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	<title>Arquivo de Big Techs - Europa | Brasil</title>
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		<title>Alemanha propõe taxa de até 10% sobre gigantes da tecnologia, reacendendo tensões com os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanhã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo Ministro da Cultura da Alemanha, Wolfram Weimer, declarou em entrevista para a revista Stern que o governo alemão se prepara para implementar uma taxa de até 10% sobre as receitas de grandes plataformas de tecnologia que operam no país, como Google, Meta e Apple. A medida visa equilibrar o mercado digital e garantir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Ministro da Cultura da Alemanha, Wolfram Weimer, declarou em entrevista para a revista Stern que o governo alemão se prepara para implementar uma taxa de até 10% sobre as receitas de grandes plataformas de tecnologia que operam no país, como Google, Meta e Apple. A medida visa equilibrar o mercado digital e garantir que essas empresas contribuam de forma justa para a economia alemã.</p>
<p>O ministro destacou à revista Stern que &#8220;essas plataformas se beneficiam enormemente do mercado europeu, mas sua contribuição fiscal não reflete essa realidade&#8221;. Ele enfatizou a necessidade de uma abordagem mais equitativa, onde todas as empresas, independentemente de sua origem, participem do financiamento das infraestruturas culturais e digitais da Alemanha.</p>
<p>A proposta surge em um momento de crescente tensão comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia, e a nova taxa proposta pela Alemanha pode intensificar ainda mais as tensões transatlânticas. As empresas mais afetadas pela nova lei são americanas &#8211; Google, Meta e Apple possuem uma base significativa de usuários na União Europeia, com centenas de milhões de usuários ativos cada uma. A aplicação de uma taxa sobre suas receitas na Alemanha poderia impactar significativamente seus lucros e levar a retaliações por parte dos Estados Unidos.</p>
<p>Analistas financeiros sugerem que, caso implementada, a taxa poderia reduzir os lucros dessas empresas em até 5% na região europeia, dependendo da estrutura de cada empresa e de sua exposição ao mercado alemão. Além disso, há preocupações de que outras nações europeias possam seguir o exemplo da Alemanha, criando um ambiente regulatório mais desafiador para as gigantes da tecnologia.</p>
<p>O ministro Weimer destacou que está disposto a conversar, e alega ter convocado representantes das empresas para uma reunião em que serão discutidas medidas alternativas, como contribuições voluntárias ou outras formas de contrapartidas. Mas frisou que o projeto de lei existe e está sendo preparado.</p>
<p>“Nós pegamos muito leve com as empresas de tecnologia americanas nas questões relacionadas a impostos, mas isso não precisa continuar assim”, disse o primeiro-ministro Alemão, Friedrich Merz, em uma entrevista para a rede de TV estatal WDR no começo da semana. “Não gostaria de escalar este conflito. Espero que possamos chegar a uma solução conjunta.”</p>
<p>Merz e Trump devem se encontrar na Casa Branca nas próximas semanas, em sua primeira viagem diplomática como chanceler.</p>
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		<title>Europa busca seu próprio Vale do Silício para rivalizar com EUA e China</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-busca-seu-proprio-vale-do-silicio-para-rivalizar-com-eua-e-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 19:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Big Techs]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos séculos, a Europa foi protagonista de momentos históricos que moldaram o mundo moderno — das grandes navegações à Revolução Industrial. No entanto, quando se trata de tecnologia e inovação, o continente parece ter ficado para trás, superado pelos gigantes tecnológicos dos Estados Unidos e da China. Em uma tentativa de recuperar o terreno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos séculos, a Europa foi protagonista de momentos históricos que moldaram o mundo moderno — das grandes navegações à Revolução Industrial. No entanto, quando se trata de tecnologia e inovação, o continente parece ter ficado para trás, superado pelos gigantes tecnológicos dos Estados Unidos e da China.</p>
<p>Em uma tentativa de recuperar o terreno perdido, líderes do setor de tecnologia fizeram um apelo ambicioso: criar uma estrutura unificada para promover startups e impulsionar a inovação no bloco. Em uma carta aberta, executivos como Patrick Collison (CEO da Stripe), Taavet Hinrikus (cofundador do Wise) e Ilkka Paananen (CEO da Supercell) pediram a criação de uma entidade semelhante ao que o Vale do Silício representa para os EUA, uma “EU Inc.”, que teria como missão fomentar um ecossistema mais colaborativo e competitivo para as empresas europeias.</p>
<p>No cerne do problema apontado pelos empresários está a fragmentação do cenário de startups na Europa. Embora o continente tenha um número crescente de empresas emergentes e um ambiente de capital de risco que levantou cerca de US$ 45 bilhões em 2023, o ecossistema tecnológico europeu continua ofuscado pelos EUA, que no mesmo período captaram US$ 120 bilhões em investimentos.</p>
<p>Além do volume de investimentos, há uma preocupação latente com a burocracia e a dificuldade de transitar entre os mercados internos da União Europeia. &#8220;A conformidade legal e regulatória é um fardo, e a colaboração transfronteiriça é rara&#8221;, destaca a carta. Isso cria barreiras significativas para startups que buscam expandir suas operações, inibindo o potencial de crescimento e inovação.</p>
<p>A EU Inc., proposta pelos empresários, visa corrigir essas falhas ao padronizar processos de investimento, simplificar operações internacionais e criar uma estrutura unificada para opções de ações de funcionários. Essa iniciativa seria um passo crucial para incentivar empresas a crescerem rapidamente e competirem de forma mais eficaz no cenário global, onde China e EUA dominam.</p>
<p>O apelo dos empresários vem em um momento crítico para a Europa. O ex-presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, divulgou recentemente um relatório que destaca a necessidade urgente de reformas estruturais e investimentos massivos para tornar o bloco competitivo no cenário internacional. Draghi sugeriu um adicional de 800 bilhões de euros em investimentos anuais para acelerar áreas como inovação tecnológica, argumentando que a Europa ainda está “presa em uma estrutura industrial estática”, incapaz de competir com as potências globais.</p>
<p>Esse cenário de estagnação industrial não é novidade, mas a diferença agora é a velocidade com que as mudanças tecnológicas acontecem. Enquanto as big techs americanas (Amazon, Google, Apple, Meta, Microsoft) e as gigantes chinesas (Alibaba, Tencent, ByteDance, Baidu) dominam o setor de tecnologia, a Europa luta para criar suas próprias titãs. O fato de o continente não ter uma única big tech nascida em solo europeu é um sinal claro de que algo precisa mudar.</p>
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		<title>Desafio de espaço e energia em centros de dados europeus</title>
		<link>https://europa-brasil.com/desafio-de-espaco-e-energia-em-centros-de-dados-europeus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 12:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Big Techs]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os centros de dados na Europa estão enfrentando uma crise de escassez de espaço à medida que são inundados por uma demanda sem precedentes. Especialistas do setor observaram que a explosão e a crescente demanda por inteligência artificial estão exercendo uma pressão insustentável sobre a capacidade e o suporte disponíveis. A corrida pela tecnologia tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os centros de dados na Europa estão enfrentando uma crise de escassez de espaço à medida que são inundados por uma demanda sem precedentes. Especialistas do setor observaram que a explosão e a crescente demanda por inteligência artificial estão exercendo uma pressão insustentável sobre a capacidade e o suporte disponíveis.</p>
<p>A corrida pela tecnologia tem impulsionado uma busca frenética por espaço e energia para alimentar os servidores, no entanto, a disponibilidade não está acompanhando esse ritmo vertiginoso. Grandes empresas como Amazon, Microsoft, Google, Meta, Oracle e ByteDance (proprietária do TikTok) estão expandindo suas infraestruturas com urgência, mas a escassez de espaço e a capacidade elétrica necessária para alimentar a IA estão se tornando cada vez mais evidentes.</p>
<p>Segundo a Reuters, a CBRE, uma empresa líder em pesquisa de mercado imobiliário, revelou que as taxas médias de disponibilidade de espaço nos principais mercados europeus, como Frankfurt (Alemanha), Londres (Inglaterra), Amsterdã (Holanda), Paris (França) e Dublin (Irlanda), estão atingindo um novo recorde mínimo de 8,2% este ano, comparado ao mínimo de 10,6% do ano anterior.</p>
<p>Embora isso possa parecer favorável para o mercado imobiliário europeu, Kevin Restivo, diretor de pesquisa da CBRE, adverte que há menos espaço disponível para os negócios operarem.</p>
<blockquote><p>“Até em mercados onde a capacidade ainda está se expandindo, como Berlin e Milão, a expansão tem caído e a oferta de vagas diminuído.”</p></blockquote>
<p>Por outro lado, Stijn Grove, líder da Associação Holandesa de Data Centers, argumenta que a ideia de uma &#8220;soberania&#8221; europeia na computação em nuvem e na IA é irrealista, já que as empresas europeias ainda não alcançaram o mesmo nível de poder e serviços que seus concorrentes americanos e chineses.</p>
<p>A limitada capacidade de expansão está gerando um alerta crítico para o setor. Além do pouco espaço físico para a expansão de data centers na Europa, o crescente consumo de energia elétrica também é um fator que dificulta.</p>
<p>Restivo afirma não haver um plano concreto para mitigar o problema e que existe um sentimento de “no meu quintal não” entre os governos. Concorrentes de outros países, enquanto isso, aproveitam o espaço extra para conquistar clientes gigantescos, que não se importam de pagar um adicional pelo consumo extra de energia. O aquecimento do mercado de IA tem mostrado que vale a pena tentar suprir a demanda.</p>
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