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	<title>Arquivo de pesquisa - Europa | Brasil</title>
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		<title>Islândia testa política de expansão da União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 19:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[islândia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os islandeses vão às urnas em 29 de agosto para decidir se o governo deve reabrir as negociações de adesão à União Europeia, suspensas desde 2013. A votação interessa a Bruxelas muito além dos cerca de 390 mil habitantes do país. A Islândia ocupa uma posição incomum entre os candidatos ao bloco. O país já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os islandeses vão às urnas em 29 de agosto para decidir se o governo deve reabrir as negociações de adesão à União Europeia, suspensas desde 2013. A votação interessa a Bruxelas muito além dos cerca de 390 mil habitantes do país.</p>
<p>A Islândia ocupa uma posição incomum entre os candidatos ao bloco. O país já integra o Espaço Econômico Europeu, a área Schengen e a Associação Europeia de Livre Comércio, e por isso já aplica boa parte da legislação da União Europeia, mesmo sem ter assento nas instituições em Bruxelas. É uma situação diferente da Ucrânia e dos países dos Bálcãs Ocidentais, que precisam de reformas profundas em Justiça e economia e têm processos travados há anos.</p>
<p>Há ainda uma diferença no cálculo financeiro. A Islândia entraria como contribuinte líquida aos cofres da União Europeia, e não como beneficiária de fundos, que é o padrão nas expansões anteriores do bloco. Por isso, o debate em Bruxelas foca menos no custo da integração e mais no ganho geopolítico.</p>
<p>Esse ganho é grande. A comissária europeia para o Alargamento, Marta Kos, disse que um &#8220;sim&#8221; da Islândia daria fôlego a uma política de expansão hoje parada. Pesa também a postura do governo de Donald Trump em relação à Groenlândia, vizinha da Islândia, e o aumento das tensões de segurança no Ártico. A ilha fica em um trecho estratégico do Atlântico Norte, usado pela Otan para monitorar navios russos, mesmo sem ter exército próprio.</p>
<p>No plano interno, a disputa segue equilibrada. Uma pesquisa do instituto Gallup, feita dias antes da votação, mostrou empate técnico: 46% de cada lado e 8% de indecisos. No mercado de apostas Polymarket, o &#8220;sim&#8221; chegou a mais de 60% em meados de agosto e caiu para cerca de 52%. Parte da população compara o clima ao do referendo do Brexit, porque a discussão divide até famílias, segundo relatos à imprensa internacional.</p>
<p>A votação de 29 de agosto não decide a adesão. Um resultado favorável abre negociações de dois anos ou mais, seguidas por um segundo referendo, previsto para 2028. Um &#8220;não&#8221;, segundo o governo, encerra o assunto por tempo indeterminado.</p>
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		<title>Europeus confiam mais nos governos locais do que nas instituições nacionais</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europeus-confiam-mais-nos-governos-locais-do-que-nas-instituicoes-nacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 14:48:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<category><![CDATA[Credibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proximidade, ao que parece, ainda é o melhor antídoto para a desconfiança política. Uma pesquisa com 27 mil cidadãos de todos os 27 países-membros da União Europeia, conduzida pela Eurofound e divulgada pela Euronews, revela que quanto mais distante do cotidiano das pessoas é uma instituição, menor tende a ser a confiança que ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A proximidade, ao que parece, ainda é o melhor antídoto para a desconfiança política. Uma pesquisa com 27 mil cidadãos de todos os 27 países-membros da União Europeia, conduzida pela Eurofound e divulgada pela Euronews, revela que quanto mais distante do cotidiano das pessoas é uma instituição, menor tende a ser a confiança que ela inspira.</p>
<p>Os governos locais e regionais lideram o ranking de credibilidade entre os europeus, com média de 4,8 pontos em uma escala de zero a dez. As instituições da UE ficam logo atrás, com 4,5 pontos, enquanto os governos nacionais amargam a última posição entre as instâncias políticas avaliadas, com apenas 3,6. O resultado reflete o desgaste acumulado por crises sucessivas, desde a pandemia até o impasse energético provocado pela guerra na Ucrânia.</p>
<p>O dado mais revelador, porém, pode ser o mais simples: nenhuma das instituições avaliadas conseguiu ultrapassar a barreira dos seis pontos, em média, na União Europeia. É um retrato de ceticismo generalizado que atravessa fronteiras e sistemas políticos distintos.</p>
<h2>Uma Europa fragmentada</h2>
<p>As disparidades entre países são expressivas. Dinamarca, Malta e Hungria lideram a confiança nas instituições da UE, com 5,9 pontos cada. No extremo oposto, França e Grécia registram apenas 3,7. O quadro francês é ainda mais sombrio quando cruzado com o Barómetro de Confiança 2026: apenas 30% dos entrevistados confiam que o governo &#8220;faz o que é certo&#8221;, o pior índice entre todas as grandes democracias ocidentais pesquisadas. Uma queda de sete pontos em relação ao ano anterior, certamente agravada pela sucessão de crises políticas de 2024 e 2025.</p>
<p>No Reino Unido, fora do bloco mas incluído em pesquisas similares, apenas 36% dos entrevistados confiam nas autoridades, enquanto a mídia tradicional obtém nível ligeiramente superior, com 39%.</p>
<p>Em meio a um cenário sombrio para as grandes democracias europeias, a Alemanha apresenta um dado que destoa do padrão continental. Apesar da saída antecipada do chanceler Olaf Scholz, os líderes políticos nacionais alemães ganharam 7 pontos de confiança em relação ao ano anterior. Uma anomalia que alguns observadores atribuem à percepção de estabilidade relativa que o país ainda projeta diante do caos geopolítico europeu. O contraste é significativo num momento em que, globalmente, a confiança em líderes governamentais nacionais recuou 16 pontos nos últimos cinco anos.</p>
<p>Além das instituições políticas, a Eurofound também mediu a confiança em outros pilares da vida pública. A polícia foi a instituição mais bem avaliada, com média de 5,9 pontos, seguida pelo sistema de saúde, com 5,7. Dinamarca e Luxemburgo se destacam nesse quesito, atingindo 7,1 pontos. Os sistemas de previdência ficaram com 4,4 pontos.</p>
<p>A imprensa tradicional enfrenta uma crise de credibilidade profunda: a média europeia é de apenas quatro pontos, com casos extremos na Grécia (2,2) e na Bulgária (2,9). As redes sociais estão ainda pior, com média de 3,2 pontos na UE. Nenhum país do bloco conseguiu elevar esse índice a quatro pontos.</p>
<p>O paradoxo é que, numa era em que a desinformação se alastra principalmente pelas plataformas digitais, são exatamente essas plataformas as menos confiáveis aos olhos dos próprios europeus.</p>
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		<title>Embraer impulsiona imagem do setor de transportes na cobertura estrangeira sobre o Brasil</title>
		<link>https://europa-brasil.com/embraer-impulsiona-imagem-do-setor-de-transportes-na-cobertura-estrangeira-sobre-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 13:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[EuropeanDay2024]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Share of Voice]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentre as 100 maiores empresas do Brasil, as que pertencem ao setor de transportes e logística são as que mais receberam atenção da imprensa estrangeira entre janeiro do ano passado e março de 2024.  Estudo da Imagem Corporativa em parceria com a Grady College da Universidade da Georgia mostra que empresas da área tiveram mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre as 100 maiores empresas do Brasil, as que pertencem ao setor de transportes e logística são as que mais receberam atenção da imprensa estrangeira entre janeiro do ano passado e março de 2024.  Estudo da Imagem Corporativa em parceria com a <em>Grady College</em> da Universidade da Georgia mostra que empresas da área tiveram mais de 25 mil menções em veículos de imprensa (portais, revistas, rádios etc.) no período, contra cerca de 17 mil do setor de petróleo e gás, que fica em segundo lugar. Indústrias de alimentos e bebidas também superam o patamar de 10 mil menções e figuram na terceira colocação.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5372 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/09/Pesq1.png" alt="" width="424" height="312" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/09/Pesq1.png 619w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/09/Pesq1-610x450.png 610w" sizes="(max-width: 424px) 100vw, 424px" /></p>
<p>As empresas de aviação são as de maior peso quantitativo no resultado obtido por transportes e logística, especialmente por menções à Embraer (22% de <em>Share of Voice</em> total). A empresa lidera o ranking tanto na imprensa americana (também com 22%) quanto na europeia de língua inglesa (25%).</p>
<p>Petrobras aparece em segundo lugar com 15% das menções nos EUA e 21% na da Europa. Braskem, Vale e JBS têm percentuais de menção superiores a 5%. Natura, Ambev, UOL, PagSeguro e Sabesp completam o grupo das 10 líderes em <em>Share of Voice</em>.</p>
<p>Quando olhamos a lista das 100 maiores empresas brasileiras, entretanto, quem lidera o ranking é o agronegócio. São 12% do total contra 11% do setor de transportes e logística. O dado torna-se mais relevante ao se lembrar que, em pesquisa da Imagem Corporativa, de dezembro do ano passado, em parceria com o Instituto Opinium, a maior parte dos consumidores norte-americanos (35%) associava o Brasil a produtos agrícolas.</p>
<p>O levantamento do <em>Grady College</em> também aborda três vetores de associação às empresas para testar hipóteses de pontos fortes e fracos para a reputação no mercado externo – inovação, <em>trade</em> e ESG. No período rastreado, o eixo de inovação é o que mais gera cobertura estrangeira sobre as grandes empresas do Brasil.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-5373 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/09/Pesq2.png" alt="" width="549" height="272" /></p>
<p>A expansão da rede de serviços e portfólio da Embraer e suas iniciativas na busca por tecnologia limpa para aviação sustentável destacam-se nesse vetor, tanto na imprensa norte-americana quanto na europeia. Nos EUA, Compass UOL conquista espaço relevante no contexto de modernização tecnológica de serviços financeiros.</p>
<p>No vetor de <em>trade</em>, o ramo de transporte e logística também lidera, mas o de alimentos e bebidas cresce e fica na segunda colocação do <em>Share of Voice</em>.  No geral, empresas como Minerva Foods, JBS e Marfrig se destacam quanto a resultados financeiros e cobertura de novos mercados.</p>
<p>Já nas pautas de ESG, o setor de petróleo e gás assume a primeira colocação da cobertura estrangeira sobre o Brasil, com temáticas relacionadas a sustentabilidade, energia renovável, evolução regulatória e iniciativas sociais.  Infelizmente, há diversas menções negativas, especialmente à Petrobras por discursos incoerentes, que por um lado referenciam uma “transição verde” da matriz energética e por outro sofrem críticas por não a implantar na prática.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-5374 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/09/Pesq3.png" alt="" width="582" height="304" /></p>
<h2>Cobertura nacional</h2>
<p>Quando a Imagem Corporativa aplica a mesma metodologia na cobertura que os portais do Brasil fazem das 100 maiores empresas do país, o resultado é bem diferente.</p>
<p>Transporte e logística fica em quarto lugar (8%) e o setor de comunicação assume a ponta (com 33%), seguido pelo de petróleo e gás (17%). O resultado tem correlação com o desempenho do Grupo Globo tanto por conta de seus canais proprietários quanto pela repercussão de conteúdos, como o do Big Brother Brasil, por exemplo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5375 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/09/Pesq4.png" alt="" width="643" height="257" /></p>
<p>O fenômeno repete-se com UOL quando se muda a metodologia aplicada pelo Grady College (que encontrou alta correlação da empresa com seu braço de tecnologia, o Compass UOL, na imprensa estrangeira).  Ao se rastrear apenas a marca do portal, o Share of Voice de UOL alcança 8% do total e fica na terceira colocação da pesquisa IC por seu conteúdo proprietário.</p>
<p>Mesmo entre as empresas de transporte, Embraer não aparece como líder em menções na imprensa local – Latam é a mais citada, com 48% de participação do setor e 4% no total. A Embraer aparece em 31% das notícias setoriais e 3% do total.</p>
<p>Liderar o Share of Voice no noticiário não significa ter a melhor imagem. No índice de Tone of Voice (saldo de imagem), que vai de zero (extremo negativo) a 200 (extremo positivo), Embraer tem escore acima de 100 pontos (imagem positiva), enquanto Globo, que lidera em número de menções, fica abaixo desse patamar.</p>
<p>Importante enfatizar, no entanto, que Globo e UOL sofrem reflexos de seus conteúdos noticiosos sobre o índice Tone of Voice. Como teste, a IC rastreou a imagem das duas marcas como grupos corporativos – com essa metodologia, o Tone of Voice do “Grupo Globo” passa de 91 para 115 pontos e do “Grupo UOL” vai de 65 para 146 pontos.</p>
<p>As empresas com melhor imagem têm número de menções abaixo da média, com alcance muitas vezes restrito a publicações do trade. Há exceções – Coopercitrus, que chega a 192 pontos de Tone of Voice também consegue o escore ao tratar de temas como “fertilizantes sustentáveis” em veículos da grande imprensa, por exemplo.</p>
<p>Lar Cooperativa, Compass Uol, Sertrading, Larco, Sotreq, Nexa e Copacol também obtêm altos índices de reputação ao superar o patamar dos 180 pontos.  No extremo oposto, as empresas (entre as 100 maiores do país) com os escores mais baixos no período pesquisado são Vale, Braskem e Eletrobras (56, 63 e 72 pontos, respectivamente).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5376 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/09/Pesq5.png" alt="" width="565" height="345" /></p>
<p>A Vale é constantemente associada nos veículos nacionais às tragédias de Mariana e Brumadinho, Braskem sofreu desgaste em razão de crateras provocadas por suas minas em Maceió e a Eletrobras teve sua privatização vinculada a aspectos negativos como, por exemplo, apagões que ocorreram em regiões do país em agosto do ano passado.</p>
<h2>Nota metodológica</h2>
<p>A pesquisa rastreou mais de 94 mil artigos que citam as 100 maiores empresas brasileiras na imprensa norte-americana e europeia entre janeiro de 2023 e março de 2024. A Imagem Corporativa replicou a metodologia em plataformas digitais de conteúdo noticioso no Brasil e encontrou mais de 700 mil menções às mesmas companhias em período equivalente. As empresas de origem brasileira foram selecionadas com base no ranking Valor1000 de 2023.</p>
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		<title>Maioria dos americanos aprova produtos da União Europeia</title>
		<link>https://europa-brasil.com/maioria-dos-americanos-aprova-produtos-da-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 13:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia global]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores dos EUA (56%) aprova produtos que têm origem nos países da União Europeia. No entanto, quando comparado à avaliação que americanos detêm sobre produtos tanto de seu país, quanto do Canadá, o resultado obtido pelos europeus torna-se mais modesto. É o que revela estudo que inaugura a parceria entre o instituto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores dos EUA (56%) aprova produtos que têm origem nos países da União Europeia. No entanto, quando comparado à avaliação que americanos detêm sobre produtos tanto de seu país, quanto do Canadá, o resultado obtido pelos europeus torna-se mais modesto. É o que revela estudo que inaugura a parceria entre o instituto <a href="https://www.ors.org.uk/">Opinium</a> e a <a href="https://iccom.com.br/">Imagem Corporativa</a> para realizar pesquisas de opinião e mercado em escala global.</p>
<p>Segundo o levantamento, os produtos que carregam o <em>label</em> “Made in USA” são considerados ótimos ou bons por 82% dos entrevistados, enquanto os canadenses recebem a avaliação positiva de 67%. Taxas bem mais baixas são verificadas na percepção que americanos demonstram sobre a qualidade de produtos fabricados na China, México e Brasil. Nesses casos, os índices de aprovação caem para 36%, 37% e 35%, respectivamente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4866 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-1-EW.png" alt="" width="587" height="408" /></p>
<p>A avaliação positiva de produtos europeus é mais expressiva entre os americanos mais velhos (segmento onde a aprovação supera 60%), entre os homens (60% contra 52% entre as mulheres), entre os mais escolarizados (67%) e de maior renda familiar (64%).</p>
<p>Quando se solicita aos entrevistados uma nota de zero a dez para a importância desses países ou regiões na economia global, Estados Unidos lidera o ranking com média 8,2. A União Europeia aparece em seguida, em empate numérico com a China (6,6 em ambos os casos). Canadá obtém nota 6,4. Para essas economias, a maioria dá notas iguais ou superiores a sete. Ficam para trás México (5,8) e Brasil (5,6), que recebem, na maior parte dos casos, notas de zero a seis.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4867 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-2-EW.png" alt="" width="558" height="365" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-2-EW.png 558w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/02/grafico-2-EW-230x150.png 230w" sizes="auto, (max-width: 558px) 100vw, 558px" /></p>
<p>As médias mais altas de importância atribuída à União Europeia são observadas entre os americanos mais idosos (acima de sete entre <em>boomers</em> contra 5,9 entre os que integram a Geração Z). Interessante notar que entre os que se dizem de etnia asiática, a nota atribuída à China vai a sete. Nesse estrato, a média obtida pela União Europeia corresponde a 6,6.</p>
<p>A pesquisa tem amostra representativa da população adulta dos EUA, com idade igual ou superior a 18 anos. Foram aplicados 2000 questionários online entre os dias 7 e 12 de dezembro de 2023. A margem de erro é de dois pontos percentuais.</p>
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		<title>27% da população da Islândia é obesa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/27-da-populacao-da-islandia-e-obesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 03:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[islândia]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 40 anos o grupo Comedores Compulsivos Anônimos, atua na Islândia. Ao longo dos anos, o grupo busca conscientizar a população do país nórdico sobre a importância de abordar todos os fatores que causam dependência alimentar. Pois, assim como em todo o mundo, o país tem registrado um aumento significativo de pessoas com sobrepeso e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há 40 anos o grupo Comedores Compulsivos Anônimos, atua na Islândia. Ao longo dos anos, o grupo busca conscientizar a população do país nórdico sobre a importância de abordar todos os fatores que causam dependência alimentar. Pois, assim como em todo o mundo, o país tem registrado um aumento significativo de pessoas com sobrepeso e obesidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o grupo, o número de operações relacionadas à obesidade aumentou drasticamente na Islândia, mostrando que muitas pessoas estão lutando contra esse problema e buscando soluções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É claro que nem sempre há uma conexão direta entre obesidade e vício em comida, mas, no entanto, é um fato que nós, islandeses, somos os mais gordos de todas as nações da OCDE, de acordo com um relatório publicado em dezembro de 2020”, destaca em comunicado o grupo de apoio aos comedores compulsivos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, de acordo com a organização, 27% dos islandeses lutam contra a obesidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grupo Comedores Compulsivos Anônimos é uma organização de pessoas com uma experiência comum que apoiam umas às outras na esperança de mudar sua relação doentia com a comida e a imagem corporal. Seu trabalho é baseado em um sistema de 12 passos, semelhante ao usado por Alcoólicos Anônimos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na virada do século, a consciência dos 12 passos e das tradições da grupo aumentou, mudando muito para a organização e seus membros. Os membros não apenas conseguiram perder mais peso, mas também se concentraram em sua saúde e sentimentos psicológicos, que desempenham um papel importante no vício em comida. As pessoas foram encorajadas a usar a escrita, a elaboração de planos alimentares e a meditação para ficar longe de alimentos que criavam vício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Organização Mundial de Saúde, a perspectiva é que, em 2025, 2,3 bilhões de adultos no mundo estejam acima do peso, sendo 700 milhões com obesidade. </span></p>
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