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	<title>Arquivo de redução de emissões - Europa | Brasil</title>
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		<title>União Europeia deve pressionar nações ricas a ter ações climáticas mais efetivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 17:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[European Way]]></category>
		<category><![CDATA[redução de emissões]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a Europa diante de uma das maiores temporadas de seca da sua história, com rios secando e já com prejuízos à navegação, além dos incêndios florestais que se alastram por Portugal e Espanha, cresce a necessidade de um plano para buscar maior equilíbrio climático. Segundo o relatório de agosto do Observatório Europeu da Seca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com a Europa diante de uma das maiores temporadas de seca da sua história, com rios secando e já com prejuízos à navegação, além dos incêndios florestais que se alastram por Portugal e Espanha, cresce a necessidade de um plano para buscar maior equilíbrio climático. Segundo o relatório de agosto do Observatório Europeu da Seca (EDO), da Comissão Europeia, 47% da Europa está em condições de alerta, na medida em que a umidade do solo é baixa e 17% da região de alerta é afetada pela vegetação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o problema permanece e a seca atual promete mesmo ser a pior dos últimos 500 anos, até porque os dados finais confirmam a avaliação preliminar, como mencionou a Comissão. As colheitas típicas de verão sofreram forte impacto, com as de milho 16% abaixo da média dos cinco anos anteriores e as de soja e girassol: quedas de 15% e 12%, respetivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, justamente diante dessa crise climática no continente, a União Europeia se articula para pressionar as principais economias a ampliar suas ambições climáticas. A informação foi divulgada pela Reuters. O pedido por uma ação mais forte para o clima chega antes da cúpula da COP27, em Sharm El Sheikh, no Egito, que acontecerá em novembro. De acordo com o rascunho do documento da União Europeia, &#8220;a ação climática global continua insuficiente&#8221;. Na avaliação do bloco, as principais economias que ainda não fizeram planos para reduzir as emissões de gases precisam ampliar as suas metas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Agência Ambiental Europeia, em informações divulgadas em maio deste ano, a redução geral da União Europeia nas emissões de gases de efeito estufa em 2020 foi de 34% em comparação com o ano base de 1990. Apesar da queda nas emissões, a agência observou que mais precisa ser feito para cumprir a meta do bloco econômico e para alcançar uma redução líquida de 55% nas emissões de gases de efeito estufa até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O alerta vem quando a UE enfrenta sua pior seca em cerca de 500 anos, em meio a ondas de calor e incêndios florestais que deixaram grandes áreas de território ressecados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fatos que se somam ao aumento dos preços da energia em grande parte dos países pertencentes ao bloco, à medida que os estados membros buscam alternativas para o gás russo, após a invasão da Ucrânia por Moscou no final de fevereiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Alemanha, por exemplo, que vinha liderando iniciativas para limpar a sua matriz energética, está acionando usinas a carvão sujas para ajudar a lidar com o déficit. Com o Nord Stream 1 da Gazprom funcionando com apenas 20% da capacidade, o gás natural agora custa cerca de dez vezes mais do que no ano passado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na França, o custo já chega a € 900 por megawatt-hora. E os preços da energia para o próximo ano na Alemanha também aumentaram 23%, para um recorde histórico de € 792 por megawatt-hora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto isso, cerca de 10 milhões de euros de gás que provavelmente teriam ido para a Alemanha estão sendo queimados pela Rússia todos os dias.</span></p>
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		<title>Estocolmo recebe Cúpula do Clima 50 anos depois da primeira edição</title>
		<link>https://europa-brasil.com/estocolmo-recebe-cupula-do-clima-50-anos-depois-da-primeira-edicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 14:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[CO2]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[redução de emissões]]></category>
		<category><![CDATA[suécia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[UN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio à tríplice crise planetária de mudanças climáticas, perda de natureza e biodiversidade, poluição e resíduos, Estocolmo realiza a Cúpula Ambiental que marca os 50 anos de tratado na Organização das Nações Unidas (ONU) nesta área. A conferência na capital da Suécia é um marco dos esforços que têm sido feitos para reduzir os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em meio à tríplice crise planetária de mudanças climáticas, perda de natureza e biodiversidade, poluição e resíduos, Estocolmo realiza a Cúpula Ambiental que marca os 50 anos de tratado na Organização das Nações Unidas (ONU) nesta área. A conferência na capital da Suécia é um marco dos esforços que têm sido feitos para reduzir os impactos no clima ao longo de décadas e que reúne líderes globais para tratar do assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realizada em 1972, a Cúpula de Estocolmo deu início a um processo de negociações diplomáticas em busca de melhorias para a gestão do clima do mundo. De lá pra cá muitos alertas, mas poucos progressos, mas o consenso entre cientistas é de que o tempo quase se esgotou para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e evitar um aquecimento desastroso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, e o enviado especial dos Estados Unidos para o clima, John Kerry, ambos presidentes no encontro na Suécia, a invasão da Ucrânia pela Rússia representa o risco de desacelerar o ímpeto da crise climática. Em coletiva de imprensa, Guterres lembrou que apesar do atraso que o conflito pode representar para o tema, também mostrou o quanto o mundo é frágil frente à dependência de combustíveis fósseis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma situação de conflito que, segundo o secretário-geral da ONU, põe em teste a capacidade de união global para enfrentamento de questões globais, como as mudanças climáticas e perda da biodiversidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o The Local, Inger Andersen, diretora do PNUMA, todos precisam estar juntos nessa luta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Precisamos de todos debaixo da tenda. Temos que evitar a fragmentação”, disse Andersen, em um comunicado, pedindo “ações ousadas” na reunião.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais temas que a conferência abordará são ações para reduzir as emissões, a recuperação da pandemia de Covid-19 e como acelerar a proteção ambiental na política de desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ministro sueco da União Europeia, Hans Dahlgren, participou da conferência em 1972 como repórter e desta vez terá uma função ainda mais crucial: a declaração da Suécia na conferência, chamando a atenção para o fato de que a questão climática é urgente e precisa de soluções agora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Tornou-se o ponto de partida para a colaboração internacional que, entre outras coisas, levou ao Acordo de Paris em 2015”, explicou Dahlgren.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele observou que a principal diferença agora, meio século depois, era o senso de “urgência” e que existem estruturas para lidar com a questão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos avanços nos diálogos desde a primeira edição em 1972, a conferência cercada de simbolismos, não agrada a todos. Ativistas climáticos, liderados sueca Greta Thunberg, ficaram frustrados com o que consideram uma inação generalizada dos líderes mundiais. Para eles, “a crise climática ainda está aqui, piorou nos últimos anos e muita ação política foi para piorar de diferentes maneiras”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O encontro conta com a participação de ao menos dez chefes de. O Brasil será representado pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, e a secretária de Amazônia e Serviços Ambientais, Marta Lisli Giannichi.</span></p>
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