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	<title>Arquivo de ESG - Europa | Brasil</title>
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		<title>União Europeia recua em regra contra greenwashing e reacende debate sobre regulação ambiental</title>
		<link>https://europa-brasil.com/uniao-europeia-recua-em-regra-contra-greenwashing-e-reacende-debate-sobre-regulacao-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 14:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[greenwashing]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A UE deu um passo atrás em sua ambiciosa agenda verde. Recentemente, a Comissão Europeia anunciou a retirada da Green Claims Directive, parte central do Green Deal, que visava frear práticas de greenwashing — ou seja, declarações ambientais enganosas em rótulos e propagandas — por meio da exigência de comprovação científica e verificação independente de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A UE deu um passo atrás em sua ambiciosa agenda verde. Recentemente, a Comissão Europeia anunciou a retirada da <em>Green Claims Directive</em>, parte central do Green Deal, que visava frear práticas de greenwashing — ou seja, declarações ambientais enganosas em rótulos e propagandas — por meio da exigência de comprovação científica e verificação independente de afirmações como “carbono neutro”, “eco-responsável” ou “biodegradável”.</p>
<p>A decisão ocorreu após uma carta do Partido Popular Europeu (centro-direita) pedindo formalmente a suspensão do texto. O argumento central era que a proposta representaria um ônus excessivo para as microempresas — que representam cerca de 96% do total na União Europeia, somando aproximadamente 30 milhões de negócios. A presidência polonesa do Conselho da UE cancelou as negociações finais previstas, sinalizando falta de consenso político em torno da medida.</p>
<p>Apesar disso, o texto já contemplava salvaguardas específicas para pequenos negócios, como isenções regulatórias. Ainda assim, o discurso da “desburocratização” e da defesa da competitividade econômica ganhou força, especialmente após as últimas eleições europeias, que resultaram em maior representação de partidos conservadores e nacionalistas no Parlamento.</p>
<p>A proposta da <em>Green Claims Directive</em> partia de um diagnóstico claro: dados da própria Comissão indicam que 53% das alegações ambientais feitas por empresas no bloco são vagas, enganosas ou potencialmente infundadas. Além disso, 40% dessas afirmações não apresentam qualquer evidência que as sustente. A ideia era criar regras harmonizadas, exigir auditoria prévia por entidades acreditadas e garantir que todos os rótulos e selos ambientais passassem por um crivo técnico antes de serem usados em produtos e campanhas publicitárias.</p>
<p>A ausência de uma regulação comum mantém o atual cenário fragmentado. Cada Estado-membro seguirá com legislações próprias, geralmente menos detalhadas, o que pode comprometer a proteção do consumidor e gerar insegurança jurídica para empresas que operam em múltiplos mercados. O risco de um “deserto regulatório” preocupa especialistas, que alertam para a perda de credibilidade do bloco como referência global em políticas ambientais baseadas em evidência científica.</p>
<p>Parlamentares envolvidos com a tramitação da proposta criticaram duramente a decisão. Segundo eles, o recuo enfraquece empresas genuinamente sustentáveis, que acabam concorrendo em desvantagem com companhias que continuam a usar alegações ambientais sem comprovação. Também foi apontado que a retirada da diretiva contradiz o espírito do próprio Green Deal e mina os compromissos públicos da UE com a transição ecológica.</p>
<p>Ainda não está claro se o texto será reformulado ou reapresentado em outro formato legislativo. A Comissão deixou em aberto a possibilidade de incorporar elementos da proposta em iniciativas futuras, mas não há um cronograma definido. Enquanto isso, a tendência é de que consumidores e empresas enfrentem um ambiente regulatório desigual e, em muitos casos, opaco.</p>
<p>O recuo em relação à <em>Green Claims Directive</em> soma-se a outras flexibilizações recentes na agenda climática europeia — como no regulamento de restauração da natureza, em normas para uso de pesticidas e em exigências para importações livres de desmatamento. O padrão aponta para um redesenho das prioridades políticas no bloco, com maior foco em crescimento e competitividade, e menos apetite por regulação ambiental.</p>
<p>Para empresas comprometidas com sustentabilidade, o cenário reforça a importância de manter padrões voluntários de transparência e rastreabilidade. E para os consumidores, a mensagem é clara: em um mercado com menos fiscalização, será necessário redobrar a atenção com o que está — ou não está — por trás das promessas “verdes”.</p>
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		<title>Europa impõe regras verdes e penaliza países mais pobres</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-impoe-regras-verdes-e-penaliza-paises-mais-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:52:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[regras verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cruzada da União Europeia para descarbonizar sua economia e proteger a indústria local está criando atritos significativos com os países mais pobres, especialmente aqueles que dependem de exportações para o bloco europeu. O caso de Moçambique é emblemático. O país, que luta para se recuperar de uma guerra civil, tem na fundição de alumínio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cruzada da União Europeia para descarbonizar sua economia e proteger a indústria local está criando atritos significativos com os países mais pobres, especialmente aqueles que dependem de exportações para o bloco europeu. O caso de Moçambique é emblemático. O país, que luta para se recuperar de uma guerra civil, tem na fundição de alumínio Mozal seu maior empregador industrial, uma peça-chave no esforço de reconstrução econômica. No entanto, essa história de sucesso africano agora corre o risco de ser sufocada pelas novas regras de comércio verde impostas pela Europa.</p>
<p>Mais de metade das exportações de alumínio de Moçambique têm como destino a União Europeia, que, a partir de 2026, começará a aplicar uma taxa sobre as emissões de carbono associadas a produtos importados, por meio do Mecanismo de Ajuste de Carbono nas Fronteiras (CBAM, na sigla em inglês). No estágio atual, o CBAM exige que os importadores relatem as emissões de carbono embutidas nos produtos, mas sem necessidade de pagamento. Isso mudará em breve: os importadores terão de comprar permissões de carbono para cobrir a diferença entre o preço pago pelo carbono no país de origem e o preço vigente no sistema de comércio de emissões da UE, hoje em torno de 62 euros por tonelada de CO2.</p>
<p>Essa iniciativa, desenhada para impedir o que a UE chama de &#8220;fuga de carbono&#8221; — ou seja, a vantagem competitiva de produtos importados de países com regulamentações mais frouxas sobre emissões — coloca os esforços de industrialização de países como Moçambique em rota de colisão com as metas de descarbonização europeias. Países como África do Sul e Índia consideram o CBAM uma barreira comercial injusta, que transfere o ônus da descarbonização para as economias que menos contribuíram para a crise climática. Ambos os países já consideram formalizar queixas na Organização Mundial do Comércio.</p>
<p>As informações foram divulgadas em uma matéria do The Economist, que aponta como o CBAM reflete um dilema maior: o conflito entre as ambições ambientais dos países ricos e as necessidades de desenvolvimento industrial das nações mais pobres.</p>
<p>O dilema é claro: como equilibrar as ambições ambientais dos países ricos com a necessidade dos países pobres de desenvolver suas indústrias? O CBAM é um exemplo desse conflito. Embora o impacto no Produto Interno Bruto africano seja relativamente pequeno — um estudo da African Climate Foundation estima uma redução de 0,91% no PIB do continente —, alguns países, como o Zimbábue, são muito mais expostos. Cerca de 90% das exportações de ferro e aço do Zimbábue vão para a UE. No caso de Moçambique, as exportações de alumínio, que dependem de energia importada da África do Sul (em sua maioria gerada por carvão), tornam o país particularmente vulnerável às novas taxas de carbono da Europa.</p>
<p>A resposta europeia às críticas tem sido tímida. Pascal Lamy, ex-comissário de comércio da UE, sugeriu um pacote de ajuda customizado para Moçambique, que poderia usar o apoio da UE para tornar a Mozal compatível com o CBAM. Alternativamente, a União Europeia poderia reciclar parte da receita gerada pelo CBAM em financiamento climático internacional, como forma de compensar os países afetados.</p>
<p>Por enquanto, os países de renda média, como Turquia e Índia, estão desenvolvendo suas próprias maneiras de lidar com as novas barreiras comerciais. A Turquia, que exporta eletricidade para a UE, está criando seu próprio sistema de comércio de emissões. A Índia, por sua vez, está estudando a possibilidade de taxar suas exportações de alto carbono para a Europa, com o objetivo de reter a receita que, de outra forma, iria para os cofres europeus.</p>
<p><strong>As regras verdes europeias e seus desdobramentos globais</strong></p>
<p>O CBAM é apenas uma parte de um pacote mais amplo de regras ambientais que a Europa está impondo a seus parceiros comerciais. Uma diretiva de desmatamento, por exemplo, exigirá que os exportadores provem que seus produtos não foram cultivados em áreas desmatadas após 2021. Outra regra, a diretiva de sustentabilidade corporativa, forçará as empresas a divulgar as emissões ao longo de suas cadeias de suprimento.</p>
<p>Para os países mais pobres, essas medidas são vistas como um fardo adicional que ameaça minar seus esforços de desenvolvimento industrial. Para os europeus, porém, elas são cruciais para evitar que a descarbonização de suas economias resulte apenas na exportação das emissões para outras partes do mundo.</p>
<p>A transição para uma economia de baixo carbono, embora necessária, carrega consigo complexidades geopolíticas profundas. O Acordo de Paris sobre o clima reconhece que os países ricos têm a responsabilidade de liderar o esforço de descarbonização, mas as regras comerciais emergentes sugerem que essa liderança pode estar sendo repassada, em parte, para as economias emergentes.</p>
<p>Se o objetivo da Europa é evitar que sua transição verde crie distorções globais, precisará encontrar maneiras de apoiar efetivamente os países que estão na linha de frente das novas regras de comércio. Caso contrário, a narrativa de sustentabilidade corre o risco de alimentar ressentimentos e conflitos comerciais, em vez de promover uma transição justa e equilibrada.</p>
<p>Enquanto isso, países como Moçambique se veem encurralados. A fundição de alumínio Mozal foi projetada para ser um motor de crescimento para a economia devastada pela guerra civil, mas agora enfrenta o desafio de se adequar às rigorosas regras de carbono europeias. A grande questão que permanece é: quem pagará o preço pela transição verde global? Se depender do CBAM, os países mais pobres já sabem a resposta.</p>
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		<title>Europa enfrenta dificuldades na construção de rede de energia verde</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-enfrenta-dificuldades-na-construcao-de-rede-de-energia-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 22:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fosseis]]></category>
		<category><![CDATA[energia verde]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma rede conjunta de energias renováveis poderia ajudar a Europa a alcançar suas metas climáticas, mas a falta de recursos financeiros e de cooperação entre os países da União Europeia (UE) tem dificultado o progresso. A incerteza política após o crescimento da extrema direita nas eleições para o Parlamento Europeu também levanta dúvidas sobre as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma rede conjunta de energias renováveis poderia ajudar a Europa a alcançar suas metas climáticas, mas a falta de recursos financeiros e de cooperação entre os países da União Europeia (UE) tem dificultado o progresso. A incerteza política após o crescimento da extrema direita nas eleições para o Parlamento Europeu também levanta dúvidas sobre as políticas da próxima Comissão Europeia, especialmente os planos para atingir a neutralidade climática até 2050.</p>
<p>A eletricidade proveniente de fontes renováveis será essencial para atingir esses objetivos climáticos. Regiões específicas do continente são ideais para determinados tipos de produção de energia verde, como a energia eólica no norte e a energia solar no sul. Entretanto, para que toda a Europa se beneficie, é necessário construir uma rede elétrica abrangente que integre essas novas tecnologias.</p>
<p>A comissária de energia da UE, Kadri Simson, destacou em maio que, embora a infraestrutura elétrica europeia esteja bem desenvolvida, é preciso duplicar o consumo de eletricidade e fortalecer a rede para suportar mais energias renováveis. A Europa está apenas na metade do caminho nesse processo.</p>
<p>Harald Bradke, especialista do Instituto Fraunhofer na Alemanha, afirmou que a energia fotovoltaica e a energia eólica se complementam bem, mas é necessário mais armazenamento de energia e linhas de transmissão adicionais. A construção dessas linhas tem sido lenta, especialmente na Alemanha, onde a eletricidade produzida no norte é necessária no sul.</p>
<p>A resistência local à construção de novas torres de transmissão e os altos custos de instalar linhas elétricas subterrâneas são obstáculos significativos. Além disso, a cooperação entre os países europeus é vital, mas disputas sobre quem se beneficiaria mais das novas infraestruturas complicam o cenário.</p>
<p>Estimativas sugerem que seriam necessários 800 bilhões de euros em investimentos na rede elétrica até 2030. A Comissão Europeia apresentou um plano de ação com um custo estimado em 600 bilhões de euros até o final de 2023. Simson argumenta que esses investimentos são justificados, considerando os 600 bilhões de euros que os consumidores europeus gastaram em combustíveis fósseis em 2022.</p>
<p>Investidores privados têm mostrado interesse em financiar projetos de rede elétrica, como a linha elétrica entre a Alemanha e o Reino Unido, mas a precisão na avaliação da necessidade real de infraestrutura é crucial para evitar investimentos desnecessários.</p>
<p>O financiamento da UE para a expansão da rede elétrica provém da vertente digital do Mecanismo Interligar a Europa (MIE Digital), que apoiará e catalisará investimentos públicos e privados em infraestruturas de conectividade digital entre 2021 e 2027. Simson defende o reforço deste fundo no próximo quadro financeiro plurianual da UE, que estará em vigor até 2027. A responsabilidade de futuras políticas energéticas recairá sobre a próxima Comissão Europeia e o recém-eleito Parlamento Europeu.</p>
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		<title>Aquecimento global eleva mortalidade por calor na Europa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/aquecimento-global-eleva-mortalidade-por-calor-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 15:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mudanças climáticas ameaçam anular décadas de progresso na saúde pública na Europa, segundo o relatório &#8220;The Lancet Countdown in Europe 2024&#8221;, divulgado nesta segunda-feira (13). O estudo destaca um aumento alarmante de 9% nas mortes relacionadas ao calor entre 1990 e 2022. Em regiões do sul do continente, como a Itália, esse crescimento pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As mudanças climáticas ameaçam anular décadas de progresso na saúde pública na Europa, segundo o relatório &#8220;The Lancet Countdown in Europe 2024&#8221;, divulgado nesta segunda-feira (13). O estudo destaca um aumento alarmante de 9% nas mortes relacionadas ao calor entre 1990 e 2022. Em regiões do sul do continente, como a Itália, esse crescimento pode chegar a 11%, com um aumento impressionante de 41% no número de dias de calor extremo.</p>
<p>A pesquisa da revista científica The Lancet, que monitora a saúde e as mudanças climáticas no continente, também revelou que cerca de 60 milhões de europeus enfrentam insegurança alimentar moderada ou grave. Para 11,9 milhões dessas pessoas, a causa está diretamente ligada ao aumento dos dias de calor e de seca.</p>
<p>Além das preocupações com a saúde, as perdas econômicas devido a eventos climáticos extremos foram significativas, estimadas em 18,7 bilhões de euros, o que representa 0,08% do PIB europeu. A revista alerta ainda para o aumento de doenças sensíveis ao clima, como dengue, chikungunya, leishmaniose e malária, destacando a necessidade urgente de políticas de saúde pública e medidas ambientais mais robustas.</p>
<p>&#8220;As mudanças climáticas estão aqui, na Europa, e matam. No entanto, levando em conta os dados que surgiram, as políticas para sistemas energéticos com emissões zero permanecem tristemente inadequadas e a tendência atual estima que este objetivo na Europa só será alcançado até 2100. São necessárias ações urgentes para proteger a saúde das alterações climáticas&#8221;, afirmaram os pesquisadores.</p>
<p>Em 2021, o uso de carvão na Europa subiu para 13% do fornecimento total de energia, comparado a 12% em 2020. Além disso, 29 dos 53 países da região europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda subsidiam combustíveis fósseis, exacerbando os problemas climáticos.</p>
<blockquote><p>&#8220;As mudanças já estão causando danos à vida e à saúde das pessoas em toda a Europa. O nosso relatório fornece provas da situação alarmante do aumento dos impactos na saúde relacionados ao clima no continente, incluindo a mortalidade relacionada ao calor, doenças infecciosas emergentes e insegurança alimentar e hídrica&#8221;, disse Rachel Lowe, diretora do Lancet Countdown.</p></blockquote>
<p>A Europa, o continente que mais rapidamente se aquece, sofre um aumento de temperatura aproximadamente duas vezes mais rápido que a média global. Isso se deve, em parte, à melhora da qualidade do ar, resultando em menos partículas na atmosfera que refletem a luz solar, contribuindo assim para o aquecimento. Em contrapartida, o uso de fontes de energia renovável na Europa atingiu níveis recordes em 2023, representando 43% da geração de eletricidade, impulsionada por tempestades sazonais que favoreceram a produção eólica e hidrelétrica.</p>
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		<item>
		<title>Percalços na aprovação da Lei da Restauração da Natureza na União Europeia</title>
		<link>https://europa-brasil.com/percalcos-na-aprovacao-da-lei-da-restauracao-da-natureza-na-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 12:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[proteção ambiental Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei de Restauração da Natureza representa um marco significativo no compromisso ambiental da União Europeia (UE), mas sua jornada rumo à implementação plena enfrenta agora desafios consideráveis. Aprovada pelo Parlamento Europeu em fevereiro, esta legislação visa proteger e restaurar ecossistemas vitais em toda a região, estabelecendo padrões rigorosos para a importação de produtos associados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lei de Restauração da Natureza representa um marco significativo no compromisso ambiental da União Europeia (UE), mas sua jornada rumo à implementação plena enfrenta agora desafios consideráveis.</p>
<p>Aprovada pelo Parlamento Europeu em fevereiro, esta legislação visa proteger e restaurar ecossistemas vitais em toda a região, estabelecendo padrões rigorosos para a importação de produtos associados ao desmatamento e impondo restrições aos produtores rurais europeus.</p>
<p>No entanto, o caminho para sua ratificação final pelos países membros tem sido turbulento. Recentes desenvolvimentos mostram uma série de nações, incluindo Suécia, Países Baixos, Itália e Hungria, retirando seu apoio à legislação, lançando incertezas sobre seu futuro. O cancelamento de uma votação crucial durante a cúpula de ministros europeus do ambiente em Bruxelas, Bélgica, sublinha as divisões e desafios enfrentados na busca por um consenso.</p>
<p>O comissário europeu do Meio Ambiente e Clima, Virginijus Sinkevičius, expressou preocupações contundentes sobre as consequências de um possível arquivamento da lei. Ele alertou para o impacto negativo na reputação global da UE, especialmente após seu papel de liderança na Cúpula da Biodiversidade, a Cop15, em Montreal, Canadá, em 2022. A possibilidade de comparecer à próxima Cop16 sem medidas concretas em vigor representa uma falha significativa nos compromissos ambientais da UE e levanta questões sobre a coesão e eficácia de seu processo decisório.</p>
<p>A legislação, prevista para entrar em vigor a partir de dezembro deste ano, busca abordar questões urgentes, como o desmatamento e a degradação florestal, através de restrições à importação de produtos como carne bovina, soja, café, óleo de palma, madeira, couro, cacau e borracha associadas a essas práticas destrutivas. Além disso, estabelece limitações aos produtores rurais europeus, proibindo a exportação de produtos cultivados em áreas de florestas desmatadas ou degradadas.</p>
<p>O destino da Lei da União Europeia de Restauração da Natureza permanece incerto, mas sua importância transcende as fronteiras do bloco, representando um teste crucial para o compromisso da UE com a proteção ambiental e sua capacidade de liderar globalmente na luta contra a degradação ambiental e a perda de biodiversidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Parlamento Europeu aprova Diretiva de Diligência devida em Sustentabilidade Corporativa (CS3D)</title>
		<link>https://europa-brasil.com/parlamento-europeu-aprova-diretiva-de-diligencia-devida-em-sustentabilidade-corporativa-cs3d/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 22:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Parlamento Europeu aprovou nesta quarta (24) a Diretiva de Diligência Devida em Sustentabilidade Corporativa (CS3D). Esta regulação determina que as empresas implementem medidas rigorosas de diligência para prevenir, mitigar e remediar impactos adversos sobre os direitos humanos e o meio ambiente em suas cadeias de atividades globais e operações próprias. A #CS3D vale para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>O Parlamento Europeu aprovou nesta quarta (24) a Diretiva de Diligência Devida em Sustentabilidade Corporativa (CS3D). Esta regulação determina que as empresas implementem medidas rigorosas de diligência para prevenir, mitigar e remediar impactos adversos sobre os direitos humanos e o meio ambiente em suas cadeias de atividades globais e operações próprias.</span><span><br />
</span><span><br />
</span><span>A</span><span class="white-space-pre"> </span><span><a class="app-aware-link " href="https://www.linkedin.com/feed/hashtag/?keywords=cs3d&amp;highlightedUpdateUrns=urn%3Ali%3Aactivity%3A7189013767827972096" data-test-app-aware-link=""><span aria-hidden="true">#</span>CS3D</a></span><span class="white-space-pre"> </span><span>vale para empresas que geraram mais de €450 milhões em faturamento na UE. O setor financeiro também está incluído, com obrigações específicas para adotar e implementar um plano de transição climática em linha com o Acordo de Paris. Além disso, os novos requisitos aplicam-se não apenas às ações diretas da empresa, mas também às suas subsidiárias e cadeia de fornecimento. Portanto, isso vale para empresas brasileiras que exportam para a UE ou integram cadeias de suprimentos de companhias europeias.</span><span><br />
</span><span><br />
</span><span>As empresas serão obrigadas a identificar e avaliar impactos adversos potenciais ou reais. Devem também desenvolver planos de prevenção e implementar ações corretivas para impactos adversos, garantindo que estas medidas sejam verificadas independentemente.</span><span><br />
</span><span><br />
</span><span>De acordo com comunicado da UE, o novo marco legal visa aprimorar o comportamento corporativo sustentável e responsável ao longo das cadeias de valor globais, representando um avanço significativo na transição verde e na proteção dos direitos humanos.</span></p>
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		<title>Paris 2024: Olimpíada da inclusão, paz e sustentabilidade</title>
		<link>https://europa-brasil.com/paris-2024-olimpiada-da-inclusao-paz-e-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À medida em que nos aproximamos do grandioso evento esportivo, os olhos do mundo se voltam não apenas para as proezas atléticas que aguardam, mas também para os compromissos fundamentais de inclusão, paz e sustentabilidade que Paris 2024 promete incorporar. Em 26 de julho de 2024, quando a chama olímpica iluminar pela primeira vez os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>À medida em que nos aproximamos do grandioso evento esportivo, os olhos do mundo se voltam não apenas para as proezas atléticas que aguardam, mas também para os compromissos fundamentais de inclusão, paz e sustentabilidade que Paris 2024 promete incorporar.</p>
<p>Em 26 de julho de 2024, quando a chama olímpica iluminar pela primeira vez os XXXIII Jogos Olímpicos, Paris se empenhará em entregar uma edição histórica e revolucionária, transcendendo os limites do esporte para abraçar uma visão mais abrangente.</p>
<p>Pela terceira vez em sua história, a capital francesa hospedará o maior evento esportivo do planeta, e, desta vez, com a missão de realizar os primeiros Jogos Olímpicos alinhados à Agenda 2030. Há uma simbiose evidente entre a cidade que acolheu o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e o comprometimento com medidas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<p>Paris 2024 não se limita à sustentabilidade ambiental; a agenda inclui metas ambiciosas de inclusão e paz. Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), destaca que esses Jogos serão mais inclusivos, jovens, urbanos e sustentáveis, representando os primeiros com perfeita paridade de gênero. Em um mundo marcado por conflitos, divisões e guerras crescentes, a missão olímpica de unir as nações em uma competição pacífica torna-se mais crucial do que nunca.</p>
<p>Alinhada à Agenda 2030, Paris 2024 aspira a ser um modelo inspirador para futuros eventos globais, comprometendo-se a reduzir em 50% as emissões de carbono em comparação com a média de Londres 2012 e Rio 2016. Evitar gastos desnecessários com novas construções é uma meta vital, e 95% dos locais já existem ou serão temporários, alinhando-se aos planos de desenvolvimento sustentável de Paris.</p>
<p>A vila olímpica não apenas adota uma abordagem sustentável, mas também estabelece um novo padrão. Com uma pegada de carbono 30% menor do que a de construções modernas, suas instalações contam com sistemas de refrigeração baseados em água e aquecimento proveniente de uma usina geotérmica.</p>
<p>No cenário da igualdade de gênero, Paris 2024 faz história ao apresentar a mesma quantidade de atletas masculinos e femininos nas Olimpíadas pela primeira vez. A cerimônia de abertura também quebra tradições, movendo-se para fora do estádio e percorrendo o coração de Paris ao longo do rio Sena e da avenida Champs-Élysées, destacando pontos icônicos como a Torre Eiffel, o Grand Palais e a Praça da Concórdia.</p>
<p>O rio Sena assume um papel central, com competições como triatlo e maratona aquática realizadas em suas águas. Um ambicioso projeto de descontaminação, com mais de 1,5 bilhão de euros investidos, visa revitalizar o rio, transformando-o de esgoto a céu aberto em um local seguro para banhos públicos, encerrando uma proibição que perdurou por 102 anos.</p>
<p>Em resumo, Paris 2024 não é apenas uma celebração do espírito esportivo; é uma plataforma para catalisar mudanças positivas em questões cruciais. Ao enfatizar a inclusão, promover a paz e adotar a sustentabilidade, esta Olimpíada não apenas cativará espectadores, mas também buscará inspirar um mundo mais conectado, pacífico e consciente de seu impacto ambiental.</p>
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		<title>Europa mantém liderança na adoção de práticas ESG</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-mantem-lideranca-na-adocao-de-praticas-esg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 13:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Europa, o contexto em torno do ESG (ambiental, social e governança corporativa) tem evoluído para se tornar um componente central nas decisões corporativas e de investimento. O continente, historicamente comprometido com questões sustentáveis, tem liderado a adoção de práticas que promovem a responsabilidade social e ambiental nas empresas. Nesse contexto, a pesquisa &#8220;Sustentabilidade em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Europa, o contexto em torno do ESG (ambiental, social e governança corporativa) tem evoluído para se tornar um componente central nas decisões corporativas e de investimento. O continente, historicamente comprometido com questões sustentáveis, tem liderado a adoção de práticas que promovem a responsabilidade social e ambiental nas empresas.</p>
<p>Nesse contexto, a pesquisa &#8220;Sustentabilidade em Destaque: o ESG Perdeu Força na Sala de Reuniões?&#8221;, conduzida pela empresa americana Diligent e divulgada pelo Estadão, revela que nos últimos anos a região tem se destacado como mais otimista e comprometida com as práticas de ESG (ambiental, social e governança corporativa) em comparação com os Estados Unidos.</p>
<p>Os dados revelam que 56% das empresas europeias veem o ESG como uma oportunidade de negócio, enquanto apenas 30% das empresas americanas compartilham dessa percepção. A diferença torna-se ainda mais evidente quando se trata da percepção de risco associada a questões ESG. Enquanto 34% das empresas dos Estados Unidos enxergam essas questões como riscos, apenas 13% das empresas europeias têm a mesma perspectiva.</p>
<p>André Bodowski, vice-presidente da Diligent na América Latina, destaca que a explicação para essa disparidade está na preocupação histórica da Europa com o tema. &#8220;As leis ESG tiveram início na Europa do ponto de vista legislativo. O regulatório europeu é mais rígido, prevê certas penalidades e, por isso, é de longo prazo&#8221;. Bodowski também aponta que os stakeholders europeus adotam uma postura mais séria em relação às práticas sustentáveis.</p>
<p>Em resumo, o estudo indica que o ESG é um tema que tem perdido força nas empresas nos últimos anos, especialmente nos Estados Unidos, onde a percepção de oportunidade de negócio e a abordagem em relação aos riscos associados ao ESG estão aquém dos padrões europeus. Essa disparidade ressalta a importância de uma abordagem mais robusta e a longo prazo em relação às práticas sustentáveis nas empresas americanas.</p>
<h3><strong>Fundos de investimento ESG ganham destaque</strong></h3>
<p>Um estudo recente conduzido pela renomada instituição financeira Goldman Sachs apontou que gestores de fundos de investimento na Europa estão enfrentando crescentes desafios na venda de seus produtos, a menos que estes estejam registrados como ESG (ambiental, social e governança corporativa). A pesquisa destaca uma mudança significativa no cenário financeiro, indicando que a sustentabilidade tornou-se um fator decisivo nas escolhas de investimento.</p>
<p>Os dados revelam que gestores que adotam estratégias ESG estão em vantagem quando se trata de atrair investidores na Europa. A pressão por investimentos socialmente responsáveis tem impulsionado a demanda por fundos alinhados a princípios ambientais, sociais e de governança, e aqueles que não incorporam esses critérios enfrentam maior resistência.</p>
<p>Segundo a pesquisa da Goldman Sachs, a preferência por fundos ESG é particularmente evidente nos processos de seleção de investimentos. Investidores europeus estão demonstrando uma inclinação cada vez maior por carteiras que consideram não apenas os retornos financeiros, mas também o impacto ambiental, social e a qualidade da governança das empresas.</p>
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		<title>Grupo Brisa: a empresa de infraestrutura mais sustentável da Europa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/grupo-brisa-a-empresa-de-infraestrutura-mais-sustentavel-da-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 17:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Brisa, uma das empresas líderes no setor de infraestrutura em Portugal, está firmemente comprometido com um plano de crescimento ambicioso que visa duplicar seu tamanho até 2028. Essa iniciativa reflete não apenas uma visão estratégica ousada, mas também o compromisso inabalável da empresa em expandir suas operações e presença no mercado, desempenhando um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Brisa, uma das empresas líderes no setor de infraestrutura em Portugal, está firmemente comprometido com um plano de crescimento ambicioso que visa duplicar seu tamanho até 2028. Essa iniciativa reflete não apenas uma visão estratégica ousada, mas também o compromisso inabalável da empresa em expandir suas operações e presença no mercado, desempenhando um papel crucial no desenvolvimento contínuo do setor de infraestrutura em Portugal e além das fronteiras nacionais.</p>
<p>Com mais de quatro décadas de história, o Grupo Brisa ostenta uma reputação sólida no setor de infraestrutura, fundamentada em um histórico comprovado de responsabilidade corporativa e compromisso com a sustentabilidade. Esse legado se traduz em práticas empresariais responsáveis que têm ganhado destaque não apenas em Portugal, mas também internacionalmente.</p>
<p>A companhia é amplamente reconhecida por sua expertise e excelência na gestão de rodovias, desempenhando um papel fundamental na melhoria das redes de transporte em Portugal. Essa expertise é sustentada por práticas inovadoras e pelo compromisso contínuo com a modernização das infraestruturas viárias, visando a segurança, eficiência e sustentabilidade.</p>
<p>Recentemente conquistou uma notável distinção ao ser eleita a empresa de infraestrutura mais sustentável da Europa, de acordo com o GRESB (Global Real Estate Sustainability Benchmark). O GRESB é uma referência global em ESG (Environmental, Social, and Governance) para o setor de infraestrutura e imobiliário, avaliando empresas de todo o mundo anualmente.</p>
<p>Na edição mais recente, o Grupo Brisa alcançou sua pontuação mais alta de todos os tempos, atingindo 97 pontos em 100, solidificando seu status como uma empresa de &#8220;Five Star Rating.&#8221; O Grupo Brisa foi premiado com a classificação máxima em 13 das 14 categorias avaliadas, abrangendo áreas como energia, emissões de gases de efeito estufa, qualidade do ar, gestão de resíduos, biodiversidade e habitats, saúde e segurança, atendimento ao cliente, liderança e relatórios, entre outras.</p>
<p>Essas realizações refletem não apenas a busca incessante pela excelência e responsabilidade corporativa, mas também o compromisso do Grupo Brisa em enfrentar os desafios contemporâneos relacionados à sustentabilidade e à responsabilidade ambiental e social.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cenário climático divergente na Europa: impactos na agricultura e desafios em discussão para a COP28</title>
		<link>https://europa-brasil.com/cenario-climatico-divergente-na-europa-impactos-na-agricultura-e-desafios-em-discussao-para-a-cop28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Europa está testemunhando uma realidade climática divergente que repercute diretamente no setor agrícola do continente. As mudanças climáticas se tornaram mais evidentes e impactantes na região, apresentando desafios significativos para os agricultores europeus. De acordo com o último boletim climático e de lavouras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Europa enfrenta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa está testemunhando uma realidade climática divergente que repercute diretamente no setor agrícola do continente. As mudanças climáticas se tornaram mais evidentes e impactantes na região, apresentando desafios significativos para os agricultores europeus.</p>
<p>De acordo com o último boletim climático e de lavouras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Europa enfrenta temperaturas acima da média, o que pode prejudicar as culturas de inverno. No entanto, mesmo com a queda nas temperaturas, o frio ainda não foi suficiente para induzir o estado de dormência nas plantações.</p>
<p>No oeste e sul da Europa, uma grande área de alta pressão quase estacionária está mantendo o clima quente e seco. As temperaturas estão muito acima do normal, variando de 3 a 9°C acima da média histórica, estendendo-se desde a Espanha e França até os Bálcãs ocidentais.</p>
<p>Essas condições climáticas estão acelerando o ritmo de colheita das culturas de verão, no entanto, também estão causando uma elevação nas perdas de umidade do solo, com precipitações nos últimos 60 dias abaixo de 50% da média em grande parte do sul da Europa.</p>
<p>Por outro lado, o norte e nordeste da Europa estão sob a influência de chuvas intensas. Uma série de instabilidades que se deslocam ao longo do perímetro norte trouxeram precipitações significativas, variando de 10 a 120 mm, desde a Inglaterra e os Países Baixos até a Polônia e os Estados Bálticos. Essas chuvas têm mantido ou até melhorado a umidade do solo, favorecendo o crescimento das culturas de inverno na região.</p>
<p>É importante notar que a primeira geada da temporada foi observada desde o norte da Romênia em direção ao norte. No entanto, as temperaturas médias dos últimos dias permaneceram acima de 5°C. Isso significa que as culturas de inverno ainda não entraram em estado de dormência, o que pode ter implicações significativas para a safra.</p>
<p>Diante deste cenário desafiador, os agricultores europeus estão se esforçando para se adaptar. Muitos estão investindo em tecnologias de agricultura de precisão, sistemas de irrigação mais eficientes e práticas de cultivo sustentáveis para minimizar os impactos das mudanças climáticas. Além disso, os governos e organizações estão desenvolvendo políticas de apoio e estratégias de adaptação para auxiliar o setor agrícola a enfrentar esses desafios.</p>
<p><strong>COP28: combustíveis fósseis e o impacto no aquecimento global</strong></p>
<p>Em um encontro recente em Bruxelas, Bélgica, os ministros do clima dos 27 países da União Europeia se reuniram para forjar uma posição unificada em preparação para a próxima Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP28, marcada para acontecer no final de novembro em Dubai, Emirados Árabes Unidos. No entanto, um dos tópicos cruciais que gerou divergências entre os governos europeus é a questão da eliminação progressiva dos combustíveis fósseis.</p>
<p>O último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), conhecido como &#8220;Climate Change 2023/Synthesis Report,&#8221; ressalta que os setores de energia, transportes, indústria e construção civil são responsáveis por uma parcela substancial, correspondendo a 79%, das emissões mundiais de GEE (gases de efeito estufa). Na Europa, 75,4% das emissões de GEE provêm da queima de combustível fóssil, enquanto outros setores contribuem com 22,8%. A agricultura europeia, por sua vez, representa 10,7% do total de emissões de gases de efeito estufa na região.</p>
<p>A Comissão Europeia propõe que a União Europeia defenda em Dubai um cronograma para que os países cessem a produção e o consumo de energia derivada de combustíveis fósseis nas próximas décadas, em consonância com o que a comunidade científica sustenta como crucial para conter o aquecimento global nos limites estabelecidos pelo Acordo de Paris. Essa abordagem é apoiada por pelo menos 10 países da UE, incluindo nações como Alemanha, Eslovênia, Dinamarca, França, Irlanda e Países Baixos.</p>
<p>No entanto, um grupo de países liderado por Eslováquia, Hungria, Itália, Malta, Polônia e República Tcheca defende uma abordagem mais cautelosa. Eles propõem uma eliminação progressiva restrita aos chamados combustíveis fósseis &#8220;incompensáveis&#8221; (unabated). Essa abordagem permitiria que os países continuassem a queimar combustíveis fósseis, desde que estivessem vinculados a tecnologias de captura e armazenamento de carbono.</p>
<p>A discussão sobre a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis é central na busca de soluções para mitigar as mudanças climáticas. As decisões tomadas na COP28 terão um impacto significativo no futuro do planeta e na capacidade de limitar o aquecimento global a níveis aceitáveis. A União Europeia, como um dos principais atores no cenário internacional, desempenha um papel crucial na definição de políticas que irão moldar o curso das ações climáticas globais.</p>
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