<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de metas climáticas - Europa | Brasil</title>
	<atom:link href="https://europa-brasil.com/tag/metas-climaticas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://europa-brasil.com/tag/metas-climaticas/</link>
	<description>Portal de notícias</description>
	<lastBuildDate>Fri, 14 Nov 2025 14:11:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Bloco europeu anuncia doação de R$ 124 milhões ao Fundo Amazônia</title>
		<link>https://europa-brasil.com/bloco-europeu-anuncia-doacao-de-r-124-milhoes-ao-fundo-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 14:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[metas climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=6209</guid>

					<description><![CDATA[<p>A União Europeia concretizou nesta quinta-feira (13) a doação de 20 milhões de euros (cerca de R$ 124 milhões) ao Fundo Amazônia, elevando o montante total do mecanismo para R$ 3,9 bilhões. A transferência foi celebrada em Belém durante a COP30, com presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e da embaixadora da UE [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/bloco-europeu-anuncia-doacao-de-r-124-milhoes-ao-fundo-amazonia/">Bloco europeu anuncia doação de R$ 124 milhões ao Fundo Amazônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia concretizou nesta quinta-feira (13) a doação de 20 milhões de euros (cerca de R$ 124 milhões) ao Fundo Amazônia, elevando o montante total do mecanismo para R$ 3,9 bilhões. A transferência foi celebrada em Belém durante a COP30, com presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e da embaixadora da UE no Brasil, Marian Schuegraf.</p>
<p>O aporte demorou dois anos para ser efetivado após o anúncio da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante visita ao Brasil em 2023. O timing da concretização coincide com a conferência climática global sediada na Amazônia e reflete as complexidades das negociações entre o bloco europeu e países sul-americanos.</p>
<h2>Contexto geopolítico e comercial</h2>
<p>A doação ocorre em meio a tensões sobre o acordo UE-Mercosul. O bloco europeu avança na aprovação do pacto comercial enquanto enfrenta críticas de organizações ambientais que questionam sua compatibilidade com metas climáticas. Análises indicam que o acordo poderia resultar na perda de 700 mil hectares de floresta apenas pela produção de carne bovina.</p>
<p>Com tarifas impostas por Donald Trump, a UE busca diversificar parcerias comerciais e reduzir dependência da China, particularmente em minerais críticos. A contribuição ao Fundo Amazônia pode ser interpretada como tentativa de equilibrar avanços comerciais com compromissos ambientais.</p>
<h2>Dimensão do aporte</h2>
<p>Além da UE, o Fundo Amazônia conta com apoio de Noruega, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Reino Unido, Japão e Petrobras. Para dimensionar, desde 2008, a Noruega aportou mais de US$ 1,2 bilhão ao fundo, enquanto a Alemanha contribuiu com mais de US$ 68 milhões.</p>
<p>Desde janeiro de 2023, foram anunciadas doações de aproximadamente R$ 3,9 bilhões: R$ 2,5 bilhões dos Estados Unidos, R$ 711 milhões do Reino Unido, R$ 250 milhões da Noruega e R$ 186 milhões da Alemanha. Os € 20 milhões europeus, distribuídos ao longo de quatro anos, representam contribuição modesta em termos absolutos.</p>
<h2>Desafios regionais</h2>
<p>Em 2023, o objetivo brasileiro de conseguir que todos os oito países amazônicos assinassem meta de desmatamento zero foi bloqueado por nações como Bolívia, Guiana e Suriname. Em 2024, o desmatamento amazônico na Colômbia saltou cerca de 50% em comparação com o ano anterior, enquanto na Bolívia atingiu nível recorde.</p>
<p>No Brasil, houve redução de 17% no desmatamento amazônico em 2024 comparado a 2023, resultado que o governo apresenta como justificativa para novas doações. Criado em 2008 e administrado pelo BNDES, o fundo financia projetos de conservação, uso sustentável da floresta, bioeconomia e proteção de povos tradicionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/bloco-europeu-anuncia-doacao-de-r-124-milhoes-ao-fundo-amazonia/">Bloco europeu anuncia doação de R$ 124 milhões ao Fundo Amazônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>UE dilui meta climática de 2040 em acordo de última hora antes da COP30</title>
		<link>https://europa-brasil.com/ue-dilui-meta-climatica-de-2040-em-acordo-de-ultima-hora-antes-da-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[metas climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=6190</guid>

					<description><![CDATA[<p>A União Europeia aprovou na madrugada desta quarta-feira (5) uma meta de redução de emissões de 90% até 2040 em relação aos níveis de 1990, mas o compromisso foi significativamente enfraquecido por concessões de última hora, expondo as tensões entre ambição climática e preocupações econômicas no bloco às vésperas da COP30 no Brasil. Após negociações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/ue-dilui-meta-climatica-de-2040-em-acordo-de-ultima-hora-antes-da-cop30/">UE dilui meta climática de 2040 em acordo de última hora antes da COP30</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia aprovou na madrugada desta quarta-feira (5) uma meta de redução de emissões de 90% até 2040 em relação aos níveis de 1990, mas o compromisso foi significativamente enfraquecido por concessões de última hora, expondo as tensões entre ambição climática e preocupações econômicas no bloco às vésperas da COP30 no Brasil.</p>
<p>Após negociações que se estenderam até altas horas da terça-feira, os ministros do clima dos 27 países-membros aprovaram em votação pública um acordo que permite aos países comprar créditos de carbono internacionais para cobrir até 5% da meta de 90%, efetivamente reduzindo para 85% os cortes de emissões exigidos das indústrias europeias. O bloco também concordou em considerar, no futuro, o uso de créditos internacionais para cobrir mais 5% das reduções, potencialmente diminuindo a meta doméstica para 80%.</p>
<p>A flexibilização representa um recuo em relação à proposta original da Comissão Europeia, que previa uso máximo de 3% de créditos internacionais. Países como Finlândia, Alemanha, Holanda, Portugal, Eslovênia, Espanha e Suécia estavam entre os mais ambiciosos, buscando manter o limite de 3%, enquanto França e Itália pressionavam por 5% e a Polônia defendia 10%.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estabelecer uma meta climática não é apenas escolher um número, é uma decisão política com consequências profundas para o continente&#8221;, afirmou o ministro dinamarquês do clima, Lars Aagaard, acrescentando que o acordo busca garantir que a meta &#8220;possa ser alcançada de forma a preservar competitividade, equilíbrio social e segurança&#8221;.</p></blockquote>
<p>Além da meta para 2040, os países concordaram com um objetivo para 2035 de reduzir emissões numa faixa entre 66,25% e 72,5%, atendendo ao pedido da ONU para que todos os governos apresentem planos climáticos antes da abertura da COP30, que começa nesta quinta-feira em Belém.</p>
<p>Como parte das concessões para garantir apoio ao acordo, a UE também adiou o lançamento de um novo mercado de carbono de 2027 para 2028, uma política sensível que enfrentava resistência de países preocupados com aumentos nos custos de combustíveis.</p>
<p>O acordo foi aprovado apesar da oposição de Polônia, Eslováquia e Hungria, que consideram a meta prejudicial à competitividade de suas indústrias, já pressionadas por altos custos energéticos, importações chinesas baratas e tarifas americanas. A Polônia resumiu o dilema: &#8220;Não queremos destruir a economia. Não queremos destruir o clima. Queremos salvar ambos ao mesmo tempo&#8221;, afirmou o vice-ministro do clima polonês, Krzysztof Bolesta.</p>
<p>A decisão garante que a UE chegue à COP30 com uma posição comum, crucial para manter a liderança climática europeia num momento em que os Estados Unidos, sob Donald Trump, se retiraram do Acordo de Paris. No entanto, o compromisso marca uma inflexão na ambição verde do bloco.</p>
<p>Organizações ambientais e cientistas independentes alertam que o uso excessivo de créditos internacionais pode desviar investimentos da transição energética doméstica e enfraquecer o exemplo histórico da Europa na liderança climática global. A compra de créditos de carbono, ao invés de reduzir emissões internamente, transfere o esforço de descarbonização para países estrangeiros, geralmente nações em desenvolvimento.</p>
<p>A meta de 90% até 2040 é considerada essencial para manter a UE no caminho da neutralidade de carbono até 2050, conforme estabelecido na Lei do Clima Europeia. O bloco já se comprometeu com uma redução de pelo menos 55% até 2030 em relação aos níveis de 1990.</p>
<p>O acordo foi alcançado no mesmo dia em que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se reúne com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília, em encontro bilateral que antecede a cúpula climática. A meta europeia servirá como base para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) da UE, que será apresentada oficialmente na COP30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/ue-dilui-meta-climatica-de-2040-em-acordo-de-ultima-hora-antes-da-cop30/">UE dilui meta climática de 2040 em acordo de última hora antes da COP30</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONU pressiona UE e outros países a atualizarem metas climáticas antes da COP30</title>
		<link>https://europa-brasil.com/onu-pressiona-ue-e-outros-paises-a-atualizarem-metas-climaticas-antes-da-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 20:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial COP30]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[metas climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=6118</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas intensificou a cobrança para que governos apresentem, ainda em setembro, metas de corte de emissões mais ambiciosas para 2035. A demanda ocorre a poucas semanas da COP30, que será realizada de 10 a 21 de novembro de 2025, em Belém (PA), capital localizada no coração da Amazônia. As NDCs, contribuições [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/onu-pressiona-ue-e-outros-paises-a-atualizarem-metas-climaticas-antes-da-cop30/">ONU pressiona UE e outros países a atualizarem metas climáticas antes da COP30</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas intensificou a cobrança para que governos apresentem, ainda em setembro, metas de corte de emissões mais ambiciosas para 2035. A demanda ocorre a poucas semanas da COP30, que será realizada de 10 a 21 de novembro de 2025, em Belém (PA), capital localizada no coração da Amazônia.</p>
<p>As NDCs, contribuições nacionalmente determinadas previstas no Acordo de Paris, precisam detalhar a trajetória de redução de emissões até 2035. Embora muitos países ainda não tenham apresentado planos formais, parte dos atores já sinalizou movimentos provisórios. Em setembro, a União Europeia aprovou e enviou à UNFCCC uma declaração de intenções para um alvo indicativo de redução entre 66,25% e 72,5% em 2035 em relação a 1990, como passo anterior à sua NDC definitiva. O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou a pedir metas “mais rápidas e profundas” em 2035 durante a Assembleia Geral em Nova York, em linha com o esforço para ganhar tração antes de Belém.</p>
<h2>Principais pressões</h2>
<p>As atenções se concentram nas grandes economias. A China, maior emissora em termos absolutos, indicou que pretende apresentar sua NDC de 2035 antes da COP30, embora análises independentes mostrem que o país segue fora de curso para cumprir suas metas domésticas de intensidade de emissões até 2025. Ainda assim, há sinais mistos: no primeiro semestre deste ano, as emissões de CO₂ caíram cerca de 1% em relação a 2024, e a capacidade instalada de energia solar e eólica já ultrapassou a de fontes térmicas no primeiro trimestre, demonstrando a velocidade da transição energética. O calendário, porém, segue incerto, já que Pequim fala em atualizar suas metas apenas no outono do Hemisfério Norte de 2025.</p>
<p>Na UE, o debate é igualmente complexo. França e Polônia pressionam pelo adiamento da meta de 2040, e não há consenso definitivo sobre o compromisso de 2035. Para não chegar de mãos vazias à ONU, o bloco optou por enviar uma declaração de intenções, com uma faixa indicativa de redução entre 66,25% e 72,5% até 2035 em relação a 1990, construída como ponte entre os objetivos de 2030 e 2050. Mesmo assim, a indefinição expõe as tensões políticas internas.</p>
<p>O panorama global reforça a preocupação da ONU: até abril de 2025, apenas 19 países haviam submetido oficialmente suas NDCs atualizadas. A leitura é de que, embora haja sinais de movimento, o ritmo ainda está aquém do necessário para alinhar os compromissos ao Acordo de Paris e manter o aquecimento global em níveis considerados seguros.</p>
<h2>Termômetro do aquecimento</h2>
<p>A ONU deve avaliar se os compromissos apresentados são compatíveis com a limitação do aquecimento global. Os dados recentes reforçam a urgência: 2024 foi confirmado como o ano mais quente já registrado, e 2015 a 2024 compõem a década mais quente da série histórica【web†source】. Para reforçar o contexto, o Relatório da Brecha de Produção de 2025 indica que os governos planejam produzir em 2030 cerca de 120% a mais de combustíveis fósseis do que seria compatível com o limite de 1,5 °C, e 77% acima do necessário para 2 °C.</p>
<h2>Amazônia no centro</h2>
<p>A COP30 ganhou peso simbólico por ocorrer no coração da Amazônia. O encontro deve se concentrar em três frentes: elevação da ambição das NDCs, financiamento climático e proteção de florestas tropicais. O Brasil busca protagonismo com o compromisso de desmatamento zero até 2030 e a intenção de lançar o Tropical Forest Forever Facility (TFFF), instrumento financeiro que mira mobilizar US$ 125 bilhões até 2030 para conservação em países tropicais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, desafios domésticos podem afetar a narrativa. Em Belém, o projeto Avenida Liberdade, uma rodovia de 13,2 km em área de floresta na região metropolitana da capital paraense, tornou-se alvo de críticas ambientais. O governo federal afirma que a obra não integra os 33 projetos oficiais da COP30 e não recebe verba federal, tratando-se de iniciativa estadual anterior à escolha da cidade.</p>
<p>Há também pressão logística. Diante da escassez de leitos e da alta de preços na capital paraense, a ONU decidiu elevar a diária de subsistência para delegações de países em desenvolvimento e tem promovido ajustes para garantir a participação de todos. Na semana passada, uma greve na construção civil atrasou obras do complexo de hospedagem de líderes, adicionando incerteza ao cronograma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/onu-pressiona-ue-e-outros-paises-a-atualizarem-metas-climaticas-antes-da-cop30/">ONU pressiona UE e outros países a atualizarem metas climáticas antes da COP30</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>UE isenta maioria das empresas do imposto de carbono na fronteira</title>
		<link>https://europa-brasil.com/ue-isenta-maioria-das-empresas-do-imposto-de-carbono-na-fronteira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 14:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[metas climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=5695</guid>

					<description><![CDATA[<p>A União Europeia decidiu isentar mais de 80% das empresas do bloco da cobrança do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), medida que busca taxar importações de setores poluentes como aço, ferro, alumínio e fertilizantes. A mudança, anunciada pela Comissão Europeia, reduz significativamente o número de companhias sujeitas à regulamentação e busca equilibrar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/ue-isenta-maioria-das-empresas-do-imposto-de-carbono-na-fronteira/">UE isenta maioria das empresas do imposto de carbono na fronteira</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia decidiu isentar mais de 80% das empresas do bloco da cobrança do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), medida que busca taxar importações de setores poluentes como aço, ferro, alumínio e fertilizantes. A mudança, anunciada pela Comissão Europeia, reduz significativamente o número de companhias sujeitas à regulamentação e busca equilibrar a transição climática com a competitividade industrial.</p>
<p>A previsão inicial era que cerca de 200 mil empresas europeias fossem afetadas pelo CBAM, mas com a nova diretriz, esse número cai para aproximadamente 20 mil. Segundo o comissário europeu para Clima, Wopke Hoekstra, a decisão visa evitar um ônus excessivo para pequenas e médias empresas, focando na regulação de grandes indústrias que concentram a maior parte das emissões de carbono.</p>
<p>A política faz parte do pacote Fit for 55, que pretende reduzir as emissões líquidas de carbono da UE em 55% até 2030. O CBAM, previsto para entrar em vigor em 2026, é considerado um pilar fundamental para evitar a &#8220;fuga de carbono&#8221;, fenômeno em que indústrias migram para países com regras ambientais menos rígidas.</p>
<p>A decisão de isentar a maior parte das empresas gerou críticas de ambientalistas, que temem um enfraquecimento da política climática europeia. Organizações como o Greenpeace argumentam que a medida pode comprometer as metas do Acordo de Paris e criar brechas para que grandes empresas terceirizem emissões para fornecedores menores, evitando a tributação.</p>
<p>Por outro lado, líderes empresariais defendem que a flexibilização do CBAM evita que a indústria europeia perca competitividade global. O CEO da Siemens Energy, Christian Bruch, criticou a complexidade das regulamentações ambientais e pediu uma revisão mais ampla para garantir que as metas climáticas não resultem em desvantagens comerciais para as empresas do bloco.</p>
<p>Além disso, parceiros comerciais como China, Índia e Estados Unidos consideram o imposto de carbono na fronteira uma barreira protecionista disfarçada, o que pode levar a disputas na Organização Mundial do Comércio (OMC). A UE, no entanto, alega que o mecanismo é necessário para evitar concorrência desleal de países que não adotam regulamentações ambientais rígidas.</p>
<p>A União Europeia tenta equilibrar sua agenda verde com os desafios econômicos e geopolíticos, ajustando medidas para evitar impactos negativos na indústria e no comércio internacional. A decisão de limitar o alcance do CBAM pode ser um sinal de que a UE está buscando um meio-termo entre ambição ambiental e viabilidade econômica.</p>
<p>Nos próximos meses, a implementação do mecanismo e possíveis ajustes nas regras definirão o impacto real da política. O debate sobre o futuro da taxação do carbono na Europa está longe de terminar, e a pressão de setores industriais, ambientalistas e parceiros internacionais seguirá moldando o rumo da transição climática no continente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/ue-isenta-maioria-das-empresas-do-imposto-de-carbono-na-fronteira/">UE isenta maioria das empresas do imposto de carbono na fronteira</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
