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	<title>Arquivo de CO2 - Europa | Brasil</title>
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		<title>Estocolmo recebe Cúpula do Clima 50 anos depois da primeira edição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 14:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio à tríplice crise planetária de mudanças climáticas, perda de natureza e biodiversidade, poluição e resíduos, Estocolmo realiza a Cúpula Ambiental que marca os 50 anos de tratado na Organização das Nações Unidas (ONU) nesta área. A conferência na capital da Suécia é um marco dos esforços que têm sido feitos para reduzir os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em meio à tríplice crise planetária de mudanças climáticas, perda de natureza e biodiversidade, poluição e resíduos, Estocolmo realiza a Cúpula Ambiental que marca os 50 anos de tratado na Organização das Nações Unidas (ONU) nesta área. A conferência na capital da Suécia é um marco dos esforços que têm sido feitos para reduzir os impactos no clima ao longo de décadas e que reúne líderes globais para tratar do assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realizada em 1972, a Cúpula de Estocolmo deu início a um processo de negociações diplomáticas em busca de melhorias para a gestão do clima do mundo. De lá pra cá muitos alertas, mas poucos progressos, mas o consenso entre cientistas é de que o tempo quase se esgotou para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e evitar um aquecimento desastroso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, e o enviado especial dos Estados Unidos para o clima, John Kerry, ambos presidentes no encontro na Suécia, a invasão da Ucrânia pela Rússia representa o risco de desacelerar o ímpeto da crise climática. Em coletiva de imprensa, Guterres lembrou que apesar do atraso que o conflito pode representar para o tema, também mostrou o quanto o mundo é frágil frente à dependência de combustíveis fósseis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma situação de conflito que, segundo o secretário-geral da ONU, põe em teste a capacidade de união global para enfrentamento de questões globais, como as mudanças climáticas e perda da biodiversidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o The Local, Inger Andersen, diretora do PNUMA, todos precisam estar juntos nessa luta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Precisamos de todos debaixo da tenda. Temos que evitar a fragmentação”, disse Andersen, em um comunicado, pedindo “ações ousadas” na reunião.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais temas que a conferência abordará são ações para reduzir as emissões, a recuperação da pandemia de Covid-19 e como acelerar a proteção ambiental na política de desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ministro sueco da União Europeia, Hans Dahlgren, participou da conferência em 1972 como repórter e desta vez terá uma função ainda mais crucial: a declaração da Suécia na conferência, chamando a atenção para o fato de que a questão climática é urgente e precisa de soluções agora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Tornou-se o ponto de partida para a colaboração internacional que, entre outras coisas, levou ao Acordo de Paris em 2015”, explicou Dahlgren.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele observou que a principal diferença agora, meio século depois, era o senso de “urgência” e que existem estruturas para lidar com a questão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos avanços nos diálogos desde a primeira edição em 1972, a conferência cercada de simbolismos, não agrada a todos. Ativistas climáticos, liderados sueca Greta Thunberg, ficaram frustrados com o que consideram uma inação generalizada dos líderes mundiais. Para eles, “a crise climática ainda está aqui, piorou nos últimos anos e muita ação política foi para piorar de diferentes maneiras”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O encontro conta com a participação de ao menos dez chefes de. O Brasil será representado pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, e a secretária de Amazônia e Serviços Ambientais, Marta Lisli Giannichi.</span></p>
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		<title>Vendas de carros elétricos e híbridos na Dinamarca superam as de modelos convencionais</title>
		<link>https://europa-brasil.com/vendas-de-carros-eletricos-e-hibridos-na-dinamarca-superam-as-de-modelos-convencionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 14:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carbono zero]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[CO2]]></category>
		<category><![CDATA[dinamarca]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de CO2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que os países Nórdicos são os mais verdes e que atuam mais fortemente pela sustentabilidade já sabemos e isso vem se traduzindo em números. Caso das vendas de carros elétricos e híbridos na Dinamarca, que superaram as vendas de veículos a gasolina e diesel . De acordo com a Associação Dinamarquesa de Importadores de Carros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Que os países Nórdicos são os mais verdes e que atuam mais fortemente pela sustentabilidade já sabemos e isso vem se traduzindo em números. Caso das vendas de carros elétricos e híbridos na Dinamarca, que superaram as vendas de veículos a gasolina e diesel . De acordo com a Associação Dinamarquesa de Importadores de Carros (DBI), em dezembro de 2021, foram 10.274 híbridos elétricos ou plug-in vendidos no país, representando 57,8% do total de carros comercializados no país. Esse é um recorde tanto em termos absolutos quanto relativos, disse a associação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os carros verdes entregaram um sprint final distinto em dezembro em um ano em que as vendas de carros verdes foram muito melhores do que a maioria ousou esperar&#8221;, disse Mads Rørvig, CEO da DBI.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O executivo destaca que houve uma alta considerável nas vendas desses modelos, mas pondera que em 2022 pode haver uma redução nesse ritmo devido ao aumento de impostos na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;As vendas de carros elétricos aumentaram 75% em relação a 2020, enquanto os híbridos plug-in cresceram mais de 120%. No entanto, esperamos que a proporção de híbridos plug-in caia em 2022, à medida que o imposto sobre esses carros aumentou”, explicou o executivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rørvig lembrou ainda que, assim como o que aconteceu em todos os países do mundo, a produção de veículos na Dinamarca também foi castigada pela escassez de componentes trazida pela pandemia de Covid-19, o que elevou o tempo de produção e entrega dos veículos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Não há dúvida de que as vendas de carros teriam sido maiores se tivéssemos mais facilidade para levar os carros para casa, disse Rørvig&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas se o bom desempenho das vendas de modelos elétricos e híbridos é algo comemorado pelos dinamarqueses, esse incremento de modelos desse tipo na frota do país evidenciou um problema: a falta de estações de carregamento, o que impacta diretamente na vida de quem migra para automóveis verdes. Para a DBI, é evidente que o avanço das frotas de carros recarregáveis ​​está bem à frente do lançamento da rede de recarga no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O estabelecimento de novas estações de carregamento acelerou gradualmente, mas ainda não consegue acompanhar o desenvolvimento dos carros elétricos vendidos”, acrescentou Rørvig.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele destaca que nas festas de fim de ano, a Dinamarca assistiu a longas filas nas estações de carregamento mais populares. Isso porque o período concentra os dias de viagem mais movimentados do ano. Isso, na avaliação da associação, “não é sustentável e impede muitos consumidores de escolher um carro elétrico&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com dados do governo dinamarquês, o setor do transporte representa um quarto das emissões CO2 no país. Para fazer frente a isso, a Dinamarca deve proibir a venda de novos carros a gasolina e diesel em 2030. A ideia é que o país não dependa de combustíveis fósseis até 2050.</span></p>
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