
O Itaú está apostando em uma nova fase de operação no dinâmico centro financeiro de Luxemburgo como espinha dorsal para sua estratégia de atacado de longo prazo voltada para o mercado europeu.
Com atuação no segmento corporativo já estabelecida há alguns anos no Reino Unido, na Suíça e em Portugal, a ideia agora é migrar gradualmente tais operações no continente para Luxemburgo, debaixo do guarda-chuva Itaú Europe.
Mas o Itaú não é a única instituição brasileira a olhar de forma estratégica para aquele pequeno país onde dezenas de instituições internacionais realizam operações financeiras de vulto, graças às regras locais flexíveis de tributação e a um ambiente de negócios altamente favorável.
Também possuem escritórios no país o BTG Pactual, o Bradesco, o Safra e o BV (ex-Banco Votorantim). O recente acordo comercial entre União Europeia e Mercosul são um motivo a mais para instituições nacionais olharem para Luxemburgo como opção nice-to-be, e não mais have-to-be.




