cento daquele total, pois os times são premiados sempre que seus resultados permitem passar pelas sucessivas etapas do torneio. Assim o Manchester City levou para casa 82 milhões de euros por sua campanha ao longo da Champions League (dos quais 20 milhões de euros apenas pela vitória na final contra a Internazionale, de Milão), quantia equivalente a dez vezes o que o Palmeiras faturou por sua campanha de campeão brasileiro de futebol em 2022.</p>
<p>Mas se o placar do jogo final da Champions League do dia 10 de junho foi um eficiente mas discreto 1&#215;0 para os ingleses, no mercado de apostas do futebol eles ganharam de goleada dos italianos.</p>
<p>Quando entrou em campo em Istambul para enfrentar a Internazionale, o Manchester City acabara de se sagrar campeão dos dois mais importantes torneios ingleses, a Premiere League e a Copa da Inglaterra. Por essa sequência de sucessos, quando a bola rolou na Turquia as casas de apostas davam ao time inglês quase 80% de chances de ganhar o troféu.</p>
<p>Mais do que visões impactadas pelas recentes conquistas do City na Inglaterra, análises técnicas com foco numa linha do tempo mais longa comprovavam aquele favoritismo.</p>
<p>O ClubElo.com, site que estuda décadas de performance dos times de futebol usando um sistema de classificação estatística, já apontava o Manchester City como o melhor time da Europa, bem à frente de seus competidores. Exemplo: de 2018 a 2023 o clube venceu cinco das seis edições do competitivo campeonato inglês, a Premiere League.</p>
<p>Antes do jogo final em Istambul o ClubElo mostrava o City com 2.073 pontos em seu ranking, ou 182 pontos de vantagem sobre a Internazionale (sétimo colocado). Era a maior diferença entre dois finalistas desde o final da Champions League da longínqua temporada de 1993.</p>
<p>Importante observar que o time italiano teve etapas mais suaves do que o City para chegar à final da competição deste ano. Na fase eliminatória seus adversários mais difíceis foram os compatriotas do Milan e os portugueses do Benfica. Enquanto isso o City superou com folga em sua campanha potências do futebol europeu como o Real Madri (maior vencedor da Champions League, com 14 títulos) e o Bayern de Munique (que em 2023 sagrou-se campeão alemão pelo décimo ano consecutivo).</p>
<p>Noblesse oblige.</p>
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		<title>Repensar a indústria no Brasil exige olhar para Europa, EUA e China</title>
		<link>https://europa-brasil.com/repensar-a-industria-no-brasil-exige-olhar-para-europa-eua-e-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 18:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor industrial já foi a grande estrela da economia brasileira nos anos 1980 e 1990 e 2000, mas vem perdendo relevância e participação no PIB nacional de forma constante desde a segunda década do século 21. Se nos anos 1980 a indústria atingiu o pico de 36% de participação no PIB, esse número era [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O setor industrial já foi a grande estrela da economia brasileira nos anos 1980 e 1990 e 2000, mas vem perdendo relevância e participação no PIB nacional de forma constante desde a segunda década do século 21.</span></p>
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<p id="15af" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Se nos anos 1980 a indústria atingiu o pico de 36% de participação no PIB, esse número era de 23% em 2011 e 19% em 2021.</p>
<p id="ddfb" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">A indústria nacional há tempos critica o chamado “Custo Brasil”, conjunto de variáveis que inclui infraestrutura deficiente, burocracia, complexidade tributária e custo do dinheiro.</p>
<p id="77d6" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Há poucos dias o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin assinaram um artigo conjunto no jornal O Estado de S. Paulo intitulado “Neoindustrialização para o país que queremos”, uma senha para informar que o governo está aberto para discutir com lideranças do setor maneiras de revitalizá-lo. Mas o país não é um caso isolado na busca de cenários mais positivos para o setor industrial.</p>
<p id="cfaa" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">A União Europeia já optou por uma nova abordagem da indústria na região em tempos pós-Covid. O caminho escolhido aponta na direção de uma economia de baixo carbono e isso requer inovação, investimento e treinamento de pessoas em um mercado de trabalho que começa a se transformar profundamente. A nova estratégia do bloco europeu no âmbito industrial inclui a redução estratégica da dependência de países como a China, hoje grande fornecedora global dos mais variados produtos.</p>
<p id="9301" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Também a maior economia do planeta repensa de forma integrada uma nova fase para sua indústria. Esse setor viu diminuir sua participação no PIB total do planeta ao longo das últimas décadas, resultado tanto de uma globalização que reordenou processos produtivos como pelo avanço expressivo de players altamente competitivos como China e Coréia do Sul. Hoje o setor responde por 12% do PIB dos Estados Unidos, e 8% do emprego direto, mas sua contribuição macroeconômica é muito maior segundo a consultoria McKinsey: suas empresas são responsáveis por 20% dos investimentos de capital do país, além de 35% do crescimento da produtividade, 60% das exportações e 70% dos aportes em pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p id="9718" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Nas últimas décadas, enquanto as linhas de montagem perdiam parte do protagonismo de outros tempos, as atividades de design, serviços e software ganharam musculatura no cenário econômico americano.</p>
<p id="d61b" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">E sob o comando de Joe Biden o país tem aprovado diversas leis que se destinam a abrir espaço para uma nova era de ouro da indústria. A “Chips Act” aprovada em julho do ano passado prevê US$ 39 bilhões para estimular a fabricação doméstica de semicondutores (livrando o país da dependência incômoda da produção asiática) e garantir investimentos crescentes em pesquisa e desenvolvimento. Por sua vez, a “Inflation Reduction Act” aprovada em agosto, destina-se a incentivar a adoção de fontes de energia mais limpas. As duas medidas podem ser vistas como complementares e sua combinação sugere um plano de voo consistente para revigorar o setor industrial do país e aumentar a competitividade nacional.</p>
<p id="08ee" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Igualmente relevante é o cada vez mais proclamado fator “Buy American”, que vai muito além do slogan. Produtos “Made in USA” tem preferência em determinadas compras governamentais e também têm conseguido atrair maior número de consumidores graças a créditos fiscais que respaldam o avanço da atividade industrial.</p>
<p id="dd86" class="kl km mp kn b ko kp kq kr ks kt ku kv mq kx ky kz mr lb lc ld ms lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph=""><em>Mais: em 2021, o Congresso aprovou US$ 1,2 trilhão em gastos com infraestrutura, capazes de gerar redução de custos gerais das empresas e torná-las mais ágeis e competitivas.</em></p>
<p id="3c5e" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Toda essa política de pontas bem amarradas já traz resultados. Segundo a empresa Morning Consult a demanda dos consumidores dos EUA por produtos “Made in America” é crescente: quase dois terços dos consumidores do país disseram que optaram mais frequentemente por itens nacionais em 2022.</p>
<p id="1b12" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Além disso parte da população se diz disposta a pagar mais por itens feitos no país, desde que os preços não sejam 10% mais altos em relação aos de produtos estrangeiros. Eleitores do Partido Republicano, por sinal, mostram-se mais propensos a esse desembolso adicional do que os eleitores do Partido Democrata. Isso faz sentido se lembrado o slogan do ex-presidente republicano Donald Trump, para quem nada mais importante do que a postura “America First”.</p>
<p id="7299" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">A questão política está presente também na forte percepção de que empresas multinacionais com sede em países aliados e amigos de Washington (como boa parte da Europa) têm mais chances de ganhar espaço no mercado americano, em comparação a empresas da China, por exemplo, com quem os Estados Unidos mantém atualmente uma relação sensível.</p>
<p id="1ee9" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">E a China, contra a qual todos se preparam para competir de forma cada vez mais acirrada, como formula sua própria estratégia na área industrial?</p>
<p id="0f32" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Sempre atento ao longo prazo o país lançou em 2015 (primeira de três etapas que se sucedem até 2050) seu programa de política industrial ‘Made in China 2025’. Ele é destinado a consolidar Beijing como potência global na chamada “4ª. Revolução Industrial” e garantir seu protagonismo no estabelecimento de padrões internacionais e cadeias de suprimento.</p>
<p id="948e" class="pw-post-body-paragraph kl km ev kn b ko kp kq kr ks kt ku kv kw kx ky kz la lb lc ld le lf lg lh li eo bj" data-selectable-paragraph="">Apostando em inovação, robótica, inteligência artificial e big data de forma integrada (e também avançando em direção a uma economia verde) essa política industrial claramente desafia a hegemonia dos tradicionais países desenvolvidos do Ocidente e suas tradicionais corporações globais.</p>
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		<title>Viagem de Ursula van Leyen à AL é um marco nas relações com UE</title>
		<link>https://europa-brasil.com/viagem-de-ursula-van-leyen-a-al-e-um-marco-nas-relacoes-com-ue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 13:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A viagem da presidente à da Comissão Europeia Ursula van der Leyen a América Latina esta semana tem significado especial, considerado o atual ambiente global de polarização e redesenho geopolítico. Seu tour por vários países mostra a importância da região para uma Europa que enfrenta desafios em várias frentes e considera ativo importante a reafirmação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A viagem da presidente à da Comissão Europeia Ursula van der Leyen a América Latina esta semana tem significado especial, considerado o atual ambiente global de polarização e redesenho geopolítico. Seu tour por vários países mostra a importância da região para uma Europa que enfrenta desafios em várias frentes e considera ativo importante a reafirmação de vínculos com este lado do Atlântico.</p>
<p>“Começando minha visita à América Latina em Brasília”, postou Ursula em sua conta no Tweeter na manhã da última segunda-feira, dia 12 de junho. “América Latina e Caribe são parceiros de escolha. Precisamos aproveitar todo o potencial de nosso relacionamento. Aprofundar a cooperação, unir forças em desafios globais. Esta é a essência da nossa proposta de Nova Agenda que estou aqui para apresentar”.</p>
<p>Ursula expressou em Brasília seu otimismo em relação ao fechamento de um acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. &#8220;Temos a ambição de terminar o acordo o quanto antes, o mais tardar até o final do ano. Acredito que há grandes vantagens para ambos os lados&#8221;, afirmou.</p>
<p>Depois de Brasília Ursula van der Leyen voou para Buenos Aires onde se encontrou com o presidente Alberto Fernández, que se mostrou alinhado ao discurso de seu colega Luiz Inácio Lula da Silva em relação às premissas para o fechamento do acordo Mercosul-EU.</p>
<p>Lula reafirmou em Brasília o compromisso de fazer avançar as tratativas em relação a essa parceria, mas ressalvou que existem “preocupações do Brasil com o instrumento adicional ao acordo apresentado pela União Europeia em março deste ano, que amplia as obrigações do Brasil e as torna objeto de sanções em caso de descumprimento. A premissa que deve existir entre parceiros estratégicos é a da confiança mútua e não de desconfiança e sanções. Em paralelo, a União Europeia aprovou leis próprias com efeitos extraterritoriais e que modificam o equilíbrio do Acordo”.</p>
<p>Fernandez disse: &#8220;Cabe a nós e à Europa remover os obstáculos, e se houver vontade política, não é tão difícil. Da nossa parte, o que pedimos é um acordo equilibrado&#8221;, declarou.</p>
<p>Os países integrantes do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) selaram uma etapa essencial para um acordo com a União Europeia em 2019, processo ainda não ratificado devido a obstáculos como as objeções dos europeus em relação à política ambiental do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, de um lado, e as ressalvas dos países do bloco sul-americano quanto a proteção da Europa à sua produção agrícola, de outro.</p>
<p>No Brasil, Ursula von der Leyen anunciou investimentos de 20 milhões de euros no Fundo Amazônia e a possibilidade de alocação de 2 bilhões de euros na produção de hidrogênio verde no país. Na Argentina, ela assinou memorando de entendimento com o governo local destinado a estabelecer uma parceria entre o país e a União Europeia em relação a cadeias de valor de matérias-primas sustentáveis.</p>
<p>Ursula van der Leyen fecha seu giro pela América Latina visitando o Chile e o México ainda esta semana.</p>
<p>A viagem da presidente da Comissão Europeia à América Latina ocorre um mês antes da cúpula que reunirá em Bruxelas primeiros-ministros e presidentes dos países da América Latina, Caribe e União Europeia.</p>
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		<title>A exemplo da UE, brasileiros também elegem povos indígenas como atores fundamentais na defesa da floresta</title>
		<link>https://europa-brasil.com/a-exemplo-da-ue-brasileiros-tambem-elegem-povos-indigenas-como-atores-fundamentais-na-defesa-da-floresta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 21:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Debate das últimas semanas emula temas já abordados em pesquisa do Greenpeace Indígenas como protagonistas no combate ao desmatamento da Amazônia, deputados e senadores no extremo oposto. Revista da semana? Não &#8211; dados de pesquisa do Greenpeace, realizada pelo Datafolha há três anos, ou seja, ainda no governo anterior. Em 2020, metade dos brasileiros (49%) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Debate das últimas semanas emula temas já abordados em pesquisa do Greenpeace</em></p>
<p>Indígenas como protagonistas no combate ao desmatamento da Amazônia, deputados e senadores no extremo oposto. Revista da semana? Não &#8211; <a href="https://www.greenpeace.org/brasil/blog/ampla-maioria-dos-brasileiros-quer-amazonia-protegida/">dados de pesquisa do Greenpeace</a>, realizada pelo Datafolha há três anos, ou seja, ainda no governo anterior.</p>
<p>Em 2020, metade dos brasileiros (49%) classificava como ótimo ou bom o trabalho dos povos indígenas na proteção da floresta. O mesmo percentual chamava de ruim ou péssimo o desempenho daquela composição do Congresso em relação à pauta.</p>
<p>O mundo corporativo e a sociedade brasileira também não escapavam das críticas, com percentuais de reprovação iguais ou superiores a 40%, mesmo quando vetores de sustentabilidade e responsabilidade social já se entranhavam nas grandes empresas do país.</p>
<p>Em tempos de discussão do marco temporal e agenda de compromissos no acordo entre Mercosul e União Europeia, interessante notar que há três anos, mais de um terço da população também avaliava negativamente tanto o poder judiciário quanto os países ricos na luta contra o desmatamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-4370 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Imagem1.png" alt="" width="599" height="335" /></p>
<p>Além dos povos indígenas, apenas as ONG´S ambientalistas eram aprovadas pela maior parcela dos entrevistados (42% contra 18% que as consideravam ruins ou péssimas).</p>
<p>A pesquisa levantou também a percepção sobre os maiores agressores da floresta. Os madeireiros eram de longe os mais apontados pelos brasileiros (89%) como atores de grande desmatamento. Em segundo lugar, apareciam empatados, garimpeiros e grandes fazendeiros ou criadores de gado (68% e 67%, respectivamente).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-4371 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Imagem2.png" alt="" width="566" height="319" /></p>
<p>Outro dado expressivo – quase a totalidade da população, independentemente do grau de escolaridade, nível socioeconômico, idade ou gênero, identificava a importância da Amazônia para a biodiversidade, para a economia e imagem do Brasil no Exterior, assim como na luta contra o aquecimento global e contra mudanças climáticas.</p>
<p>Com esses resultados, percebe-se o quanto a pauta ambiental brasileira resiste como prioridade na agenda de diferentes esferas de alcance global, com potencial tanto para iniciativas marcantes como risco de prejuízos irremediáveis. Principalmente se a percepção de stakeholders não aderir à realidade (<em>greenwashing, </em>por exemplo).</p>
<p>Não à toa, o ex-presidente da República, apesar do “Conselho da Amazônia” que criou no mesmo ano da realização da pesquisa, era o agente com maior taxa de reprovação no combate ao desmatamento da floresta. Ostentar esse título hoje seria desastroso, por uma questão de sobrevivência em vários sentidos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4372 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2023/06/Imagem3.png" alt="" width="567" height="317" /></p>
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		<title>Futebol europeu teve maio intenso</title>
		<link>https://europa-brasil.com/futebol-europeu-teve-maio-intenso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O futebol europeu encerrou maio com muita emoção, conquistas previsíveis e algumas surpresas. No último dia do mês o Sevilla venceu na final o Roma e conquistou o título da Europa League, segunda competição mais importante do continente, atrás apenas da Champions League (cujo campeão será conhecido dia 1o de junho na final entre Manchester [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O futebol europeu encerrou maio com muita emoção, conquistas previsíveis e algumas surpresas. No último dia do mês o Sevilla venceu na final o Roma e conquistou o título da Europa League, segunda competição mais importante do continente, atrás apenas da Champions League (cujo campeão será conhecido dia 1o de junho na final entre Manchester City e Inter de Milão).</p>
<p>Logo na primeira semana de maio o Napoli sagrou-se campeão italiano, título que conquistara pela última vez 33 anos atrás quando ainda contava com Maradona em sua equipe. Desta vez, pode comemorar com confortáveis cinco rodadas de antecedência.</p>
<p>Menos incomum foi o resultado do campeonato inglês, com o Manchester City do técnico Pep Guardiola chegando no topo pelo terceiro ano seguido. Com isso o clube somou cinco títulos nos últimos seis anos da Premiere League.</p>
<p>Porém a mais impressionante série de conquistas veio da Alemanha. O Bayern de Munique, do ídolo meio-campista Joshua Kimmich, conquistou seu 11º. título nacional seguido, um recorde.</p>
<p>Na Espanha o Barcelona sagrou-se campeão de La Liga depois de quatro anos, o mesmo tempo de jejum experimentado pelo Benfica em Portugal, que também ganhou o título de 2023 pela primeira vez desde a temporada de 2019.</p>
<p>Na França deu a lógica dos últimos anos: o PSG de Neymar, Mbappé e Messi levou o campeonato nacional novamente, numa rotina que se repetiu oito vezes nas dez últimas competições nacionais.</p>
<p>Esses resultados acabaram definindo o coeficiente dos principais times europeus na temporada. Elaborado pela UEFA, a entidade máxima do futebol no continente, o coeficiente de um clube é calculado a partir de sua performance nas diferentes competições do continente.</p>
<p>O Manchester City lidera o ranking com 143.000 pontos, seguido pelo Bayern de Munique com 136.000 e pelo Chelsea com 126.000. O Liverpool tem 123.000 pontos, o Real Madrid 121.000 e o PSG 112.000.</p>
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