<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Especial Clima e Energia - Europa | Brasil</title>
	<atom:link href="https://europa-brasil.com/noticias/especial-clima-e-energia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://europa-brasil.com/noticias/especial-clima-e-energia/</link>
	<description>Portal de notícias</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Aug 2023 14:03:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Especial Clima e Energia: a mobilização dos setores público e privado rumo à emissão zero de CO2</title>
		<link>https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-a-mobilizacao-dos-setores-publico-e-privado-rumo-a-emissao-zero-de-co2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Clima e Energia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=4576</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esforços articulados para se chegar a uma economia com emissão zero de carbono são o único caminho capaz de garantir o crescimento econômico sustentável e melhores condições de vida para cidadãos dos diferentes continentes. Se antes esta era uma visão basicamente associada a “ecologistas” ou militantes da luta contra as mudanças climáticas, hoje a realidade [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-a-mobilizacao-dos-setores-publico-e-privado-rumo-a-emissao-zero-de-co2/">Especial Clima e Energia: a mobilização dos setores público e privado rumo à emissão zero de CO2</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esforços articulados para se chegar a uma economia com emissão zero de carbono são o único caminho capaz de garantir o crescimento econômico sustentável e melhores condições de vida para cidadãos dos diferentes continentes.</p>
<p>Se antes esta era uma visão basicamente associada a “ecologistas” ou militantes da luta contra as mudanças climáticas, hoje a realidade é bem diferente. Um número crescente de empresas entende que seu futuro e o futuro dos seus negócios dependem de um planeta ambientalmente em equilíbrio.</p>
<p>Duas organizações de peso têm conseguido catalisar esforços em nível global nessa direção. São elas a We Mean Business e a C40.</p>
<p>A primeira reúne um grupo de organizações sem fins lucrativos que busca acelerar a transição para uma economia global de emissão zero, atuando em conexão com grandes empresas internacionais para potencializar iniciativas e resultados no ambiente corporativo.</p>
<p>Um dos mais conhecidos executivos engajados na questão climática é o ex-CEO global da Unilever, Paul Polman, também autor do livro “Net Positive: How Courageous Companies Thrive by Giving More Than The Take” (em tradução livre: “Saldo Positivo: Como Empresas Corajosas Crescem Dando mais do que Tomam”).</p>
<p>Ele define assim a organização: “We Mean Business Coalition é a prova de que o setor privado está mudando. Está havendo um impulso para ações mais rápidas e ousadas em matéria de clima, uma colaboração sem precedentes entre indústrias, uma coragem coletiva por parte das empresas líderes, um compromisso inabalável com a elaboração de políticas baseadas em evidências e uma visão partilhada de uma economia global que seja simultaneamente verde e justa. Agora existe pressão para uma ação climática rápida e escalável”.</p>
<p>Segundo a We Mean Business Coalition, mais de 11 mil empresas de todos os portes em diferentes países estão tomando medidas concretas relacionadas ao clima por meio de iniciativas alinhadas a parceiros da coalizão, entre os quais estão CLG (Corporate Leaders Group), BSR (Business for Social Responsability) e CDP (Carbon Disclosure Project).</p>
<p>Já a C40, com sede em Paris, é uma organização com foco no papel dos grandes centros urbanos nos esforços pelo clima. Hoje ela congrega 96 cidades (inclusive as brasileiras São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Curitiba) e além de incentivar a troca de melhores práticas também apoia prefeituras na criação e na implementação de planos de ação climática baseados nas premissas do Acordo de Paris (cuja meta é limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5°C nas próximas décadas, freando assim o aquecimento global).</p>
<p>A estratégia do C40 alcança diferentes dimensões, entre as quais gestão hídrica, gestão de resíduos, mobilidade sustentável e fontes de energia limpa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-a-mobilizacao-dos-setores-publico-e-privado-rumo-a-emissao-zero-de-co2/">Especial Clima e Energia: a mobilização dos setores público e privado rumo à emissão zero de CO2</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial Clima e Energia: energia renovável em números na União Europeia   </title>
		<link>https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-energia-renovavel-em-numeros-na-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Clima e Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=4571</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os dados consolidados mais recentes, de 2021, apresentados pelo serviço de estatística e indicadores da União Europeia, Eurostat,  ajudam a traçar um panorama da situação atual e dos desafios em relação às metas de energia limpa para 2050. A UE registrou, naquele ano, 21,8% do seu consumo de energia a partir de fontes renováveis. A [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-energia-renovavel-em-numeros-na-uniao-europeia/">Especial Clima e Energia: energia renovável em números na União Europeia   </a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados consolidados mais recentes, de 2021, apresentados pelo serviço de estatística e indicadores da União Europeia, Eurostat,  ajudam a traçar um panorama da situação atual e dos desafios em relação às metas de energia limpa para 2050.</p>
<p>A UE registrou, naquele ano, 21,8% do seu consumo de energia a partir de fontes renováveis.</p>
<p>A Suécia foi o país de mais amplo uso daquelas fontes (62,6%), seguida pela Finlândia (43,1%) e pela Letônia (42,1%). Os menores índices no uso de opções renováveis são de Luxemburgo (11,7%), Malta (12,2%) e Países Baixos (12,3%).</p>
<p>Em 2021, as fontes de energia renováveis representaram 37,5% do consumo de eletricidade na UE. Considerado esse universo, as energias eólica e hídrica representaram mais de dois terços do total (37,5 e 32,1%, respectivamente), seguidas pela geração solar (15,1%), biocombustíveis sólidos (7,4%) e outras fontes renováveis (7,9%).</p>
<p>Entre os estados-membros da UE, o consumo de eletricidade gerada a partir de fontes renováveis foi mais alto na Áustria (76,2%), seguida pela Suécia (75,7%), Dinamarca (62,6 %), Portugal (58,4%), Croácia (53,5 %) e Letônia (51,4 %).</p>
<p>Enquanto isso, Malta (9,7%), Hungria (13,7%), Luxemburgo (14,2%), República Tcheca (14,5%) e Chipre (14,8%) estão entre os que menos usam eletricidade gerada a partir de sistemas alternativos de geração de energia.</p>
<p><em>Este conteúdo é parte do Especial Clima e Energia. Continua amanhã.</em></p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-energia-renovavel-em-numeros-na-uniao-europeia/">Especial Clima e Energia: energia renovável em números na União Europeia   </a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial Clima e Energia: um processo lento, segundo os europeus</title>
		<link>https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-um-processo-lento-segundo-os-europeus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Clima e Energia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=4567</guid>

					<description><![CDATA[<p>A grande maioria dos cidadãos europeus (77%) considera que as mudanças climáticas são um problema grave neste momento. E 58% acreditam que a transição para uma economia verde deveria ser muito mais acelerada. Os dados fazem parte da mais recente pesquisa Eurobarometer (realizada regularmente pela União Europeia) divulgada em julho. Esses e outros resultados da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-um-processo-lento-segundo-os-europeus/">Especial Clima e Energia: um processo lento, segundo os europeus</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande maioria dos cidadãos europeus (77%) considera que as mudanças climáticas são um problema grave neste momento. E 58% acreditam que a transição para uma economia verde deveria ser muito mais acelerada. Os dados fazem parte da mais recente pesquisa Eurobarometer (realizada regularmente pela União Europeia) divulgada em julho.</p>
<p>Esses e outros resultados da pesquisa acabam por validar amplamente a política ambiental do continente baseada no European Green Deal. Quase 90% dos cidadãos europeus concordam que a emissão de gases de efeito estufa deve ser reduzida ao menor nível possível. E o volume que não for possível reduzir deveria ser compensando, com o objetivo de a região atingir a neutralidade projetada para 2050.</p>
<p>A maioria dos cidadãos do continente acha que a União Europeia (56%), os governos nacionais (56%) e as empresas e as indústrias (53%) são responsáveis ​​diretas na luta contra as alterações climáticas. 35% consideram-se pessoalmente responsáveis. Mais de oito em cada dez pessoas pesquisadas consideram que é importante que o  governo nacional (86%) e a União Europeia (85%) tomem medidas para melhorar a eficiência energética até 2030 (por exemplo, incentivando as pessoas a isolarem as suas casas, instalarem painéis solares ou comprarem carros elétricos).</p>
<p>58% dos cidadãos da UE consideram que a utilização de fontes de energia renováveis ​​deve ser acelerada, a eficiência energética aumentada e a transição para uma economia verde intesificada, tendo em conta os picos dos preços da energia e as restrições ao fornecimento de gás devido às ações da Rússia<em>.</em></p>
<p>Cerca de 70% dos entrevistados são a favor da redução da importação de combustíveis fósseis como forma de aumentar a segurança energética da União Europeia. E mais de 90% dos que foram ouvidos dizem já dar sua contribuição pessoal ao fazer escolhas mais sustentáveis nas suas rotinas.</p>
<p><em>Os levantamentos Eurobarometer, iniciados em 1974, são o instrumento de sondagem oficial utilizado pelo Parlamento Europeu, pela Comissão Europeia e outras instituições e agências da UE para monitorizar regularmente a opinião pública em relação a temas econômicos, políticos e sociais.</em></p>
<p><em>Este conteúdo é parte do Especial Clima e Energia. Continua amanhã.</em></p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/especial-clima-e-energia-um-processo-lento-segundo-os-europeus/">Especial Clima e Energia: um processo lento, segundo os europeus</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial Clima e Energia: 2030, o ano que já começou</title>
		<link>https://europa-brasil.com/2030-o-ano-que-ja-comecou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Clima e Energia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://europa-brasil.com/?p=4562</guid>

					<description><![CDATA[<p>2030 é o ano que está marcado em tintas fortes nos calendários dos países europeus. Isso porque será nessa virada de década que o continente deve apresentar resultados das metas ambiciosas que os membros da União Europeia acordaram em relação ao clima, às energias renováveis e à proteção ambiental de forma mais ampla. Uma linha [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/2030-o-ano-que-ja-comecou/">Especial Clima e Energia: 2030, o ano que já começou</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2030 é o ano que está marcado em tintas fortes nos calendários dos países europeus. Isso porque será nessa virada de década que o continente deve apresentar resultados das metas ambiciosas que os membros da União Europeia acordaram em relação ao clima, às energias renováveis e à proteção ambiental de forma mais ampla.</p>
<p>Uma linha do tempo ajuda a entender as origens de todo esse processo, as propostas para 2030 e algumas das etapas para se alcançar a neutralidade climática em 2050.</p>
<ul>
<li><strong>Fevereiro de 2005:</strong> entra em vigor o Protocolo de Kyoto, documento assinado por 36 países que estabelece metas para a redução de gases de efeito estufa. Ele prevê que os países da União Europeia devem cortar as emissões em 8%.</li>
<li><strong>Novembro de 2008:</strong> a UE estabeleceu a meta de reduzir as emissões em 20% até 2020 em comparação com os níveis de 1990.</li>
<li><strong>Dezembro de 2019:</strong> a Comissão Europeia apresenta o Pacto Ecológico Europeu (European Green Deal), comprometendo-se com a neutralidade climática até 2050. Investimento de 1 trilhão de euros é estimado para viabilizar essa jornada.</li>
<li><strong>Março de 2020:</strong> é proposta a Lei Europeia Climática, na qual está incluída a meta estipulada para 2050. No mesmo ano, os líderes europeus endossam a proposta da criação de uma etapa anterior – o ano de 2030 – na qual a emissão de gases de efeito estufa deve ser reduzida em pelo menos 55% em comparação ao ano de 1990.</li>
<li><strong>Junho de 2021:</strong> entra em vigor a nova Lei Europeia do Clima.</li>
<li><strong>Junho de 2022:</strong> a Comissão Europeia propõe um regulamento destinado a restaurar a natureza em zonas terrestres e marítimas da UE.</li>
<li><strong>Julho 2023:</strong> o Parlamento Europeu aprova a Lei da Restauração da Natureza, que pretende atuar sobre os ecossistemas para combater as alterações climáticas e a perda de biodiversidade.</li>
</ul>
<p>Comunicado da Comissão Europeia ao Parlamento Europeu, em meados de 2021, dá o tom do que seria o caminho a ser seguido na busca da neutralidade.</p>
<blockquote><p>“Queremos ser o primeiro continente com impacto neutro do clima até 2050”, assume a Comissão.</p></blockquote>
<p>O documento informa: “A presente década é decisiva para cumprir os compromissos que assumimos no âmbito do Acordo de Paris, a bem da saúde, do bem-estar e da prosperidade de todos. A UE deu o exemplo, estabelecendo metas ambiciosas com vistas à redução  das emissões de gases de efeito estufa e a tornar-se o primeiro continente com impacto neutro no clima. Estes objetivos já não são aspirações ou ambições mas sim obrigações previstas pela primeira Lei Europeia em matéria de Clima, que criam novas oportunidades de inovação, investimento e emprego”.</p>
<p>A jornada passa pela necessária transformação da economia, da sociedade e da indústria. Trata-se de uma responsabilidade coletiva e de uma oportunidade que deve estar aberta a todos. Nesse sentido, a proposta envolve não apenas os governos, mas também as empresas e os indivíduos. “O desafio central da transição ecológica da UE consiste em saber como proporcionar benefícios a todos, tão rápida e equitativamente quanto possível, reforçando simultaneamente a competitividade, criando os empregos do futuro e respondendo eficazmente aos custos e às repercussões da transição”, continua o documento.</p>
<p>O Pacto Ecológico Europeu estabeleceu o roteiro para esta transformação e criou os alicerces da economia do futuro, com estratégias de referência relativas à biodiversidade, à economia circular, à poluição zero, à mobilidade sustentável e inteligente, à alimentação sustentável, ao hidrogênio, às baterias, à energia de fontes renováveis. Foram dedicados recursos sem precedentes para apoiar a transição, seja através do plano de recuperação da União Europeia (o NextGenerationEU), que contribui com, pelo menos, 37% do orçamento de longo prazo da UE (2021-2027), além de financiamento via investimento privado.</p>
<p>O pacote de medidas consolida a liderança mundial da UE na luta contra as alterações climáticas, mas, como reconhece a própria Comissão Europeia, ela não é suficiente nem capaz de alcançar a redução das emissões necessária a nível mundial. “Por este motivo, a UE colabora com o G7, o G20 e outros parceiros internacionais para demonstrar que é possível conciliar o aumento da ambição climática, a prosperidade econômica e o crescimento sustentável”.</p>
<p><em>Este conteúdo é parte do Especial Clima e Energia. Continua amanhã.</em></p>
<p>O post <a href="https://europa-brasil.com/2030-o-ano-que-ja-comecou/">Especial Clima e Energia: 2030, o ano que já começou</a> apareceu primeiro em <a href="https://europa-brasil.com">Europa | Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
