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	<title>Arquivo de noruega - Europa | Brasil</title>
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		<title>Por que o modelo de negócios da Escandinávia é bem-sucedido</title>
		<link>https://europa-brasil.com/como-os-paises-nordicos-dominam-o-mercado-global-inovacao-expansao-e-modelos-de-negocios-familiares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 20:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um antigo ditado popular diz que é nos menores frascos que estão os melhores perfumes. Se olharmos para os campos da economia e da inovação, é possível pensar nos países nórdicos como pequenos frascos que revelam conquistas impressionantes. Suécia, Noruega, Dinamarca e Finlândia representam, em conjunto, cerca de 1% do PIB mundial, 0,8% do território [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um antigo ditado popular diz que é nos menores frascos que estão os melhores perfumes. Se olharmos para os campos da economia e da inovação, é possível pensar nos países nórdicos como pequenos frascos que revelam conquistas impressionantes.</p>
<p>Suécia, Noruega, Dinamarca e Finlândia representam, em conjunto, cerca de 1% do PIB mundial, 0,8% do território do planeta e 0,3% da sua população (também incluída no grupo a diminuta Islândia). Mas exibem uma lista enorme de grandes nomes globais do ambiente corporativo, como Volvo, IKEA, Saab, Spotify, Lego, Novo Nordisk, Maersk, Nokia, Equinor e Hydro, entre tantos outros.</p>
<p>Fiéis a um estilo de vida da região onde a discrição é muito mais exercitada do que o marketing pessoal ou corporativo, as empresas dos países nórdicos frequentemente apresentam resultados relevantes sem fazer grande alarde por isso.</p>
<p>Se considerarmos os últimos dez anos, as empresas não financeiras da região que possuem capital aberto nas bolsas de valores registraram um desempenho superior à média europeia (ver gráfico).</p>
<p>A limitação de mercado representada pelos pequenos territórios dos países nórdicos levou suas empresas a buscarem expansão para novas geografias, movimento bem-sucedido graças a trajetórias corporativas consistentes, sempre alinhadas a valores de suas sociedades de origem, onde predomina um ecossistema de confiança mútua no tripé capital-trabalho-setor público.</p>
<p>É lá que a famosa definição “bom ambiente de negócios” encontra campo fértil. Há pouquíssima burocracia; enorme respaldo ao empreendedorismo; bom nível de previsibilidade macroeconômica; e, em geral, alta produtividade. Além disso o uso de novas tecnologias, a aposta em inovação e um grande número de bem-sucedidas startups ajuda a realimentar esse círculo virtuoso dos países nórdicos.</p>
<p>A capital sueca Estocolmo, por sinal, é a segunda cidade com a maior quantidade de unicórnios per capita do mundo, atrás apenas de São Francisco e seu Vale do Silício.</p>
<p>Mas não se pode esquecer a importância de um certo tipo de modelo de negócios de grande parte das empresas nórdicas: o controle familiar. Muitas organizações continuam nas mãos de famílias geração após geração. Esse é o caso da empresa de entretenimento Lego e da gigante de navegação Maersk.</p>
<p>Na Suécia, a conhecida família Wallenberg, possui significativas participações em empresas como a Atlas Copco e a Ericsson. Mas fundações (como a que controla a cervejaria Carlsberg e a farmacêutica Novo Nordisk) também  garantem uma abordagem que evita privilegiar apenas os resultados de curto prazo. Em ambos os casos, sejam organizações controladas por famílias ou por fundações,  estabelecer e seguir estratégias de longo prazo destinadas a perpetuar os negócios se transforma em um valor inegociável.</p>
<p>Esse modelo de atuação dificulta a aquisição de grandes corporações nórdicas por organizações estrangeiras.</p>
<p>Um número específico ajuda a traduzir essa realidade: 80% das empresas nórdicas de capital aberto gastam mais em pesquisas e desenvolvimento do que os seus concorrentes sediados em outros países da Europa e da América do Norte.</p>
<h5 style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5630 size-full aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2025/01/escandinavia-ciro.png" alt="" width="320" height="467" />Fontes: Bloomberg e The Economist (resultado não inclui empresas do setor financeiro)</h5>
<p>Em apenas cinco anos as empresas nórdicas cresceram de 10% para 13% sua participação no índice MSCI Europe, que aponta as empresas mais valiosas do continente. Esta é basicamente a mesma percentagem registrada pelas empresas da Alemanha, terceira maior economia do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quase 90% dos carros novos vendidos na Noruega em 2024 foram elétricos – e agora isso está virando um problema</title>
		<link>https://europa-brasil.com/quase-90-dos-carros-novos-vendidos-na-noruega-em-2024-foram-eletricos-e-agora-isso-esta-virando-um-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 22:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carros elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[EVs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Noruega tem uma meta ambiciosa na eletrificação da sua frota rodoviária: até o final de 2025, o governo deseja que 100% dos carros novos vendidos no país sejam veículos com zero emissões. Há um ano antes do final do prazo, o país está perto de alcançar sua meta: 89% dos carros vendidos em 2024 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Noruega tem uma meta ambiciosa na eletrificação da sua frota rodoviária: até o final de 2025, o governo deseja que 100% dos carros novos vendidos no país sejam veículos com zero emissões. Há um ano antes do final do prazo, o país está perto de alcançar sua meta: 89% dos carros vendidos em 2024 foram veículos elétricos. Em 2023, o número foi de 82,4%. A média global entre países desenvolvidos não chega a 20%.</p>
<p>Somados, os carros 100% elétricos e híbridos já respondem por mais de 40% dos veículos nas ruas do país. O maior comprador de carros a combustão na Noruega atualmente são as empresas de locação de veículos, preocupadas com o fato de que a maioria dos turistas não está acostumada com carros elétricos.</p>
<p>A adoção acelerada tem uma explicação: fortes subsídios governamentais, entre eles isenções de impostos e taxas, isenção para pedágios e estacionamento, e benefícios fiscais diversos. O país gasta mais de US$ 4 bilhões por ano com subsídios para EVs, o que é cerca de 2% do orçamento federal anual. Taxas extras aplicadas a veículos a combustão e à indústria de óleo e gás – a maior indústria do país, responsável por mais de 20% do PIB – financiam o projeto.</p>
<p>Mas o sucesso da empreitada teve um efeito colateral inesperado: os subsídios elevados, que chegavam a cobrir mais da metade do preço de um carro elétrico novo, tornaram a compra tão atrativa que o uso de transporte público na Noruega despencou, e a taxa e utilização das ruas explodiu. Para que andar de ônibus se o governo paga você para ter um carro?</p>
<p>“Todos concordam que 100% dos carros devem ser elétricos. Essa não é a questão”, disse Tiina Ruohonen, consultora climática do prefeito de Oslo, ao site <a href="https://www.vox.com/future-perfect/23939076/norway-electric-vehicle-cars-evs-tesla-oslo">Vox</a>. “A verdadeira questão é se você realmente precisa ter um carro em Oslo.”</p>
<p>Com a meta de adoção de EVs para 2025 praticamente cumprida, o governo anunciou que irá reduzir os subsídios gradativamente, começando pelos veículos de luxo. E as quatro maiores cidades do país – a capital Oslo e as cidades de Bergen, Trondheim, e Stavanger assumiram um compromisso de potencializar o uso de bicicletas, pedestres e transporte coletivo, em detrimento dos carros – elétricos ou não.</p>
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		<title>Depois da Finlândia, Noruega quer restringir venda de imóveis para russos</title>
		<link>https://europa-brasil.com/depois-da-finlandia-a-noruega-tambem-quer-restringir-venda-de-imoveis-para-russos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 21:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) desde 1949, a Noruega está prestes a adotar uma política destinada a restringir a venda de imóveis a cidadãos da Rússia. A fronteira entre os dois países tem 196 quilômetros de extensão e a discussão sobre a necessidade de tais restrições ganhou força na Noruega [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>País membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) desde 1949, a Noruega está prestes a adotar uma política destinada a restringir a venda de imóveis a cidadãos da Rússia. A fronteira entre os dois países tem 196 quilômetros de extensão e a discussão sobre a necessidade de tais restrições ganhou força na Noruega após investigações jornalísticas revelarem que cidadãos russos com vínculos com o Kremlin adquiriram chalés próximos a locais militares estratégicos no país. Essas revelações geraram um alerta sobre os possíveis riscos à segurança nacional, levando o governo de Oslo a considerar a implementação de novas regulamentações.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não há dúvidas de que as reportagens da (emissora) TV2 trouxeram à luz um desafio importante para a Noruega, que existe há vários anos. Tem sido questões cruciais para o governo desde que assumimos funções no outono de 2021 o fortalecimento das regulamentações, o aumento da segurança nacional e a garantia de podermos, por exemplo, interromper as vendas de imóveis, se necessário&#8221;, comentou Emilie Enger Mehl, ministra da Justiça e da Segurança Pública do país.</p></blockquote>
<p>O governo confirmou que está desenvolvendo um sistema de pré-aprovação para a compra de imóveis, inspirado na abordagem da vizinha Finlândia, que colocou em prática essa mesma política restritiva como decorrência de um conjunto de fatores: os desdobramentos da invasão russa à Ucrânia; os riscos representados por uma enorme fronteira (1.400 quilômetros) do país com a Rússia e a entrada de Helsinque para a aliança militar ocidental.</p>
<p>A legislação finlandesa exige que estrangeiros não pertencentes à União Europeia (UE) ou ao Espaço Econômico Europeu (EEE) obtenham uma autorização prévia para comprar imóveis no país.</p>
<p>O mecanismo restritivo estudado pelo governo da Noruega permitiria, da mesma forma, revisar, aprovar ou negar compras de propriedades por estrangeiros, com o objetivo de evitar que áreas estratégicas caiam nas mãos erradas.</p>
<p>Essa nova legislação, se implementada, poderá ter um impacto significativo no mercado imobiliário norueguês, especialmente em áreas próximas a instalações militares e outras infraestruturas sensíveis. A medida visa garantir que a compra de imóveis por estrangeiros não comprometa a segurança nacional do país.</p>
<p>Se efetivadas essas medidas, a Noruega se juntará a um número crescente de países europeus que estão adaptando suas legislações a um cenário geopolítico sensível visando proteger seus interesses nacionais contra possíveis ameaças externas.</p>
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		<item>
		<title>Noruega terá a primeira rede de transporte público com emissão zero do mundo</title>
		<link>https://europa-brasil.com/noruega-tera-a-primeira-rede-de-transporte-publico-com-emissao-zero-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 17:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eletric Bus]]></category>
		<category><![CDATA[emissão zero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A caminho de se tornar a primeira capital do mundo com um sistema de transporte público totalmente elétrico, Oslo concentra esforços para atingir a sua meta até o final de 2023. A capital da Noruega, pioneira em iniciativas sustentáveis, tem investido fortemente na adaptação de sua frota de veículos públicos para se tornar a primeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A caminho de se tornar a primeira capital do mundo com um sistema de transporte público totalmente elétrico, Oslo concentra esforços para atingir a sua meta até o final de 2023. A capital da Noruega, pioneira em iniciativas sustentáveis, tem investido fortemente na adaptação de sua frota de veículos públicos para se tornar a primeira cidade do mundo totalmente livre de emissões até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um plano de investimento de 48 milhões de euros, a capital dos noruegueses substituirá 450 ônibus movidos a diesel na cidade por 450 veículos elétricos. A expectativa é que os recursos investidos agora vitem economia de recursos no longo prazo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A manutenção é mais barata, também é mais barata para os operadores dos ônibus elétricos&#8221;, diz Sirin Stav, vice-prefeito de Oslo responsável pelo meio Ambiente e Transporte. &#8220;Em suma, esta é uma situação ganha-ganha.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na última licitação da cidade, os ônibus elétricos foram 5% mais baratos que os equivalentes a diesel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Oslo está liderando o caminho para o transporte sustentável. Com 700 mil habitantes, a capital da Noruega já eletrificou a maioria das balsas que cruzam o fiorde em que está localizada. Também possui uma extensa rede de bondes e ciclovias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa de ônibus eletrônico da cidade ocorre em meio a um esforço global das principais cidades do mundo para tentar reduzir a poluição do ar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto governos e ativistas se preparam para a cúpula climática da ONU COP27 no próximo mês no Egito, Stav encoraja outras cidades a seguirem o exemplo de Oslo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ingvild Roerholt, consultor para questões de transporte do grupo ambientalista norueguês ZERO, diz que a implantação dos ônibus marca um importante passo à frente para a cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;No entanto, é importante que Oslo daqui para frente garanta que haja transparência na quantidade de emissões associadas à produção dessas balsas e veículos&#8221;, acrescenta ela.</span></p>
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		<item>
		<title>População centenária da Noruega cresce ano a ano</title>
		<link>https://europa-brasil.com/populacao-centenaria-da-noruega-cresce-ano-a-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 18:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[100 anos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[noruega]]></category>
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		<category><![CDATA[população centenária]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, há três vezes mais centenários vivendo na Noruega do que há 20 anos. Uma das justificativas para isso é que os noruegueses passaram a cuidar melhor da saúde. “Mudamos a forma como fazemos as coisas na vida cotidiana”, destacou o diretor de saúde do país, Bjørn Guldvog. De acordo com dados do Statistics Norway [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, há três vezes mais centenários vivendo na Noruega do que há 20 anos. Uma das justificativas para isso é que os noruegueses passaram a cuidar melhor da saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Mudamos a forma como fazemos as coisas na vida cotidiana”, destacou o diretor de saúde do país, Bjørn Guldvog.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com dados do Statistics Norway (SSB), existem atualmente 1.309 pessoas com 100 anos ou mais vivendo na Noruega. Em 2022 eram 452 pessoas nessa faixa etária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Guldvog acredita que parte do motivo disso é que os noruegueses passaram a cuidar melhor da saúde. Ao mesmo tempo, o número de centenários no país está aumentando. Em 2012 eram 736 centenários, em 2017, passou para 945.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ele, fatores como alimentação, atividade física e a redução do tabagismo podem explicar parte dessa evolução . </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao olhar para o gênero, são as mulheres que vivem mais. Dos centenários hoje, 1.080 são mulheres e 229 homens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nós realmente não sabemos porquê essas diferenças existem. Mas vemos uma diferença na incidência da doença nos diferentes grupos. Tanto quando se trata de câncer quanto de doenças cardiovasculares, afeta mais os homens do que as mulheres em idade precoce”, acrescentou Guldvog.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, ele acredita que está principalmente relacionado ao estilo de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A genética desempenha um grande papel, mas também outros fatores: o que você come ao longo da vida, não fuma, é fisicamente ativo e consome álcool moderadamente. Se você for bom nessas coisas, provavelmente terá uma vida mais longa”, concluiu Guldvog.</span></p>
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		<item>
		<title>Desemprego na Noruega registra nível mais baixo desde 2008</title>
		<link>https://europa-brasil.com/desemprego-na-noruega-registra-nivel-mais-baixo-desde-2008/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 19:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[noruega]]></category>
		<category><![CDATA[Scandinavianway]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o Brasil acumula uma taxa de trabalhadores desempregados de 13,7% neste ano – dados da agência de classificação de risco Austin Rating, a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI)&#8211;, a Noruega registrou neste mês seu nível mais baixo de desempregado desde 2008: um total de 53.800 pessoas sem trabalho no país [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o Brasil acumula uma taxa de trabalhadores desempregados de 13,7% neste ano – dados da </span><span style="font-weight: 400;">agência de classificação de risco Austin Rating, a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI)&#8211;</span><span style="font-weight: 400;">, a Noruega registrou neste mês seu nível mais baixo de desempregado desde 2008: um total de 53.800 pessoas sem trabalho no país nórdicono final de abril. Isso representa 1,9% da força de trabalho na Noruega. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final de abril, o país scandinavo registrou 96.900 desempregados plenos e parcialmente desempregados, bem como candidatos a emprego. O número equivale a 3,3% da força de trabalho. Um dos percentuais mais baixos do mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o chefe da NAV (Norwegian Labour and Welfare Administration – Secretaria de Tranalho e Bem-estar do país), Hans Christian Holte, a queda na taxa em abril foi mais significativa entre os parcialmente demitidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Há menos candidatos a emprego agora do que antes da pandemia, e a demanda por mão-de-obra ainda é alta. Teríamos que voltar a 2008 para encontrar um nível de desemprego mais baixo”, observou Holte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução nas taxas de desemprego foi registrada em todos os grupos profissionais. Ajustadas as variações sazonais normais, o número de candidatos a emprego diminuiu para todos os grupos ocupacionais em abril.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A queda foi maior no turismo e nos transportes, com menos 1.400 candidatos a emprego (-12%).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As regiões de Trøndelag, Viken, Agder e Vestland, tiveram as maiores reduções com 8% menos candidatos a emprego em todos os condados em comparação a março.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um aspecto destacado pela Secretaria de Trabalho e Bem-estar do país foi o fato de que em abril acabaram as regras temporárias para benefícios de desemprego.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A diminuição do número de demitidos deve ser vista em conexão com o fato de que muitas pessoas atingiram seu período máximo de demissão em abril”, disse Holte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em abril, 8.900 novos candidatos a emprego se registaram nos serviços de Trabalho e Bem-estar do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é uma realidade bem distante da brasileira. O Brasil foi classificado com um dos piores índices de desemprego do mundo.</span></p>
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		<title>Estudo mostra que um em cada quatro estudantes na Noruega abandonou a universidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 16:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[diploma]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um em cada quatro estudantes que iniciaram o ensino universitário em 2012 desistiu. Os números fazem parte do relatório Frafall, que trata sobre as mudanças na educação universitária no país, da Statistics Norway (SSB). De acordo com os pesquisadores, esses números começaram a ser acompanhados em 2012 e acompanharam a coorte de estudantes são o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um em cada quatro estudantes que iniciaram o ensino universitário em 2012 desistiu. Os números fazem parte do relatório Frafall, que trata sobre as mudanças na educação universitária no país, da Statistics Norway (SSB). De acordo com os pesquisadores, esses números começaram a ser acompanhados em 2012 e acompanharam a coorte de estudantes são o retrato do período entre 2012 e 2020. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os dados mostram que, daqueles que abandonaram a educação, 38% nunca retornaram ao ensino universitário, enquanto 32% retornaram e acabaram desistindo novamente e não terminaram a graduação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse estudo sobre a situação no ensino universitário da Noruega revela ainda que, sete em cada dez estudantes não obtiveram um diploma. Ou seja, no total, isso significa que sete em cada dez estudantes que desistiram em algum momento da universidade nunca conseguiram um diploma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Isso pode afetar as futuras oportunidades de emprego e renda vitalícia do indivíduo. Para a sociedade como um todo, isso pode significar perda de conhecimento e habilidades que poderiam ter sido utilizadas na força de trabalho”, alertou Maj-Lisa Lervåg, uma das autoras do relatório.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo, uma proporção significativa &#8211; um total de 27% &#8211; dos alunos retornou e acabou concluindo o curso de graduação original ou um novo programa de ensino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É bom que muitos alunos voltem. Os custos da evasão são significativamente menores, tanto para o indivíduo quanto para a sociedade, se o aluno conseguir retornar e concluir outra educação”, disse Lervåg. </span></p>
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		<title>Noruega espera um 2022 com maior número de ataques cibernéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 17:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de ataques online]]></category>
		<category><![CDATA[ciberataque]]></category>
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		<category><![CDATA[riscos 2022]]></category>
		<category><![CDATA[segurança online]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o mundo cada vez mais conectado e a vida migrando para os sistemas on-line, também aumenta o volume de ataques cibernéticos. No Brasil, 2021 foi marcado por um grande número de ataques a sistemas do governo e grandes redes de varejo, casos do DataSUS que comprometeu as informações sobre vacinação e dados de Covid-19. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com o mundo cada vez mais conectado e a vida migrando para os sistemas on-line, também aumenta o volume de ataques cibernéticos. No Brasil, 2021 foi marcado por um grande número de ataques a sistemas do governo e grandes redes de varejo, casos do DataSUS que comprometeu as informações sobre vacinação e dados de Covid-19. Na Noruega, os especialistas em segurança on-line já alertam para um 2022 repleto de ataques cibernéticos no país nórdico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas como Nortura e Amedia recentemente recentemente atingidos por sérios ataques cibernéticos na Noruega. Um especialista em segurança da Telenor acha que as coisas devem piorar e somente depois de uma série de medidas para contenção desses ataques devem melhorar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É improvável que vejamos uma melhora no próximo ano. Provavelmente vai piorar antes de melhorar ”, disse Gunnar Ugland, chefe do centro de segurança da Telenor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ugland disse ainda que esses ataques podem, em última análise, representar um risco à vida e à saúde se os atacantes visarem, por exemplo, suprimentos de energia ou hospitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Isso pode se tornar muito sério&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Odin Johannessen, diretor do Conselho de Segurança Empresarial da Noruega, avalia que os cibercriminosos estão se tornando cada vez mais ativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O fato de ter aumentado tão drasticamente em escopo é muito sério”, disse Johannessen.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Isso ameaça toda a forma como administramos nossa sociedade e administramos nossos negócios. Somos totalmente digitalizados. Quando conseguem impedir a publicação de jornais, vemos evidências de que as consequências podem ser muito significativas, tanto para a sociedade como para as empresas individuais ”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ano de 2021 foi de consolidação das ameaças em relação a ataques cibernéticos: nunca foram tão frequentes, impactantes e sofisticados. Houve vazamento de informações sigilosas, sequestro de dados, invasões de sistemas e muito dinheiro perdido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a consultoria alemã Roland Berger, as perdas globais podem ter chegado a U$ 6 trilhões no ano.</span></p>
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