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	<title>Arquivo de aeroportos - Europa | Brasil</title>
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		<title>Ormuz respira, aviação europeia ainda não</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aviação europeia, que passou a semana sob a sombra de um possível racionamento de querosene, ganhou uma folga inesperada na manhã desta sexta-feira (17). O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, confirmou que o Estreito de Ormuz está totalmente liberado para a passagem de embarcações comerciais durante o período de cessar-fogo. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A aviação europeia, que passou a semana sob a sombra de um possível racionamento de querosene, ganhou uma folga inesperada na manhã desta sexta-feira (17). O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, confirmou que o Estreito de Ormuz está totalmente liberado para a passagem de embarcações comerciais durante o período de cessar-fogo. A reação dos mercados foi imediata: o petróleo tipo Brent recuou mais de 10%, com o barril cotado abaixo dos US$ 90.</p>
<p>O anúncio chega em momento de pressão aguda sobre o setor aéreo. O diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, havia alertado na véspera que a Europa dispõe de apenas cerca de seis semanas de querosene de aviação, e os primeiros cancelamentos concretos já haviam sido anunciados.</p>
<p>Antes da reabertura ser confirmada, a Lufthansa e a KLM já haviam tomado decisões operacionais difíceis de reverter no curto prazo. A companhia alemã anunciou o encerramento imediato da subsidiária regional CityLine, retirando de serviço suas 27 aeronaves em razão de altos custos de combustível combinados a disputas trabalhistas. As ações da Lufthansa recuaram mais de 3,5% na quinta-feira na Bolsa de Frankfurt.</p>
<p>A KLM cortou 160 voos para o próximo mês, cerca de 1% de suas rotas europeias totais, citando rotas que &#8220;não são mais financeiramente viáveis de operar&#8221;. A EasyJet, que havia garantido mais de três quartos de seu combustível via hedge antes da escalada dos preços, ainda assim registrou um custo adicional de £25 milhões só em março, e projeta prejuízo antes de impostos entre £540 milhões e £560 milhões para o primeiro semestre de 2026.</p>
<p>O custo financeiro do bloqueio está cristalizado em um número: o querosene de referência europeu atingiu US$ 1.838 por tonelada no início de abril, mais do que o dobro dos US$ 831 registrados antes do início do conflito.</p>
<h2><strong>O alívio e suas limitações</strong></h2>
<p>A reabertura não elimina automaticamente o risco para a temporada de verão. Analistas do setor apontam que a logística de reabastecimento tem seus próprios prazos. Amaar Khan, chefe de preços de querosene europeu da Argus Media, havia advertido que mesmo com a retomada do fornecimento do Golfo, o processo de recomposição dos estoques levaria de cinco a seis semanas. Isso coloca junho, início do pico de viagens, como o horizonte crítico.</p>
<p>A Europa dependia historicamente do Oriente Médio para cerca de 75% de suas importações de combustível de aviação, e a substituição parcial desse volume por carregamentos dos Estados Unidos e da Nigéria esbarra em limites logísticos que não desaparecem da noite para o dia.</p>
<p>Há também a questão da confiança. O Estreito de Ormuz havia sido brevemente reaberto como parte de uma trégua anterior, mas voltou a ser fechado quando o Irã considerou que Israel havia violado o cessar-fogo ao continuar operações no Líbano. A reabertura desta sexta-feira ocorre no contexto de um novo cessar-fogo entre Israel e Líbano, anunciado por Trump na véspera, mas a fragilidade do arranjo é evidente.</p>
<p>A Ryanair, maior operadora europeia em número de passageiros, havia resumido bem a postura do setor: afirmou que seus fornecedores conseguiam garantir abastecimento apenas até meados ou fim de maio, e que, se o bloqueio se estendesse até maio ou junho, não podia descartar riscos em alguns aeroportos europeus.</p>
<p>A Comissão Europeia, que manteve tom cauteloso durante a semana reconhecendo apenas que &#8220;gargalos de fornecimento podem ocorrer em breve&#8221;, deve anunciar medidas energéticas na próxima semana. A Airlines for Europe pediu à UE que classifique a escassez de combustível como &#8220;circunstância extraordinária&#8221;, o que eximiria as companhias aéreas de compensações em cancelamentos forçados.</p>
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		<title>Pontualidade europeia em cheque com atrasos e cancelamentos de voos</title>
		<link>https://europa-brasil.com/a-pontualidade-europeia-em-cheque-com-atrasos-e-cancelamentos-de-voos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 12:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[Atrasos]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[voos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos na pontualidade europeia, a Suíça frequentemente vem à mente. Afinal, é o país dos trens que não atrasam, dos relógios precisos e da eficiência. No entanto, uma pesquisa recente trouxe à tona um dado surpreendente: a ocupação no topo do ranking dos países com mais atrasos e cancelamentos de voos no verão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pensamos na pontualidade europeia, a Suíça frequentemente vem à mente. Afinal, é o país dos trens que não atrasam, dos relógios precisos e da eficiência. No entanto, uma pesquisa recente trouxe à tona um dado surpreendente: a ocupação no topo do ranking dos países com mais atrasos e cancelamentos de voos no verão de 2024. O estudo, realizado pela organização alemã Flightright, especializada em direitos dos passageiros, revela um quadro inesperado e coloca em xeque a reputação da aviação europeia.</p>
<p>De acordo com o levantamento, entre os dias 20 de junho e 4 de setembro, cerca de 38,78% dos voos na Suíça sofreram atrasos. Dos 49.004 voos programados no país, 19.006 chegaram ou partiram mais de 15 minutos fora do horário previsto. A Grécia e a Turquia seguiram de perto, com taxas de atraso de 36,97% e 36,52%, respectivamente. E não foi só nos atrasos que a Suíça liderou: com 2,5% de voos cancelados (1.227 no total), o país também encabeçou o ranking de cancelamentos, seguido pela Alemanha (2,4%) e Áustria (1,46%).</p>
<p>O estudo apontou também que Berlim (BER), Frankfurt (FRA), Munique (MUC) e Zurique (ZRH) são os aeroportos com maiores índices de cancelamentos, com a capital alemã liderando com 3,01%. No caso dos atrasos, Frankfurt e Zurique também figuram entre os piores aeroportos da temporada.</p>
<p>As companhias aéreas também não saíram ilesas do levantamento. O grupo Lufthansa, um dos maiores conglomerados de aviação da Europa, dominou o ranking das piores companhias em atrasos e cancelamentos. A Eurowings, subsidiária do grupo, teve que cancelar 1.344 de seus 43.550 voos e viu outros 14.101 saírem ou chegarem fora do horário. A Lufthansa não ficou atrás, com 3.035 cancelamentos em 104.698 voos programados e 36.462 com atrasos. A Swiss, que deveria representar a eficiência suíça, cancelou 840 de seus 32.222 voos e atrasou 13.866 deles. Entre as low-cost, a Easyjet, que operou 135.146 voos, cancelou 3.441 e atrasou 58.262.</p>
<p>Para explicar esse cenário, Suíça e Alemanha apontam uma série de desafios. A escassez de mão de obra, greves e até o clima instável foram citados como causas. Em Zurique, a configuração do aeroporto com pistas cruzadas e o tráfego aéreo intenso no centro europeu são apontados como fatores críticos. Em junho, um bug no sistema da Skyguide, controladora de tráfego aéreo suíça, teria gerado um terço dos atrasos de voos no país.</p>
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		<title>Reclamações de voos disparam 37% na Europa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/reclamacoes-de-voos-disparam-37-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 17:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Companhias aéreas]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de transporte aéreo na Europa tem enfrentado um aumento expressivo nas reclamações de passageiros, com um crescimento de 37% em comparação aos anos anteriores. De acordo com dados divulgados pela plataforma AirAdvisor, especializada em assistência a passageiros aéreos, as principais causas de queixas incluem atrasos, cancelamentos e extravios de bagagens, problemas que têm [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de transporte aéreo na Europa tem enfrentado um aumento expressivo nas reclamações de passageiros, com um crescimento de 37% em comparação aos anos anteriores. De acordo com dados divulgados pela plataforma AirAdvisor, especializada em assistência a passageiros aéreos, as principais causas de queixas incluem atrasos, cancelamentos e extravios de bagagens, problemas que têm se tornado cada vez mais frequentes e impactantes para os viajantes.</p>
<p>A plataforma projeta que este aumento continuará a impulsionar o número de reclamações durante o verão europeu, um período de férias intenso no continente. A expectativa é de um crescimento de 18,3% nas queixas em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2023, foram registradas 45,3 mil reclamações, um aumento significativo em comparação com as 38,3 mil de 2022.</p>
<p>Portugal, por exemplo, tem sido um dos países mais afetados, com o transporte aéreo liderando o número de reclamações. O Centro Europeu do Consumidor relata que, em 2023, foram registrados 1,6 mil casos no país, segundo a AirAdvisor. Este aumento reflete uma tendência que pode gerar ainda mais insatisfação entre os passageiros nos próximos meses, especialmente durante o pico de viagens de verão.</p>
<p>Em resposta a este cenário, a AirAdvisor publicou um guia para ajudar os consumidores a obterem indenizações por problemas em voos. O guia oferece orientações detalhadas sobre os direitos dos passageiros, como proceder em caso de atrasos, cancelamentos ou extravios de bagagens, e como solicitar compensações financeiras. A iniciativa visa capacitar os viajantes para que possam buscar reparações justas por seus transtornos.</p>
<h2><strong>Situação no Brasil</strong></h2>
<p>Embora o foco esteja na Europa, a situação dos voos também é preocupante em outras partes do mundo, como no Brasil. Segundo o Boletim de Monitoramento do Consumidor.gov.br – Transporte Aéreo, publicado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as empresas aéreas que operam no Brasil registraram 82,5 reclamações a cada 100 mil passageiros no quarto trimestre de 2023, representando um aumento de 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Entre as companhias brasileiras, a Gol lidera o ranking de queixas, com 88,7 reclamações a cada 100 mil passageiros, seguida pela Latam (77,2) e Azul (75,3). Entre as empresas estrangeiras que operam no Brasil, a TAP se destaca negativamente, com 175,1 reclamações a cada 100 mil passageiros, seguida pela Copa Airlines, Air France, American Airlines, Aerolineas Argentinas e United Airlines.</p>
<p>&nbsp;</p>
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