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	<title>Arquivo de desemprego - Europa | Brasil</title>
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		<title>Taxa de desemprego na zona do euro permaneceu na mínima recorde de 6,4%</title>
		<link>https://europa-brasil.com/taxa-de-desemprego-na-zona-do-euro-permaneceu-na-minima-recorde-de-64/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 12:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma recente reportagem publicada no jornal Financial Times revelou que a taxa de desemprego na zona do euro permaneceu na mínima recorde de 6,4% em novembro. Este dado surpreendente desafia o pessimismo econômico recente, mostrando uma queda de quase 100.000 desempregados em relação ao mês anterior. A persistente força do mercado de trabalho na Europa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma recente reportagem publicada no jornal <a href="https://www.ft.com/content/2c66254f-54e7-46d2-8c7b-fcd9862f9cf4">Financial Times</a> revelou que a taxa de desemprego na zona do euro permaneceu na mínima recorde de 6,4% em novembro. Este dado surpreendente desafia o pessimismo econômico recente, mostrando uma queda de quase 100.000 desempregados em relação ao mês anterior.</p>
<p>A persistente força do mercado de trabalho na Europa está gerando cautela entre os formuladores de políticas do Banco Central Europeu (BCE) quanto ao momento de possíveis cortes nas taxas de juros. Eles estão preocupados que o rápido crescimento salarial possa manter as pressões inflacionárias elevadas.</p>
<p>Segundo o Eurostat, a agência estatística da União Europeia, o número de desempregados na região caiu para 10,97 milhões em novembro, uma queda de 99.000 em relação ao mês anterior e de 282.000 em relação ao ano anterior. Esse declínio foi especialmente notável na Itália, onde o número de desempregados diminuiu em 66.000 para pouco mais de 1,9 milhão.</p>
<p>Os economistas previam que a taxa de desemprego aumentaria devido ao crescimento econômico lento, demanda fraca, aumento dos salários e empresas sinalizando planos de demissões. No entanto, a realidade tem mostrado uma resiliência maior do mercado de trabalho do que o esperado.</p>
<p>No entanto, os dados econômicos recentes pintam um quadro misto. Enquanto as exportações do bloco aumentaram 3,7% em novembro em relação ao mês anterior e as encomendas à indústria na Alemanha subiram 0,3%, a produção industrial alemã caiu 0,7% pelo sexto mês consecutivo.</p>
<p>A incerteza persiste quanto ao futuro do mercado de trabalho e à possível trajetória das taxas de juros do BCE.</p>
<p><em>Essa matéria foi baseada em uma reportagem recente publicada no jornal Financial Times.</em></p>
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		<title>Jovens portugueses enfrentam desafios no mercado de trabalho do país</title>
		<link>https://europa-brasil.com/jovens-portugueses-enfrentam-desafios-no-mercado-de-trabalho-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 10:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[crise de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mais recente Censo do Mercado de Trabalho Português mostra que um em cada cinco jovens do país não consegue arranjar trabalho. Os dados levantados pela Fundação José Neves, pelo Observatório do Emprego Jovem e pelo escritório da Organização Internacional do Trabalho no país europeu,  destacam que além da falta de vagas, os salários dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O mais recente Censo do Mercado de Trabalho Português mostra que um em cada cinco jovens do país não consegue arranjar trabalho. Os dados levantados pela Fundação José Neves, pelo Observatório do Emprego Jovem e pelo escritório da Organização Internacional do Trabalho no país europeu,  destacam que além da falta de vagas, os salários dos jovens são baixos e há um desequilíbrio entre a formação adquirida e a requerida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo mostra ainda que a vulnerabilidade do emprego jovem em Portugal é uma realidade, que se agravou com a Covid-19. Antes da pandemia, a média de desempregados com menos de 25 anos no país era o dobro da população em geral, número que ficou três vezes mais alto durante a crise da Covid-19.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo também destaca que houve uma redução no abandono escolar e aumento de ingressos no ensino superior. Segundo o estudo, &#8220;em 2020, apenas 21% dos portugueses entre os 25 e os 34 anos não tinham terminado o ensino secundário&#8221;. Já em 2021, 36% e 48% dos jovens portugueses entre os 25 e os 34 anos tinham o ensino secundário e superior, respetivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de um aumento no ingresso no ensino superior, de acordo com o documento, Portugal apresenta níveis de desemprego jovem superiores à média da União Europeia, são 15,9% de desempregados no país, frente a 13% no bloco econômico europeu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas razões são destacadas para essa situação: relações contratuais atípicas e a transição da escola para o mercado de trabalho, que se tornou ainda mais difícil num período em que a economia estava em retração e que o sistema de ensino enfrentava diversos problemas devido à suspensão das atividades letivas. Em 2021, o percentual de jovens, entre os 20 e os 34 anos, que conseguiram um emprego após terminar o ensino secundário ou superior, caiu para 74,2%. Em 2019, era de 77,5%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com os autores da pesquisa, são necessárias políticas complementares  entre políticas de emprego, de educação (dos ensinos superior e profissional) e de apoio às empresas; bem como a regulação do mercado de trabalho e políticas de inovação, tudo no âmbito da reestruturação do sistema produtivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, é necessário melhorar a articulação entre sistema de ensino e as competências mais procuradas pelo sistema económico. Envolver os empregadores na concepção e implementação da formação profissional e superior e incorporar ou reforçar da formação em soft skills nos currículos, são algumas das sugestões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro estudo realizado em Portugal mostra que o país tem enfrentado uma fuga de talentos. O estudo Êxodo de competências e mobilidade acadêmica de Portugal para a Europa, revela que questões como salário, estabilidade e reconhecimento são as razões que levam tantos jovens com formação superior a saírem do país. 70% ganhavam menos de mil euros e passou a receber mais de dois mil e, até, mais de três mil euros em outros países. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa envolveu os jovens qualificados que emigraram para a Europa, e que representam um quarto dos portugueses que deixaram o país na última década, segundo o sociólogo, professor e pesquisador do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria dos jovens que deixam o país não tem um curso superior, apesar da qualificação ser cada vez mais elevada. Mas o número de emigrantes qualificados subiu 87,5%. O seu peso era de 6,2% do total de emigrantes em 2000, atingindo os 11% em 2015.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desemprego na Noruega registra nível mais baixo desde 2008</title>
		<link>https://europa-brasil.com/desemprego-na-noruega-registra-nivel-mais-baixo-desde-2008/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 19:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[noruega]]></category>
		<category><![CDATA[Scandinavianway]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o Brasil acumula uma taxa de trabalhadores desempregados de 13,7% neste ano – dados da agência de classificação de risco Austin Rating, a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI)&#8211;, a Noruega registrou neste mês seu nível mais baixo de desempregado desde 2008: um total de 53.800 pessoas sem trabalho no país [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o Brasil acumula uma taxa de trabalhadores desempregados de 13,7% neste ano – dados da </span><span style="font-weight: 400;">agência de classificação de risco Austin Rating, a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI)&#8211;</span><span style="font-weight: 400;">, a Noruega registrou neste mês seu nível mais baixo de desempregado desde 2008: um total de 53.800 pessoas sem trabalho no país nórdicono final de abril. Isso representa 1,9% da força de trabalho na Noruega. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final de abril, o país scandinavo registrou 96.900 desempregados plenos e parcialmente desempregados, bem como candidatos a emprego. O número equivale a 3,3% da força de trabalho. Um dos percentuais mais baixos do mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o chefe da NAV (Norwegian Labour and Welfare Administration – Secretaria de Tranalho e Bem-estar do país), Hans Christian Holte, a queda na taxa em abril foi mais significativa entre os parcialmente demitidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Há menos candidatos a emprego agora do que antes da pandemia, e a demanda por mão-de-obra ainda é alta. Teríamos que voltar a 2008 para encontrar um nível de desemprego mais baixo”, observou Holte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução nas taxas de desemprego foi registrada em todos os grupos profissionais. Ajustadas as variações sazonais normais, o número de candidatos a emprego diminuiu para todos os grupos ocupacionais em abril.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A queda foi maior no turismo e nos transportes, com menos 1.400 candidatos a emprego (-12%).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As regiões de Trøndelag, Viken, Agder e Vestland, tiveram as maiores reduções com 8% menos candidatos a emprego em todos os condados em comparação a março.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um aspecto destacado pela Secretaria de Trabalho e Bem-estar do país foi o fato de que em abril acabaram as regras temporárias para benefícios de desemprego.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A diminuição do número de demitidos deve ser vista em conexão com o fato de que muitas pessoas atingiram seu período máximo de demissão em abril”, disse Holte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em abril, 8.900 novos candidatos a emprego se registaram nos serviços de Trabalho e Bem-estar do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é uma realidade bem distante da brasileira. O Brasil foi classificado com um dos piores índices de desemprego do mundo.</span></p>
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