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	<title>Arquivo de ranking - Europa | Brasil</title>
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		<title>Europa é a grande vencedora da Copa do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<category><![CDATA[Adidas]]></category>
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		<category><![CDATA[futebol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tradicionais regiões dominantes do futebol mundial, Europa e América Latina mediram forças novamente na Copa do Mundo de 2026 que se encerou no último domingo. A disputa entre os dois lados do Atlântico começou bem antes da bola rolar, nas previsões acerca das seleções mais bem preparadas e do provável artilheiro da competição. Com três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tradicionais regiões dominantes do futebol mundial, Europa e América Latina mediram forças novamente na Copa do Mundo de 2026 que se encerou no último domingo. A disputa entre os dois lados do Atlântico começou bem antes da bola rolar, nas previsões acerca das seleções mais bem preparadas e do provável artilheiro da competição.</p>
<p>Com três seleções entre os quatro semifinalistas e a Espanha como campeã ao bater a Argentina, não há como negar que a Europa prevaleceu.</p>
<p>O continente também teve o artilheiro da competição, Kylian Mbappé, com um total de 10 gols (dois a mais do que o argentino Lionel Messi).</p>
<p>E se sua seleção decepcionou este ano, a Alemanha foi líder disparada na corrida de negócios entre as marcas de material esportivo que apostaram na Copa do Mundo.</p>
<p>A Adidas chegou facilmente ao topo do ranking de vendas relacionadas a competição, faturando em torno de 1,7 bilhão de dólares. “A Copa do Mundo foi ótima e um enorme sucesso para a Adidas. Nós nos conectamos com consumidores do mundo todo de uma forma divertida, vendemos quatro vezes mais camisas do que na última Copa do Mundo e o dobro de bolas. Além disso, tivemos bons resultados também nas roupas streetwear inspiradas no futebol, que estão em alta demanda em todos os lugares”, disse o CEO da Adidas, Bjørn Gulden, em um comunicado.</p>
<p>Mais do que isso: a Adidas colheu frutos ao patrocinar ambas as seleções finalistas, Espanha e Argentina.</p>
<p>A americana Nike vendeu, segundo estimativas do mercado, em torno de 1,2 bilhão em produtos relacionados a competição, vindo a seguir a também alemã Puma com outros estimados 400 milhões de dólares.</p>
<p>No ambiente digital, os espanhóis também se destacaram. Nas 72 horas que separaram a antevéspera da decisão e o dia posterior ao fim do Mundial, as redes sociais dos principais clubes da Espanha e da própria seleção nacional explodiram.</p>
<p>Um levantamento feito pelo núcleo ModoData, da Imagem Corporativa, mediu o impacto da final da Copa do Mundo de 2026 sobre as plataformas digitais dos três principais clubes espanhóis — Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid — e da seleção espanhola. Foram comparados os números de seguidores de cada agremiação entre a última sexta-feira, 17 de julho, antevéspera da final do torneio, e a segunda-feira, dia 20 de julho, dia posterior ao da conquista do título.</p>
<p>A pesquisa mostrou que o Real Madrid continua sendo o clube espanhol de maior peso no ambiente digital, com 458,04 milhões de inscritos em seus canais. Ele ganhou 770.165 novos adeptos naquelas 72 horas, mas foi o Barcelona que registrou maior avanço no mesmo período: adicionou 1.996.544 novos seguidores, chegando a um total de 416,20 milhões nas plataformas monitoradas (Instagram, TikTok, X/Twitter, Facebook, YouTube e Twitch).</p>
<p>O salto do clube catalão é ainda mais significativo se comparado ao do Atlético de Madrid, que amealhou 189.993 novos nomes e chegou aos 88,40 milhões de seguidores.</p>
<p>A razão para o desempenho do Barcelona está dentro de campo: ele é o clube com mais atletas convocados para a seleção espanhola (oito) e boa parte da vitrine do Mundial passou por jogadores formados ou em atividade em suas fileiras. O jovem Lamine Yamal, 19 anos, é um bom exemplo. Ele é hoje apontado como o atacante mais valioso do mundo e foi uma das grandes sensações do torneio.</p>
<p>Fernando Torres, autor do gol dos espanhóis na final contra Argentina, é outro talento que pertence ao Barcelona.</p>
<p>O poderoso Real Madrid não teve nenhum jogador de seu elenco no escrete de <em>La Roja</em>. Mas cedeu vários de seus talentos às seleções de seus países de origem (como Vinicius Jr. para o Brasil, Kylian Mbappé para a França e Thibaut Courtois para a Bélgica, para ficar em apenas três nomes muito conhecidos).</p>
<p>Ajuda a entender a lógica dos números mencionados, o contingente de simpatizantes de cada um daqueles três principais clubes da Espanha. Estudos revelam que o Real Madrid tem a preferência de 37.9% dos torcedores do país, seguido pelo Barcelona com 25.4% e, bem mais atrás, pelo Atlético de Madrid, com 6,1%.</p>
<p>Em números absolutos <em>La Roja</em> somou 1.011.576 novos seguidores entre a antevéspera da final da Copa do Mundo e o dia seguinte à final do torneio. Com isso, saltou de 16,79 milhões para 17,80 milhões de inscritos em seus canais.</p>
<p>O ecossistema do futebol espanhol não ganhou pontos apenas em termos de contingente de participantes nas redes sociais. A campanha vitoriosa gerou também dinheiro: a federação nacional levou 50 milhões de dólares, mais a taxa de participação de 10 milhões de dólares a que todas as 48 equipes da competição tiveram direito.</p>
<p>Além disso, como a FIFA remunera cada clube que cede jogadores para a Copa do Mundo, o Barcelona acabou recebendo 2,45 milhões; o Real Madrid outros 2,14 milhões e o Atlético de Madrid ficou com 1,99 milhão.</p>
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		<title>Mobilidade Global: Europeus seguem à frente dos americanos, mas asiáticos são os mais bem quistos do mundo</title>
		<link>https://europa-brasil.com/mobilidade-global-europeus-seguem-a-frente-dos-americanos-mas-asiaticos-sao-os-mais-bem-quistos-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Passaportes]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O passaporte de Singapura é hoje o mais poderoso do mundo, possibilitando que seus cidadãos acessem 193 países sem visto prévio. Em seguida vêm outros dois países asiáticos, o Japão e a Coréia do Sul, que podem acessar 190 destinos sem a necessidade de qualquer burocracia. O de acesso mais restrito (com apenas 25 destinos) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O passaporte de Singapura é hoje o mais poderoso do mundo, possibilitando que seus cidadãos acessem 193 países sem visto prévio. Em seguida vêm outros dois países asiáticos, o Japão e a Coréia do Sul, que podem acessar 190 destinos sem a necessidade de qualquer burocracia. O de acesso mais restrito (com apenas 25 destinos) é o do Afeganistão.</p>
<p>Esses dados foram levantados pela Henley&amp;Partners, consultoria que classifica passaportes de 199 países com base no número de destinos que os titulares desses documentos podem visitar sem visto de chegada.</p>
<p>Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha aparecem empatados em terceiro lugar com 189 destinos, seguidos por Áustria, Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Portugal, Suécia, com 188.</p>
<p>O passaporte americano é o décimo classificado (182), enquanto Argentina e Brasil estão na 16ª posição, com passe livre em 170 países.</p>
<p>Uma combinação de geopolítica, economia e <em>soft power</em> explica por que passaportes europeus estão, há anos, à frente do passaporte dos Estados Unidos no ranking de mobilidade global. Desde o Tratado de Schengen, de 1995, os países europeus eliminaram controles fronteiriços internos e harmonizaram parte das suas políticas de vistos com o resto do mundo. Isso criou um efeito multiplicador de reciprocidade diplomática.</p>
<p>Quando a União Europeia firma acordos de isenção de visto com um país, ele vale automaticamente para todos os 27 estados-membros de Schengen. A negociação coletiva da UE tem um peso político e econômico muito maior do que a negociação bilateral dos EUA. Países terceiros veem menos risco em conceder entrada livre a cidadãos europeus pela percepção de estabilidade, previsibilidade diplomática e baixa emigração irregular.</p>
<p><strong>De braços abertos, mas com ressalvas</strong></p>
<p>O poder econômico da Europa não é apenas questão de PIB total, mas de influência comercial distribuída. Enquanto os EUA são uma potência única, a UE é o maior parceiro comercial do mundo em conjunto, com tratados de livre comércio e parcerias de mobilidade com dezenas de países.</p>
<p>Países que buscam comércio, turismo ou investimentos europeus tendem a facilitar a entrada de europeus. Já os EUA mantêm políticas migratórias mais restritivas e seletivas, inclusive para países aliados — o que leva à retaliação diplomática recíproca. A Europa, por outro lado, mantém uma política de “mobilidade positiva”: quanto mais portas abre, mais portas se abrem de volta.</p>
<p>Há, porém, exceções que preocupam. O governo dinamarquês, atual líder da União Europeia, anunciou que vai pressionar por regras mais duras de imigração, especialmente em relação à permanência de asilados. Alegando pressão sobre os serviços públicos, a Dinamarca quer preservar seu modelo de Estado-bem-estar e uma política doméstica de controle.</p>
<p>A Grécia adotou uma das abordagens mais severas da Europa contra imigração irregular: suspensão de solicitações de asilo por três meses para quem chega por mar a partir da África do Norte e detenção indefinida em instalações antes da decisão, multas ou prisão para recusados.</p>
<p>A Suécia, historicamente um país aberto ao acolhimento de migrantes, aprovou reformas que estenderam o tempo mínimo de residência para naturalização de 5 para 8 anos, exigem maiores provas de integração, limitam benefícios sociais para quem busca asilo e dificultam vistos de trabalho.</p>
<p>Em várias nações, o foco mudou de admitir imigrantes de modo amplo para priorizar “mão-de-obra qualificada”, restringindo o acesso de estudantes estrangeiros ou trabalhadores de baixa qualificação. Esse endurecimento pode ter efeitos econômicos um pouco mais à frente: a demografia europeia está envelhecendo e há necessidade de mão-de-obra em vários setores.</p>
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		<title>Pesquisa aponta que 4 das 10 melhores cidades para se viver estão na Europa e Copenhague lidera a lista</title>
		<link>https://europa-brasil.com/pesquisa-aponta-que-4-das-10-melhores-cidades-para-se-viver-estao-na-europa-e-copenhague-lidera-a-lista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 18:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[dinamarca]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Copenhague, na Dinamarca, assumiu o posto de melhor lugar para se morar em todo o mundo, segundo pesquisa global elaborada pela Economist Intelligence Unit (EIU), empresa ligada a revista de negócios inglesa The Economist, que avaliou 173 cidades de grande porte em todo o mundo. Para elaborar o ranking, que acaba de ser divulgado, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Copenhague, na Dinamarca, assumiu o posto de melhor lugar para se morar em todo o mundo, segundo pesquisa global elaborada pela Economist Intelligence Unit (EIU), empresa ligada a revista de negócios inglesa The Economist, que avaliou 173 cidades de grande porte em todo o mundo.</p>
<p>Para elaborar o ranking, que acaba de ser divulgado, a EIU utilizou 30 indicadores em cinco categorias: estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura. Copenhague obteve pontuação 98 entre 100 possíveis e nota máxima em três das cinco categorias: estabilidade, educação e infraestrutura. subiu da segunda posição, obteve 98 pontos de um total de 100 possíveis.</p>
<p>Viena, que liderou o ranking por três anos, perdeu pontos depois que dois ataques terroristas rebaixaram sua classificação no quesito estabilidade, que analisa os riscos de conflito militar, agitação civil e terrorismo. Viena, este ano, ficou lado a lado da suíça Zurich na segunda posição da lista, ambas com 97,1 pontos.</p>
<p>Melbourne na Austrália e a também suíça Genebra completam as cinco primeiras posições, com 97 e 96 pontos, respectivamente. Sydney, Osaka, Auckland, Adelaide e Vancouver completam os top 10 da lista.</p>
<p>No Brasil a melhor classificada foi Rio de Janeiro, que subiu 3 posições no ranking e ocupa agora a 111ª. posição entre as 173 cidades avaliadas, seguida por São Paulo. Mas as brasileiras perdem no cenário regional para Buenos Aires (apontada a melhor cidade para se viver na América Latina), Montevidéu, Santiago e Lima.</p>
<p>As cinco cidades com as piores qualidade de vida segundo a EIU são: Argel, capital da Argélia; Karachi, maior cidade do Paquistão; a capital Daca, de Bangladesh; a capital Trípoli na Líbia e, em último lugar, Damasco na Síria. Na América Latina a cidade pior avaliada foi Caracas.</p>
<p>As perspectivas atuais, segundo o estudo, são mistas. Por um lado, a inflação que prejudicou os padrões de vida de forma generalizada nos últimos anos dá sinais de queda. Mas as tensões geopolíticas estão aumentando em várias geografias, elevando as ameaças a estabilidade e a qualidade de vida de habitantes de diferentes regiões do planeta.</p>
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		<title>Novo ranking aponta os melhores empregadores da Europa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/novo-ranking-aponta-os-melhores-empregadores-da-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 17:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais os mercados que mais se destacam por abrigar bons lugares para se trabalhar na Europa e quais as organizações bem-posicionadas nesse campo? Foi o que, pela primeira vez, quiseram aferir em parceria o jornal inglês Financial Times e a empresa alemã de estatísticas e pesquisas Statista, que apontaram as mil melhores empresas para se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais os mercados que mais se destacam por abrigar bons lugares para se trabalhar na Europa e quais as organizações bem-posicionadas nesse campo? Foi o que, pela primeira vez, quiseram aferir em parceria o jornal inglês Financial Times e a empresa alemã de estatísticas e pesquisas Statista, que apontaram as mil melhores empresas para se trabalhar no continente.</p>
<p>Funcionários de empresas com mais de 500 funcionários de 26 setores foram ouvidos anonimamente e geraram mais de 4 milhões de respostas. Eles tiveram que dizer seu empregador para amigos e familiares, e para avaliar outras empresas da mesma área.</p>
<p>O resultado mostrou que as empresas do varejo, serviços financeiros e tecnologia são as que mais se destacam. E, até pelo tamanho de suas economias, não é difícil adivinhar quem lidera a lista dos países mais bem situados na lista. Pela ordem: Alemanha, França e Reino Unido. Completam os <em>top five</em> a pequena Suíça e a Itália.</p>
<p>A Alemanha é conhecida por proporcionar benefícios acima da média para seus colaboradores, por possuir uma legislação que dificulta as demissões e por abrir espaço para interlocuções diretas entre direção e a base das organizações discutir para temas relevantes.</p>
<p>Quem lidera a lista de melhor empresa é a empresa inglesa de software OneAdvanced, que possui uma “cultura que garante bastante suporte” ao funcionário, proporciona grande número de treinamentos e qualificações e salários que são revistos praticamente todos os trimestres.</p>
<div id="attachment_5891" style="width: 437px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5891" class=" wp-image-5891" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2025/05/tabela.png" alt="" width="427" height="811" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2025/05/tabela.png 780w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2025/05/tabela-579x1100.png 579w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /><p id="caption-attachment-5891" class="wp-caption-text">Número de empresas, por país, no ranking do Financial Times e da Statista</p></div>
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		<item>
		<title>Universidades europeias estão entre as melhores do mundo segundo o Academic Ranking of World Universities (ARWU) de 2024</title>
		<link>https://europa-brasil.com/universidades-europeias-estao-entre-as-melhores-do-mundo-segundo-o-academic-ranking-of-world-universities-arwu-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 20:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Esudo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O recém-divulgado Academic Ranking of World Universities (ARWU) de 2024 trouxe à tona o domínio das universidades americanas, mas as instituições europeias não ficaram de fora e mostraram sua força em meio à acirrada competição global. Dentre as instituições europeias, a Universidade de Cambridge e a Universidade de Oxford, ambas do Reino Unido, se destacaram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O recém-divulgado Academic Ranking of World Universities (ARWU) de 2024 trouxe à tona o domínio das universidades americanas, mas as instituições europeias não ficaram de fora e mostraram sua força em meio à acirrada competição global.</p>
<p>Dentre as instituições europeias, a Universidade de Cambridge e a Universidade de Oxford, ambas do Reino Unido, se destacaram como as únicas a figurar entre as 10 melhores do mundo, ocupando o 4º e 6º lugares, respectivamente.</p>
<p>O domínio britânico continua dentro do top 100, com oito universidades representando o país, um feito notável que coloca o Reino Unido como o principal representante da Europa no ranking. Entre elas, o Imperial College London ocupa a 25ª posição, consolidando sua reputação em pesquisa e inovação.</p>
<h2><strong>A força das universidades francesas e suíças</strong></h2>
<p>Outro destaque europeu no ranking é a Universidade Paris-Saclay, que subiu três posições em relação ao ano anterior, conquistando o 12º lugar. A França ainda conta com outras duas universidades entre as 50 melhores: a Universidade PSL, em 33º, e a Universidade Sorbonne, em 41º.</p>
<p>A Suíça, por sua vez, mantém seu prestígio com a ETH Zurique, que se posicionou em 21º lugar. A universidade é conhecida por sua excelência em ciências e engenharia, o que a mantém entre as melhores do mundo.</p>
<h2><strong>Alemanha: ascensão e estabilidade</strong></h2>
<p>Pela primeira vez, a Alemanha conseguiu classificar três de suas universidades entre as 50 melhores do mundo, um marco significativo que evidencia o avanço do país na educação superior. A Universidade de Munique, a Universidade Técnica de Munique e a Universidade de Heidelberg ocupam, respectivamente, a 43ª, 47ª e 50ª posições. Este é um sinal claro do crescimento e fortalecimento das universidades alemãs, que continuam a se destacar em pesquisa e inovação.</p>
<p>Apesar dos grandes avanços, alguns países europeus como Itália, Espanha, Áustria e Portugal ficaram fora do top 100. Cenário semelhante ao do Brasil, que também não aparece na classificação das melhores cem instituições do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Europa mantém liderança no turismo global</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-mantem-lideranca-no-turismo-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Europa continua liderando com folga o ranking de regiões do planeta que mais atraem turistas do mundo todo. Segundo levantamento da United Nations World Turism Organization (UNTWO) em 2019, último ano anterior à pandemia de Covid-19, os países europeus receberam 745 milhões de visitantes, número equivalente a soma de viajantes que tiveram como destino [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa continua liderando com folga o ranking de regiões do planeta que mais atraem turistas do mundo todo.</p>
<p>Segundo levantamento da United Nations World Turism Organization (UNTWO) em 2019, último ano anterior à pandemia de Covid-19, os países europeus receberam 745 milhões de visitantes, número equivalente a soma de viajantes que tiveram como destino às regiões Ásia-Pacífico, Américas, Oriente Médio e África.</p>
<p>No ano passado a Europa esteve perto de repetir os número pré-pandemia, chegando ao 709 milhões de turistas, mas todas as outras regiões ainda estão longe da marca de 2019. Elas atraíram em conjunto 590 milhões de pessoas.</p>
<p>Os três países mais visitados do mundo foram França (89 milhões de turistas), Espanha (84 milhões) e Estados Unidos (79).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5198" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/07/2.png" alt="" width="1122" height="632" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/07/2.png 1122w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/07/2-1100x620.png 1100w" sizes="(max-width: 1122px) 100vw, 1122px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Finlândia lidera novamente o ranking de felicidade mundial</title>
		<link>https://europa-brasil.com/finlandia-lidera-novamente-o-ranking-de-felicidade-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 12:45:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O World Happiness Report 2024, recentemente divulgado pela ONU, mais uma vez posiciona a Finlândia no topo da lista como o país mais feliz do mundo, marcando o seu sétimo ano consecutivo liderando o ranking. Esta posição de destaque da Finlândia tornou-se praticamente incontestável ao longo dos anos. Enquanto isso, o Brasil avançou cinco posições [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O World Happiness Report 2024, recentemente divulgado pela ONU, mais uma vez posiciona a Finlândia no topo da lista como o país mais feliz do mundo, marcando o seu sétimo ano consecutivo liderando o ranking. Esta posição de destaque da Finlândia tornou-se praticamente incontestável ao longo dos anos. Enquanto isso, o Brasil avançou cinco posições desde o ano anterior.</p>
<p>Enquanto a Finlândia mantém consistentemente sua liderança como a nação mais feliz do mundo, o verdadeiro interesse muitas vezes reside nos países classificados logo abaixo. Destacam-se nações como Dinamarca, Islândia e Suíça, frequentemente ocupando os segundos e terceiros lugares. Suas posições próximas à Finlândia provocam debates sobre as políticas sociais, econômicas e culturais que contribuem para o alto índice de felicidade nessas nações. Esses países emergentes desafiam frequentemente noções convencionais e oferecem insights valiosos sobre as variáveis que impulsionam a felicidade e o bem-estar em escala global.</p>
<p>Este relatório anual, supervisionado pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, é uma avaliação abrangente da felicidade global em 143 países. Lançado anualmente em homenagem ao Dia Internacional da Felicidade, celebrado em 20 de março, o relatório baseia-se em dados coletados pelo Gallup World Poll e insights de especialistas líderes em bem-estar.</p>
<h2><strong>Destaque para os países escandinavos</strong></h2>
<p>A hegemonia dos países escandinavos, especialmente a Finlândia, no topo do ranking de felicidade mundial levanta questões intrigantes sobre os fatores determinantes por trás desse sucesso contínuo. A proximidade com a natureza, um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal e a confiança nas instituições são apontados como fundamentais para a satisfação dos finlandeses. Além disso, o acesso gratuito à saúde e educação, juntamente com a baixa corrupção, contribuem para um ambiente propício à felicidade. Esses elementos formam um modelo de sociedade que muitos outros países buscam igualar.</p>
<h2><strong>Comparativo ao longo dos anos</strong></h2>
<p>Comparando os dados ao longo dos anos, o relatório revela mudanças significativas nos padrões de felicidade em todo o mundo. Países como Estados Unidos e Alemanha, que costumavam figurar entre os mais felizes, agora se encontram em posições mais baixas, refletindo talvez mudanças socioeconômicas e políticas em curso. Enquanto isso, na contramão, nações como Costa Rica e Kuwait emergem no topo do ranking, indicando mudanças dinâmicas na percepção de felicidade global.</p>
<h2><strong>Tendências demográficas e regionais</strong></h2>
<p>O relatório também analisa tendências demográficas e regionais interessantes. Por exemplo, a felicidade parece ser mais prevalente entre as novas gerações em comparação com as mais antigas, sugerindo mudanças na percepção de bem-estar ao longo do tempo. No entanto, observa-se um declínio significativo na felicidade entre os jovens na América do Norte, Austrália e Nova Zelândia desde 2006-2010, em contraste com avanços na Europa Oriental. Além disso, a desigualdade na felicidade aumentou em várias regiões, exceto na Europa, levantando preocupações sobre disparidades socioeconômicas em curso.</p>
<h3>Confira o top 10 dos países mais felizes do mundo abaixo:</h3>
<ol>
<li>Finlândia</li>
<li>Dinamarca</li>
<li>Islândia</li>
<li>Suécia</li>
<li>Israel</li>
<li>Países Baixos</li>
<li>Noruega</li>
<li>Luxemburgo</li>
<li>Suíça</li>
<li>Austrália</li>
</ol>
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		<title>Ranking atualizado: passaportes europeus “mais poderosos” de 2024</title>
		<link>https://europa-brasil.com/ranking-atualizado-passaportes-europeus-mais-poderosos-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 11:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo “mais poderosos” vem entre aspas, mas é uma classificação bem aplicada para essas circunstâncias – trata-se da listagem dos passaportes de países europeus que garantem a viagem para destinos sem necessidade de visto. No jargão técnico, em inglês, para cidadãos com esse documento, esses destinos são visa-free ou visa-on-arrival. A listagem, mais uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo “mais poderosos” vem entre aspas, mas é uma classificação bem aplicada para essas circunstâncias – trata-se da listagem dos passaportes de países europeus que garantem a viagem para destinos sem necessidade de visto.</p>
<p>No jargão técnico, em inglês, para cidadãos com esse documento, esses destinos são <em>visa-free </em>ou <em>visa-on-arrival</em>.</p>
<p>A listagem, mais uma vez, foi conduzida pela consultoria de cidadania global, fixada em Londres, Henley &amp; Partners, com dados da Air Transport Association (IATA).</p>
<p>Se você é cidadão dos países da Europa: França, Alemanha, Itália e Espanha, é possível acessar 194 destinos ao redor do mundo. Esse número é um recorde na série histórica de apurações feitas pela organização.</p>
<p>Ao lado de Japão e Singapura, essas nações estão no topo da lista. Detalhe interessante: nos últimos cinco anos, as representantes asiáticas dominavam os primeiros lugares desse ranking de passaportes “mais poderosos”.</p>
<p>Em seguida há mais países europeus, como Finlândia e Suécia, com fácil acesso a 192 destinos; Áustria, Dinamarca, Irlanda e Holanda estão em terceiro, com 192 países sem a necessidade de visto.</p>
<p>Bélgica, Luxemburgo, Noruega, Portugal e Reino Unido ocupam a quarta colocação, enquanto Grécia, Malta e Suíça estão na quinta.</p>
<p>Segundo o porta-voz da agência que organiza o ranking o número médio de destinos com os chamados “visa-free” quase dobrou entre 2006 a 2024. Passaram de 58 para 111.</p>
<p>Os países de menor acesso a outras nações sem visto são Afeganistão, com apenas 28; e Síria, com 29.</p>
<p>European Way trouxe um panorama da mesma pesquisa <a href="https://europa-brasil.com/passaportes-europeus-estao-entre-os-mais-poderosos/">em sua versão anterior</a>. Naquele momento, a europa ocupava doze dos quinze “mais poderosos” passaportes do planeta. No entanto, naquele recorte anterior, a Ásia ainda ocupava, isolada, as primeiríssimas posições.</p>
<h2>Os passaportes “mais poderosos” de 2024</h2>
<ul>
<li>França, Alemanha, Itália, Japão, Singapura, Espanha (194 destinos)</li>
<li>Finlândia, Coreia do Sul, Suécia (193 destinos)</li>
<li>Áustria, Dinamarca, Irlanda, Holanda (192 destinos)</li>
<li>Bélgica, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Reino Unido (191 destinos)</li>
<li>Grécia, Malta, Suíça (190 destinos)</li>
<li>República Tcheca, Nova Zelândia, Polônia (189 destinos)</li>
<li>Canadá, Hungria, Estados Unidos (188 destinos)</li>
<li>Estônia, Lituânia (187 destinos)</li>
</ul>
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