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	<title>Arquivo de EUA - Europa | Brasil</title>
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	<lastBuildDate>Thu, 29 Jan 2026 14:24:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>UE e Reino Unido perderiam mais que EUA em guerra tarifária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:24:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra tarifária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova análise econômica da Universidade Aston em Birmingham mostra que a União Europeia e o Reino Unido sofreriam mais economicamente que os Estados Unidos caso optassem por retaliar as ameaças tarifárias de Donald Trump. A pesquisa, divulgada nos últimos dias, analisa os impactos de uma potencial guerra comercial relacionada à disputa sobre a Groenlândia. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova análise econômica da Universidade Aston em Birmingham mostra que a União Europeia e o Reino Unido sofreriam mais economicamente que os Estados Unidos caso optassem por retaliar as ameaças tarifárias de Donald Trump. A pesquisa, divulgada nos últimos dias, analisa os impactos de uma potencial guerra comercial relacionada à disputa sobre a Groenlândia.</p>
<p>A volatilidade geopolítica que se acentuou a partir do mandato Trump nos EUA tem forçado os líderes europeus a avaliar diferentes cenários de enfrentamento ao presidente americano. A modelagem feita Universidade de Aston mostra que a retaliação torna cada país europeu pior do que se absorvesse as tarifas.</p>
<p>Liderada pela professora de economia Jun Du, a pesquisa revelou descobertas surpreendentes sobre o impacto econômico da retaliação. Se retaliasse com tarifas de 25%, o Reino Unido experimentaria um impacto econômico duas vezes maior do que se simplesmente absorvesse o golpe das tarifas americanas.</p>
<p>Uma retaliação coordenada entre Reino Unido e União Europeia produziria pior resultado para a Grã-Bretanha, enquanto a não retaliação conjunta produz as menores perdas. O país experimentaria metade do impacto no PIB per capita que a União Europeia enfrentaria se impusesse tarifas de 25% sobre os EUA. Já a Noruega seria, curiosamente, o único participante a ganhar com retaliação tarifária coordenada.</p>
<p>Atenta ao risco de repercussão mais ampla, a União Europeia havia preparado um pacote cuidadosamente calibrado de tarifas retaliatórias sobre 93 bilhões de euros em importações dos EUA, incluindo aviões Boeing, carros, bourbon e soja.</p>
<p>Segundo a pesquisa, para atingir duramente os Estados Unidos, a Europa precisaria expandir essa retaliação incluindo serviços americanos, como tecnologia e finanças, onde a Europa é um mercado fundamental. Du observou que a Europa não pode ameaçar excluir o Google ou a Microsoft, mas poderia tomar ações regulatórias que teriam como alvo novos entrantes no mercado.</p>
<p>Enquanto a Europa enfrenta dilemas estratégicos sobre como responder a Trump, a América do Sul já sente os efeitos concretos da política tarifária agressiva do presidente americano.</p>
<p>O cenário na região é marcado por disparidades significativas no tratamento recebido por diferentes países. A Argentina de Javier Milei tem um tratamento mais favorável e recebeu apenas a tarifa mínima de 10%, a mais baixa entre os países sul-americanos. A proximidade ideológica entre os presidentes americano e argentino explica esse tratamento diferenciado.</p>
<p>O Brasil teve um alívio parcial: Trump eliminou as tarifas de 40% sobre certos produtos agrícolas brasileiros, incluindo café, frutas e carne, reduzindo-as a zero. Também foram isentos suco de laranja, minerais, hidrocarbonetos, celulose e aviões (Embraer). Equador, Bolívia, Guiana receberam tarifas iguais ou superiores a 15%.</p>
<p>A diversificação comercial continua a ser o principal antídoto para os sul-americanos. A China se manteve como maior comprador do Brasil, com exportações crescendo 6% em relação ao ano anterior. As vendas de soja brasileira para China cresceram 84% em dezembro após Trump reduzir tarifas chinesas. O foco estratégico brasileiro mira em países como Chile, México, Rússia, Sudeste Asiático (Indonésia) e Índia, para compensar perdas no mercado americano.</p>
<p>A Suprema Corte dos EUA deve anunciar nas próximas semanas uma decisão sobre a legalidade das tarifas de Trump impostas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). Esta decisão pode limitar a capacidade de Trump de impor tarifas sem restrições ou permitir que ele continue com sua política agressiva. A incerteza sobre se Trump escalará ou recuará em suas ameaças pode fazer com que parceiros comerciais evitem a América no longo prazo, alterando permanentemente o panorama do comércio global.</p>
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		<title>OTAN: Desafio da Europa é reduzir dependência da proteção militar americana</title>
		<link>https://europa-brasil.com/otan-desafio-da-europa-e-reduzir-dependencia-da-protecao-militar-americana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 14:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última segunda-feira (26), durante discurso no Parlamento Europeu em Bruxelas, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, fez um alerta aos líderes do continente: &#8220;Se alguém aqui pensa que a União Europeia pode se defender sem os Estados Unidos, continue sonhando&#8221;. O tom de Rutte reflete a situação atual. Nas últimas semanas, declarações do presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última segunda-feira (26), durante discurso no Parlamento Europeu em Bruxelas, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, fez um alerta aos líderes do continente: &#8220;Se alguém aqui pensa que a União Europeia pode se defender sem os Estados Unidos, continue sonhando&#8221;.</p>
<p>O tom de Rutte reflete a situação atual. Nas últimas semanas, declarações do presidente americano Donald Trump colocaram em questão os fundamentos da aliança militar que manteve a paz na Europa por quase oito décadas. Suas ameaças de tomar a Groenlândia da Dinamarca, que é um membro pleno da Otan, geraram uma crise institucional que há muito tempo não se via.</p>
<p>Criada em 1949, a OTAN tem como base o princípio de que todos os membros devem defender qualquer aliado sob ataque. Essa garantia, especialmente a americana, permitiu que países europeus investissem menos em defesa durante décadas.</p>
<p>Trump já havia questionado repetidamente a utilidade da aliança e rejeitado as obrigações de defesa mútua dos Estados Unidos. Mas as ameaças contra a Groenlândia representaram uma mudança de patamar. &#8220;Os aliados europeus passaram do medo do abandono dos EUA para o medo da hostilidade dos EUA&#8221;, afirmou Steven Everts, diretor do Instituto de Estudos Estratégicos da UE em Paris.</p>
<p>Antes mesmo das ameaças sobre a Groenlândia, os países europeus já sentiam sinais de que a administração Trump descredibilizaria o tratado de modo definitivo. Pete Hegseth, secretário de defesa dos EUA, pediu no ano passado que os aliados europeus assumissem &#8220;a responsabilidade primária pela defesa convencional da Europa&#8221;.</p>
<p>A estratégia de defesa nacional dos EUA, publicada na semana passada, descreveu a ameaça russa ao lado oriental da Otan como “controlável&#8221;. O Pentágono, segundo o documento, &#8220;calibraria a postura e atividades das forças dos EUA no continente europeu para melhor contabilizar a ameaça russa aos interesses americanos, bem como a capacidade de defesa dos países aliados&#8221;.</p>
<p>O Financial Times revelou que diplomatas europeus nos EUA já falavam em uma transição de responsabilidades total até 2027. Isso quer dizer que os europeus teriam de construir  sozinhos sua própria capacidade nuclear, exigindo investimentos que hoje não estão disponíveis.</p>
<p>Em uma cúpula de líderes da UE na última semana, os 27 países-membros concordaram com uma redução sistemática das dependências dos EUA no médio e longo prazo. No entanto, os líderes permaneceram divididos sobre o melhor a fazer nos três anos restantes do mandato de Trump. As capitais europeias têm posições diferentes sobre quanto e quão rápido deveriam reduzir a dependência do guarda-chuva de segurança americano.</p>
<p>O Reino Unido enfrenta um dilema particular, dados seus laços militares e de inteligência com Washington e sua dependência dos EUA para manter seu dissuasor nuclear. A França, por outro lado, possui arsenal nuclear próprio e tradição de autonomia em defesa; Emmanuel Macron declarou a aliança &#8220;em morte cerebral&#8221; já em 2019, embora agora tenha mais cuidado em não questionar sua importância.</p>
<p>Repensar os arranjos de segurança na Europa permanece um tema delicado nos círculos oficiais. Há o receio de que debates públicos sobre alternativas à Otan possam provocar Trump a abandonar completamente a aliança ou encorajar o presidente russo Vladimir Putin a explorar a fraqueza percebida.</p>
<p>A Europa se vê entre dois fogos. De um lado, enfrenta a ameaça russa no leste — Putin continua em guerra na Ucrânia e a pressão sobre os países bálticos e a Polônia permanece. Do outro, não pode mais contar com a certeza da proteção americana que sustentou sua segurança por 77 anos.</p>
<p>A declaração de Rutte no Parlamento Europeu resume a realidade: sem os Estados Unidos, a Europa precisaria de uma transformação completa de sua postura de defesa. A questão deixou de ser se essa transformação é desejável. Agora pergunta-se em quanto tempo ela se tornará possível.</p>
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		<title>EUA e Reino Unido avançam em acordo comercial com foco em reindustrialização e alinhamento estratégico</title>
		<link>https://europa-brasil.com/eua-e-reino-unido-avancam-em-acordo-comercial-com-foco-em-reindustrializacao-e-alinhamento-estrategico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 17:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[relações bilaterais]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo acordo comercial firmado entre Estados Unidos e Reino Unido, anunciado em 8 de maio, marca um avanço importante nas relações econômicas bilaterais no cenário pós-Brexit. Embora o pacto não configure um tratado de livre comércio tradicional, ele simboliza um passo concreto rumo a uma nova fase de cooperação entre as duas potências, focada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo acordo comercial firmado entre Estados Unidos e Reino Unido, anunciado em 8 de maio, marca um avanço importante nas relações econômicas bilaterais no cenário pós-Brexit. Embora o pacto não configure um tratado de livre comércio tradicional, ele simboliza um passo concreto rumo a uma nova fase de cooperação entre as duas potências, focada menos em volume de trocas e mais em setores estratégicos e cadeias críticas.</p>
<p>Batizado de “Parceria Econômica Atlântica” (Atlantic Economic Partnership), o acordo cobre temas como acesso preferencial para exportações britânicas de veículos e aço, alinhamento regulatório em setores industriais, além de cooperação tecnológica em áreas sensíveis como semicondutores e inteligência artificial. O Reino Unido, por sua vez, aceitou flexibilizar o acesso de produtos agrícolas norte-americanos e alinhar tarifas sobre aço e alumínio às práticas comerciais dos EUA.</p>
<p>A iniciativa surge em um momento no qual o Reino Unido busca ampliar sua relevância global como parceiro comercial, após anos de dificuldades para fechar acordos de peso desde a saída da União Europeia. Desde 2020, o Reino Unido assinou mais de 70 acordos comerciais bilaterais, mas nenhum com o mesmo peso simbólico e político de um pacto com os Estados Unidos. Já para os americanos, o novo acordo reforça a estratégia de reconstruir alianças econômicas em torno de objetivos industriais e tecnológicos, em contraste com o multilateralismo que dominou a cena global nas décadas anteriores.</p>
<p>Um dos pontos centrais do acordo é a isenção de tarifas para até 100 mil veículos britânicos exportados anualmente aos Estados Unidos — medida que representa cerca de 40% do volume de exportações automobilísticas do Reino Unido para o mercado americano em 2023. Segundo a <em>Society of Motor Manufacturers and Traders</em> (SMMT), os EUA foram o segundo maior destino de veículos britânicos no ano passado, atrás apenas da União Europeia. O benefício direto alcança montadoras como Nissan (com fábrica em Sunderland), Mini (BMW Group) e Jaguar Land Rover.</p>
<p>Em contrapartida, a abertura do mercado britânico a produtos agrícolas dos EUA, como carne bovina e etanol, representa um gesto relevante de flexibilização regulatória — historicamente barrada por regras da UE sobre hormônios e aditivos alimentares. O setor agrícola britânico, que representa 0,6% do PIB, teme que o pacto aumente a pressão sobre pequenos produtores nacionais já afetados por custos crescentes de energia e transporte.</p>
<p>Apesar do tom positivo das autoridades dos dois países, economistas destacam que o acordo tem alcance limitado. Ficam de fora temas estruturais como serviços financeiros, que representam quase 80% da economia britânica, e barreiras técnicas amplas ao comércio digital. Ainda assim, a sinalização política é clara: Reino Unido e Estados Unidos estão tentando construir um novo tipo de parceria, com foco em resiliência industrial, inovação tecnológica e segurança de suprimentos.</p>
<p>De acordo com dados do <em>Office for National Statistics</em> (ONS), o comércio bilateral entre os dois países movimentou cerca de US$ 290 bilhões em 2023. Os EUA são hoje o maior parceiro individual de exportação do Reino Unido, absorvendo 14,9% de todas as exportações britânicas, enquanto o Reino Unido representa cerca de 2,3% das exportações totais dos EUA. Ou seja, o impacto macroeconômico do acordo será modesto no curto prazo, mas relevante do ponto de vista geoestratégico.</p>
<p>A reação da China ao anúncio foi imediata. O Ministério do Comércio chinês afirmou que o pacto “fragmenta cadeias globais de suprimento” e criticou cláusulas que poderiam excluir fornecedores chineses de mercados britânicos em setores considerados críticos. O alerta é consistente com o crescente incômodo de Pequim diante da adoção, por países do G7, de políticas de friend-shoring — termo utilizado para descrever a reconfiguração de cadeias produtivas em direção a países aliados.</p>
<p>No Reino Unido, o acordo é recebido como uma vitória política pelo governo de Keir Starmer, que tenta reposicionar o país como um parceiro confiável no cenário internacional após os anos turbulentos do Brexit. Mas críticos apontam que, sem um aumento expressivo no volume de comércio ou benefícios tangíveis para pequenas empresas, o pacto corre o risco de ser mais simbólico do que transformador.</p>
<p>No fim, o acordo EUA-Reino Unido reflete uma nova abordagem para o comércio internacional em tempos de transição geoeconômica: menos tarifas, mais política industrial. Em um mundo cada vez mais fragmentado, onde cadeias de valor são redesenhadas sob o peso de rivalidades estratégicas, acordos como esse deixam claro que o comércio exterior deixou de ser apenas uma questão de eficiência — e passou a ser, também, uma questão de poder.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Europa busca seu caminho após o fim do multilateralismo dos EUA</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-busca-seu-caminho-apos-o-fim-do-multilateralismo-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 12:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Baker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na quinta-feira da semana passada, líderes da União Europeia se comprometeram a trabalhar conjuntamente para garantir a segurança do continente. Os 27 países do bloco endossaram a criação de novas iniciativas de defesa e aprovaram uma linha de crédito de 150 bilhões de euros para financiar os projetos. O grupo também deu sinal verde para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="54" data-end="359">Na quinta-feira da semana passada, líderes da União Europeia se comprometeram a trabalhar conjuntamente para garantir a segurança do continente. Os 27 países do bloco endossaram a criação de novas iniciativas de defesa e aprovaram uma linha de crédito de 150 bilhões de euros para financiar os projetos.</p>
<p data-start="361" data-end="672">O grupo também deu sinal verde para a flexibilização das regras fiscais que limitam o endividamento dos países da região, abrindo espaço para o aumento dos investimentos militares. A decisão, embora ainda dependa de ratificação por parte dos congressos de cada país-membro, é, na prática, um divisor de águas.</p>
<p data-start="674" data-end="1089">Essa opção coletiva, impensável antes da invasão da Ucrânia pela Rússia e da decisão do presidente americano Donald Trump de virar as costas para o continente, marca o fim de uma longa parceria entre Estados Unidos e Europa iniciada após a Segunda Guerra Mundial. Ao distanciar-se de Bruxelas e de outros parceiros tradicionais, como Canadá e México, Washington adota um novo padrão de protagonismo internacional.</p>
<p data-start="1091" data-end="1547">Sai agora de campo o viés das últimas décadas voltado ao multilateralismo (com todas as vantagens que isso trouxe para Washington) para dar lugar a uma reencarnação bem mais zangada e ruidosa da doutrina do “big stick” (grande porrete) do presidente americano Theodore Roosevelt, que liderou o país de 1901 a 1909. Ele defendia a seguinte fórmula diplomática para proteger os interesses do país: &#8220;Fale baixo e carregue um grande porrete; você irá longe&#8221;.</p>
<p data-start="1549" data-end="1785">Exemplos daquele viés multilateralista que norteou as estratégias geopolítica e econômica dos Estados Unidos durante as últimas oito décadas podem ser encontrados não apenas em governos democratas, mas também em governos republicanos.</p>
<p data-start="1787" data-end="2496">Na gestão Joe Biden, esse compromisso se refletiu no apoio à Ucrânia logo após a invasão russa, bem como na criação do Aukus, pacto de segurança mútua entre EUA, Reino Unido e Austrália. Na gestão Barack Obama, ocorreu o fortalecimento dos laços com a Europa e um importante distensionamento nas relações com Cuba. Outro democrata, Harry Truman, presidente dos Estados Unidos entre 1945 e 1953, promoveu o Plano Marshall, um gigantesco projeto de apoio financeiro destinado à reconstrução da Europa. Também na gestão de Truman, foi criada a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), liderada pelos Estados Unidos e destinada a proteger a Europa contra uma eventual ameaça militar da União Soviética.</p>
<p data-start="2498" data-end="3076">Pelo lado republicano, há exatos 40 anos, durante a gestão do presidente americano Ronald Reagan, foi criado um plano pelo então secretário do Tesouro, James A. Baker, que previa a concessão de novos empréstimos a países em desenvolvimento que estavam em condições de vulnerabilidade: dívidas externas de difícil pagamento, baixo nível de reservas cambiais e alto potencial de tensões sociais. O dinheiro estaria condicionado à implementação de reformas macroeconômicas, tais como privatizações, diminuição de barreiras de importação e maior flexibilização para investimentos.</p>
<p data-start="3078" data-end="3496">A abrangência e os resultados pretendidos pelo então chamado Plano Baker não foram alcançados, e os novos empréstimos aumentaram ainda mais as dívidas dos governos que haviam aderido ao mecanismo. Uma das razões para isso foi o prazo extremamente curto para o pagamento dos empréstimos, incompatível com a capacidade dos países envolvidos de, ao mesmo tempo, reorganizar suas economias e honrar aqueles compromissos.</p>
<p data-start="3498" data-end="3844">Três anos depois, havia ficado claro o fracasso da iniciativa, mas os Estados Unidos mantiveram a diretriz. Assim, em março de 1989, exatos 36 anos atrás e já na gestão do presidente George Bush, foi feita uma nova tentativa de solucionar o alto endividamento e a asfixia financeira de países situados na área de interesse do governo americano.</p>
<p data-start="3846" data-end="4252">Nascia então o Plano Brady, também batizado com o nome de seu criador, o então recém-empossado secretário do Tesouro, Nicholas F. Brady. O Plano Brady tinha uma outra modelagem: pretendia renovar a dívida externa de economias em desenvolvimento mediante a troca da dívida velha por dívida nova via lançamento de bônus com vencimentos em prazos mais alongados, os quais logo foram apelidados de <em data-start="4240" data-end="4249">bradies</em>.</p>
<p data-start="4254" data-end="4612">Aqueles bônus contemplavam o abatimento dos encargos através da redução do principal da dívida ou redução nos juros, garantindo, agora sim, oxigênio para as combalidas finanças de vários governos. O compromisso dos países beneficiados, em contrapartida, deveria ser a promoção de reformas liberais em seus mercados, revisitando assim a meta do Plano Baker.</p>
<p data-start="4614" data-end="5047">Houve muitas críticas a essa segunda tentativa do governo americano de administrar as dívidas externas de nações em desenvolvimento (que preocupavam bancos credores, principalmente os de origem americana). Mas, com o tempo, prevaleceu a visão de que, embora não tenha resolvido definitivamente o problema do endividamento de diversas economias, o Plano Brady permitiu que elas administrassem suas finanças de forma mais controlada.</p>
<p data-start="5049" data-end="5297">A América Latina foi a região mais envolvida com o Plano Brady, e de sua rodada inicial participaram Argentina, Brasil, Costa Rica, Equador, México, República Dominicana e Uruguai. Outras adesões: Bulgária, Marrocos, Nigéria, Filipinas e Polônia.</p>
<p data-start="5299" data-end="5888">O Brasil desenhou sua participação no Plano Brady a partir de julho de 1992 e fechou um acordo em abril de 1994. A dívida negociada dizia respeito a compromissos financeiros resultantes de empréstimos de médio e longo prazos contraídos por entidades do setor público junto a instituições privadas, além de juros não pagos por elas a credores internacionais. Em substituição a essa dívida, que somava aproximadamente US$ 55 bilhões, o governo brasileiro emitiu diversos tipos de bônus, neutralizando assim riscos e vulnerabilidades que inibiam a estabilização e o crescimento da economia.</p>
<p data-start="5890" data-end="6203">Os planos Baker e Brady refletiram, na prática, o protagonismo multilateral de dois governos republicanos nos Estados Unidos que viam valor (e oportunidades de negócios) no equilíbrio econômico, na geração de confiança e nas relações políticas com países parceiros. Ou seja, algo na linha do famoso ganha-ganha.</p>
<p data-start="6205" data-end="6321">A nova abordagem do atual governo americano vai em outra direção e já era esboçada por Donald Trump décadas atrás.</p>
<p data-start="6323" data-end="6726">No mês de setembro do longínquo ano de 1987, tempos da Guerra Fria entre os EUA e a então União Soviética, Trump pagou US$ 94 mil para publicar anúncios em jornais americanos criticando aquilo que considerava ser um proveito indevido por outros países em relação aos Estados Unidos (especialmente o Japão, naquela altura uma potência econômica proporcionalmente tão onipresente quanto a China é hoje).</p>
<p data-start="6728" data-end="6901">Além de defender a taxação de outros países que supostamente se beneficiavam das relações com os Estados Unidos e de sua proteção militar, o texto era recheado de ataques.</p>
<p data-start="6903" data-end="7230">“Não há nada de errado com a Política de Defesa Externa dos Estados Unidos que um pouco de coragem não possa curar&#8221;, dizia a manchete do anúncio. Logo abaixo, um esclarecimento: &#8220;Carta aberta de Donald J. Trump sobre as razões pelas quais os Estados Unidos deveriam parar de pagar para defender países que podem se defender&#8221;.</p>
<p data-start="7232" data-end="7615">Um dos trechos dizia: &#8220;Por que essas nações não pagam para os Estados Unidos pelas vidas humanas e bilhões de dólares que estamos perdendo para proteger seus interesses?” Mais adiante, acrescentava: &#8220;O mundo dá risada dos políticos americanos enquanto protegemos navios que não possuímos e transportamos o petróleo de que não precisamos, destinados a aliados que não nos ajudarão&#8221;.</p>
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		<title>“Biden pode ser o último presidente norte-americano a priorizar relações com a Europa”, diz Caio Blinder no European Day</title>
		<link>https://europa-brasil.com/biden-pode-ser-o-ultimo-presidente-norte-americano-a-priorizar-relacoes-com-a-europa-diz-caio-blinder-no-european-day/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 16:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Biden]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Blinder]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[EuropeanDay2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o painel ‘Eleições americanas, o futuro das relações Estados Unidos-Europa e o impacto desse cenário para o Brasil’, o jornalista Caio Blinder informou que vê tanto pelo candidato republicano, Donald Trump, quanto pela democrata Kamala Harris um “certo abandono nas relações com o continente europeu”. “Biden pode ser o último presidente norte-americano a priorizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o painel <em>‘Eleições americanas, o futuro das relações Estados Unidos-Europa e o impacto desse cenário para o Brasil’</em>, o jornalista Caio Blinder informou que vê tanto pelo candidato republicano, Donald Trump, quanto pela democrata Kamala Harris um “certo abandono nas relações com o continente europeu”.</p>
<p>“Biden pode ser o último presidente norte-americano a priorizar relações com a Europa. Acredito que até pela idade e trajetória ele é bastante empenhado em manter essa aproximação, mas desde o governo Obama o que vemos é afastamento. O foco agora é a Ásia”, ressalta o jornalista.</p>
<p>Pesquisa realizada pelo NY Times e divulgada nesta quinta-feira (19) sobre as eleições norte-americanas informa que ambos os candidatos estão empatados com 47% das intenções de votos.</p>
<p>“Fazendo um paralelo com o jogo de tênis, são duas duplas de cada lado disputando ponto por ponto. Do lado dos democratas estão a defesa pela democracia e o direito pelo aborto, e do lado de Trump está o fortalecimento da economia e a imigração”, destaca Blinder. “Existe uma percepção que os democratas têm maior frouxidão com o tema imigração, por isso a própria Kamala tem adotado um discurso mais rígido. O mesmo que está acontecendo na Europa nesse momento, a própria Alemanha informou recentemente que irá fechar fronteiras”.</p>
<p>Segundo o jornalista, os países europeus preferem que Kamala ganhe as eleições, mas estão se preparando para uma possível vitória do republicano. “O Trump não segue a tradicional política externa americana e os EUA tem sido mais protecionista do que nunca, o que afeta a Europa, mas também o Brasil”.</p>
<p>O European Day aconteceu nesta quinta-feira (19) no Hotel Renaissance em São Paulo e reuniu, além do jornalista Caio Blinder, o embaixador José Estanislau do Amaral Souza Neto, o professor de Relações Internacionais da FGV Oliver Stuenkel, a economista Lucila Ribeiro, o professor do Insper Roberto Dumas, a cientista e empreendedora Danielle Moraes, o diretor da Câmara de Comércio Suécia-Brasil Jonas Lindstrom, o diretor da BMJ Consultoria José Luiz Pimenta e o cônsul adjunto da França em São Paulo Ian Balat.</p>
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		<title>Maioria dos americanos aprova produtos da União Europeia</title>
		<link>https://europa-brasil.com/maioria-dos-americanos-aprova-produtos-da-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 13:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia global]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores dos EUA (56%) aprova produtos que têm origem nos países da União Europeia. No entanto, quando comparado à avaliação que americanos detêm sobre produtos tanto de seu país, quanto do Canadá, o resultado obtido pelos europeus torna-se mais modesto. É o que revela estudo que inaugura a parceria entre o instituto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores dos EUA (56%) aprova produtos que têm origem nos países da União Europeia. No entanto, quando comparado à avaliação que americanos detêm sobre produtos tanto de seu país, quanto do Canadá, o resultado obtido pelos europeus torna-se mais modesto. É o que revela estudo que inaugura a parceria entre o instituto <a href="https://www.ors.org.uk/">Opinium</a> e a <a href="https://iccom.com.br/">Imagem Corporativa</a> para realizar pesquisas de opinião e mercado em escala global.</p>
<p>Segundo o levantamento, os produtos que carregam o <em>label</em> “Made in USA” são considerados ótimos ou bons por 82% dos entrevistados, enquanto os canadenses recebem a avaliação positiva de 67%. Taxas bem mais baixas são verificadas na percepção que americanos demonstram sobre a qualidade de produtos fabricados na China, México e Brasil. Nesses casos, os índices de aprovação caem para 36%, 37% e 35%, respectivamente.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-4866 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-1-EW.png" alt="" width="587" height="408" /></p>
<p>A avaliação positiva de produtos europeus é mais expressiva entre os americanos mais velhos (segmento onde a aprovação supera 60%), entre os homens (60% contra 52% entre as mulheres), entre os mais escolarizados (67%) e de maior renda familiar (64%).</p>
<p>Quando se solicita aos entrevistados uma nota de zero a dez para a importância desses países ou regiões na economia global, Estados Unidos lidera o ranking com média 8,2. A União Europeia aparece em seguida, em empate numérico com a China (6,6 em ambos os casos). Canadá obtém nota 6,4. Para essas economias, a maioria dá notas iguais ou superiores a sete. Ficam para trás México (5,8) e Brasil (5,6), que recebem, na maior parte dos casos, notas de zero a seis.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-4867 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-2-EW.png" alt="" width="558" height="365" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-2-EW.png 558w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-2-EW-230x150.png 230w" sizes="(max-width: 558px) 100vw, 558px" /></p>
<p>As médias mais altas de importância atribuída à União Europeia são observadas entre os americanos mais idosos (acima de sete entre <em>boomers</em> contra 5,9 entre os que integram a Geração Z). Interessante notar que entre os que se dizem de etnia asiática, a nota atribuída à China vai a sete. Nesse estrato, a média obtida pela União Europeia corresponde a 6,6.</p>
<p>A pesquisa tem amostra representativa da população adulta dos EUA, com idade igual ou superior a 18 anos. Foram aplicados 2000 questionários online entre os dias 7 e 12 de dezembro de 2023. A margem de erro é de dois pontos percentuais.</p>
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