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	<title>Arquivo de aviação - Europa | Brasil</title>
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	<lastBuildDate>Fri, 14 Aug 2026 13:47:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Com 80 anos de Brasil, KLM tem CEO global que defende os trens em rotas curtas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada em 1919 a holandesa KLM é a mais antiga companhia aérea do mundo operando sob o mesmo nome. A empresa alcança 170 cidades em 66 países, com uma frota de 122 aviões. No ano passado, considerados todos os destinos, ela transportou 34 milhões de passageiros. E agora está celebrando 80 anos de Brasil. Nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundada em 1919 a holandesa KLM é a mais antiga companhia aérea do mundo operando sob o mesmo nome. A empresa alcança 170 cidades em 66 países, com uma frota de 122 aviões. No ano passado, considerados todos os destinos, ela transportou 34 milhões de passageiros.</p>
<p>E agora está celebrando 80 anos de Brasil. Nas rotas São Paulo-Amsterdã e Rio de Janeiro-Amsterdã são atualmente 14 voos semanais.</p>
<p>A KLM é comandada desde 2022 por uma mulher, a presidente e CEO Marjan Rintel, que surpreende muita gente ao dizer que as pessoas deveriam viajar mais de trem, em rotas europeias curtas, em vez de embarcarem em um avião. E acrescenta: o setor aéreo não deveria ver o transporte ferroviário como concorrente. Na realidade, a troca dos ares pelos trilhos está se tornando uma tendência no continente, e não apenas por uma questão de consciência ambiental (o trem emite volumes de poluentes até 90% inferiores em comparação aos aviões na relação passageiro/quilômetro). O próprio direcionamento das autoridades caminha no mesmo sentido.</p>
<p>O governo francês, por exemplo, já proibiu rotas aéreas com menos de 2,5 horas de duração caso a mesma viagem esteja disponível por meio de ferrovias. Esse regulamento já foi validado pela própria União Europeia.</p>
<p>“Se você leva a sério o alcance de suas metas de sustentabilidade, o trem não é um concorrente. Temos que trabalhar juntos”, disse a CEO da KLM em entrevista ao Financial Times. Ela acrescentou ainda que entre Amsterdam (sede da KLM) e Paris (sede da Air France) ela viaja exclusivamente de trem. Rintel, a propósito, se deixa fotografar tranquilamente nas gares das duas cidades antes de entrar nos vagões. Desde 2004, vale lembrar, as duas companhias se fundiram para criar o Air France-KLM Group.</p>
<p>A visão da executiva passa pela eficiência da operação, pela questão ambiental e alcança também o tema da diversidade. Ela mesma uma das raras mulheres em posição de comando de uma companhia área, Rintel é bastante clara sobre isso. “Falamos todos os dias sobre mais diversidade, não apenas de gênero, mas de diversidade em geral. Está no topo da minha lista de prioridades.”</p>
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		<title>Céus do continente voltam a se movimentar, mas o voo ainda é curto</title>
		<link>https://europa-brasil.com/ceus-do-continente-voltam-a-se-movimentar-mas-o-voo-ainda-e-curto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 14:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A densidade do tráfego aéreo sobre o continente europeu voltou a se aproximar dos patamares que, há seis anos, pareciam irrevogáveis. Em setembro de 2025, o bloco registrou 653.072 voos comerciais, crescimento de 2,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O número sugere recuperação, mas a realidade é mais complexa: o continente ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A densidade do tráfego aéreo sobre o continente europeu voltou a se aproximar dos patamares que, há seis anos, pareciam irrevogáveis. Em setembro de 2025, o bloco registrou 653.072 voos comerciais, crescimento de 2,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O número sugere recuperação, mas a realidade é mais complexa: o continente ainda opera 1,8% abaixo do patamar de setembro de 2019, antes da pandemia reconfigurar o mundo.</p>
<p>Cinco anos depois da paralisação quase total provocada pela covid-19, a aviação europeia ensaia um retorno à normalidade. Mas é um retorno atravessado por contradições: enquanto alguns países voam alto, outros seguem no chão. Enquanto a eficiência operacional melhora, a infraestrutura range. E enquanto o tráfego cresce, as emissões de carbono disparam, colocando em xeque o futuro sustentável do setor.</p>
<p>A trajetória recente mostra aceleração gradual. Nos meses de junho, julho e agosto de 2025, os aumentos em relação a 2024 foram de 2,8%, 2,9% e 3,3%, respectivamente. Contudo, comparados a 2019 &#8211; o último ano &#8220;normal&#8221; &#8211; esses mesmos meses ainda apresentam déficits de 2,1%, 1,7% e 0,3%.</p>
<p>O verão europeu de 2025 foi, segundo a Eurocontrol, operado com eficiência inédita. Foram quebrados recordes de tráfego para sábado, domingo e semana mais intensa &#8211; faltaram apenas 194 voos para superar o dia mais movimentado já registrado. Os atrasos por gerenciamento de fluxo aéreo (ATFM) recuaram 31% por voo, e a pontualidade nas chegadas saltou de 65,2% em 2024 para 71,6% neste ano.</p>
<p>Números impressionantes. Mas que convivem, paradoxalmente, com alertas da Comissão Europeia sobre risco de atrasos recordes, reflexo de uma infraestrutura que, apesar de melhorias pontuais, ainda não acompanha plenamente o ritmo da retomada.</p>
<h2>O mapa da desigualdade aérea</h2>
<p>Se olharmos além das médias continentais, o cenário revela fraturas profundas. Doze países da UE já superaram os níveis de tráfego de 2019 em setembro de 2025. Portugal lidera com alta de 13,1%, seguido por Chipre (28,4%), Polônia (23,9%) e Malta (21,7%).</p>
<p>No extremo oposto, Letônia (-29,8%), Suécia (-27,3%) e Finlândia (-23,9%) permanecem dramaticamente abaixo do período pré-pandêmico. A discrepância não é acidental: reflete diferenças estruturais na conectividade, no peso do turismo, na capacidade logística e na resiliência econômica regional.</p>
<p>Países mediterrâneos e do Leste Europeu &#8211; muitos dependentes do turismo de massa e que sofreram bloqueios mais severos &#8211; parecem estar protagonizando recuperações vigorosas. Já na Europa setentrional, a volta é mais hesitante, possivelmente condicionada por rotas menos densas, custos operacionais mais altos e alternativas de mobilidade mais consolidadas, como ferrovias eficientes e redes rodoviárias robustas.</p>
<p>Essa geografia da desigualdade aérea levanta uma questão política: até que ponto a UE pode tolerar uma malha aérea de duas velocidades sem comprometer a coesão e a integração do bloco?</p>
<p>À medida que o tráfego aumenta, os sistemas de controle e infraestrutura enfrentam pressão crescente. A Comissão da UE alertou para o risco de atrasos neste verão, atribuindo parte do problema à escassez de controladores de tráfego aéreo, greves e dificuldades operacionais.</p>
<p>O modelo europeu de gestão do espaço aéreo segue fragmentado: cada país mantém seu próprio sistema nacional, gerando ineficiências e complicações para voos transfronteiriços. O ambicioso projeto Céu Único Europeu (Single European Sky, SES), aprovado como lei da UE em 2024, promete unificar essa governança, ampliar capacidade e reduzir custos e atrasos.</p>
<p>Na prática, porém, a implementação ainda esbarra em resistências nacionais, interesses militares e burocracias locais. O Céu Único continua sendo mais aspiração do que realidade e, sem ele, o espaço aéreo europeu seguirá operando abaixo de seu potencial.</p>
<h2>A sombra do carbono</h2>
<p>Enquanto aviões voltam aos céus, também voltam as emissões. As projeções indicam que o setor aéreo europeu emitirá cerca de 195,2 milhões de toneladas de CO₂ em 2025, 4% acima dos níveis de 2019.</p>
<p>O dado é alarmante num contexto de urgência climática. A UE comprometeu-se com metas ambiciosas de descarbonização, e o setor aéreo não pode ficar de fora. A pressão por combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), a regulação via sistema de comércio de emissões (ETS) e os avanços tecnológicos serão cruciais para conciliar crescimento e responsabilidade ambiental.</p>
<p>Mas o desafio é imenso: SAF ainda é caro, escasso e representa fração mínima do combustível utilizado. Tecnologias como aviões elétricos ou movidos a hidrogênio permanecem distantes da escala comercial. E as companhias aéreas, muitas ainda se recuperando financeiramente da pandemia, enfrentam dilemas sobre quanto e quando investir em transição verde.</p>
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		<title>Pressão por flexibilização das regras ambientais revela dilema da descarbonização na aviação europeia</title>
		<link>https://europa-brasil.com/pressao-por-flexibilizacao-das-regras-ambientais-revela-dilema-da-descarbonizacao-na-aviacao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 17:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação]]></category>
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		<category><![CDATA[combustíveis sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Executivos das principais companhias aéreas da Europa estão pressionando a União Europeia (UE) a flexibilizar suas regras ambientais, refletindo as dificuldades do setor aéreo para atingir as metas de descarbonização. A iniciativa, liderada por companhias como Ryanair, Lufthansa, Air France-KLM e International Airlines Group (IAG, grupo proprietário da British Airways e Iberia), pede uma revisão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Executivos das principais companhias aéreas da Europa estão pressionando a União Europeia (UE) a flexibilizar suas regras ambientais, refletindo as dificuldades do setor aéreo para atingir as metas de descarbonização. A iniciativa, liderada por companhias como Ryanair, Lufthansa, Air France-KLM e International Airlines Group (IAG, grupo proprietário da British Airways e Iberia), pede uma revisão das normas que obrigam fornecedores a disponibilizarem combustíveis sustentáveis (SAF &#8211; Sustainable Aviation Fuel) em aeroportos europeus.</p>
<p>Atualmente, a legislação europeia exige que as companhias aéreas utilizem 2% de SAF já em 2025, aumentando progressivamente até atingir 6% até 2030. Esses combustíveis sustentáveis, frequentemente produzidos a partir de óleo de cozinha reciclado e outras fontes orgânicas, podem reduzir as emissões líquidas de carbono em cerca de 70% comparados ao querosene fóssil tradicional. No entanto, os custos elevados, geralmente entre duas a cinco vezes mais caros que os combustíveis convencionais, e a baixa disponibilidade têm dificultado a adesão plena do setor.</p>
<p>Luis Gallego, CEO da IAG, afirmou que, sem ações imediatas, &#8220;a única solução realista é postergar as exigências previstas para 2030&#8221;. A Ryanair também se posicionou claramente, com o CEO Michael O’Leary destacando que &#8220;se não houver oferta suficiente, a compra simplesmente não será viável&#8221;.</p>
<p>Um relatório da UE, divulgado pelo Financial Times, levantou dúvidas sobre a eficácia do sistema global Corsia (Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation), que é adotado pela indústria aérea global para compensar emissões de CO2 através de créditos de carbono e outras medidas compensatórias. O estudo europeu concluiu que o Corsia corre o risco de ser ineficaz, mal aplicado e potencialmente prejudicial às políticas climáticas europeias.</p>
<p>Paralelamente, novas regras adotadas pela UE reforçam o uso do sistema de comércio de emissões (ETS &#8211; Emissions Trading System), disponibilizando cerca de €1,6 bilhão em subsídios para estimular a adoção de combustíveis alternativos. Essa iniciativa tenta equilibrar o custo dos combustíveis sustentáveis com o querosene fóssil.</p>
<p>Diane Vitry, diretora da Transport and Environment, uma ONG ambiental, alertou que as companhias aéreas podem estar aproveitando uma &#8220;tendência anti-ecológica&#8221;, frustrando clientes que buscam opções mais sustentáveis.</p>
<p>Nesse contexto, a UE enfrenta um dilema complexo: conciliar suas ambiciosas metas climáticas, como reduzir em pelo menos 55% as emissões líquidas até 2030 em comparação aos níveis de 1990, com as pressões econômicas de uma indústria aérea em crise. Segundo dados da Agência Europeia do Ambiente, a poluição atmosférica continua sendo o principal risco ambiental para a saúde dos europeus, tornando ainda mais urgente a resolução desse impasse. O resultado desse debate terá implicações significativas para o futuro das políticas ambientais e econômicas na Europa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Reclamações de voos disparam 37% na Europa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/reclamacoes-de-voos-disparam-37-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 17:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de transporte aéreo na Europa tem enfrentado um aumento expressivo nas reclamações de passageiros, com um crescimento de 37% em comparação aos anos anteriores. De acordo com dados divulgados pela plataforma AirAdvisor, especializada em assistência a passageiros aéreos, as principais causas de queixas incluem atrasos, cancelamentos e extravios de bagagens, problemas que têm [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de transporte aéreo na Europa tem enfrentado um aumento expressivo nas reclamações de passageiros, com um crescimento de 37% em comparação aos anos anteriores. De acordo com dados divulgados pela plataforma AirAdvisor, especializada em assistência a passageiros aéreos, as principais causas de queixas incluem atrasos, cancelamentos e extravios de bagagens, problemas que têm se tornado cada vez mais frequentes e impactantes para os viajantes.</p>
<p>A plataforma projeta que este aumento continuará a impulsionar o número de reclamações durante o verão europeu, um período de férias intenso no continente. A expectativa é de um crescimento de 18,3% nas queixas em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2023, foram registradas 45,3 mil reclamações, um aumento significativo em comparação com as 38,3 mil de 2022.</p>
<p>Portugal, por exemplo, tem sido um dos países mais afetados, com o transporte aéreo liderando o número de reclamações. O Centro Europeu do Consumidor relata que, em 2023, foram registrados 1,6 mil casos no país, segundo a AirAdvisor. Este aumento reflete uma tendência que pode gerar ainda mais insatisfação entre os passageiros nos próximos meses, especialmente durante o pico de viagens de verão.</p>
<p>Em resposta a este cenário, a AirAdvisor publicou um guia para ajudar os consumidores a obterem indenizações por problemas em voos. O guia oferece orientações detalhadas sobre os direitos dos passageiros, como proceder em caso de atrasos, cancelamentos ou extravios de bagagens, e como solicitar compensações financeiras. A iniciativa visa capacitar os viajantes para que possam buscar reparações justas por seus transtornos.</p>
<h2><strong>Situação no Brasil</strong></h2>
<p>Embora o foco esteja na Europa, a situação dos voos também é preocupante em outras partes do mundo, como no Brasil. Segundo o Boletim de Monitoramento do Consumidor.gov.br – Transporte Aéreo, publicado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as empresas aéreas que operam no Brasil registraram 82,5 reclamações a cada 100 mil passageiros no quarto trimestre de 2023, representando um aumento de 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Entre as companhias brasileiras, a Gol lidera o ranking de queixas, com 88,7 reclamações a cada 100 mil passageiros, seguida pela Latam (77,2) e Azul (75,3). Entre as empresas estrangeiras que operam no Brasil, a TAP se destaca negativamente, com 175,1 reclamações a cada 100 mil passageiros, seguida pela Copa Airlines, Air France, American Airlines, Aerolineas Argentinas e United Airlines.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Lilium é aposta alemã no futuro dos aviões elétricos de passageiros</title>
		<link>https://europa-brasil.com/lilium-aposta-alema-no-futuro-dos-avioes-eletricos-de-passageiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 14:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a uma revolução tecnológica na aviação, a pioneira alemã Lilium está se preparando para decolar rumo a um futuro mais sustentável. Conhecida por suas aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), a startup sediada perto de Munique deu um passo significativo ao iniciar a montagem de seu primeiro jato de passageiros, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a uma revolução tecnológica na aviação, a pioneira alemã <a href="https://lilium.com/">Lilium</a> está se preparando para decolar rumo a um futuro mais sustentável. Conhecida por suas aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), a startup sediada perto de Munique deu um passo significativo ao iniciar a montagem de seu primeiro jato de passageiros, com vistas a iniciar o serviço comercial em 2026.</p>
<p>No entanto, os planos ambiciosos da empresa não param por aí. Daniel Wiegand, cofundador da Lilium, revelou que a empresa já está planejando seu próximo grande projeto: um avião elétrico movido a bateria capaz de transportar até 100 passageiros.</p>
<p>A visão de Wiegand para um futuro com aeronaves maiores e mais eficientes é clara. A Lilium pretende lançar um modelo com alcance de cerca de 1.000 quilômetros até meados da próxima década, com planos para dobrar essa capacidade até 2045.</p>
<p>A indústria da aviação está em um ponto de inflexão, com várias startups e grandes fabricantes competindo para desenvolver aeronaves elétricas que possam substituir helicópteros no mercado de transporte urbano e regional. Entre essas iniciativas, a Lilium se destaca com seu design inovador, que utiliza motores a jato embutidos em duas asas, ao contrário dos rotores abertos encontrados em modelos de competidores como Joby Aviation e Volocopter.</p>
<p>O primeiro jato, projetado para acomodar de 4 a 6 passageiros e um piloto, possui pacotes de bateria armazenados nas paredes laterais da cabine, proporcionando um alcance de cerca de 175 quilômetros. Este alcance torna a aeronave ideal para viagens regionais, em vez de pequenos saltos urbanos. A Lilium também se diferencia ao aderir a padrões de segurança rigorosos, tradicionalmente reservados para grandes aeronaves comerciais, o que Wiegand acredita que dará à empresa uma vantagem competitiva significativa.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-5219 aligncenter" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2024/07/Imagem1.png" alt="" width="573" height="277" /></p>
<p>Recentemente, a Lilium obteve um impulso comercial importante com a companhia aérea estatal da Arábia Saudita, que formalizou um acordo para comprar até 100 unidades. Este acordo potencial pode elevar o número de pedidos firmes para pouco mais de 100, com mais compromissos em negociação. Entre os possíveis novos clientes está a companhia aérea brasileira Azul, que poderia fechar um contrato semelhante ao saudita, aproveitando o mercado movimentado de helicópteros em São Paulo.</p>
<h2>Expansão e investimentos</h2>
<p>Para sustentar seu crescimento e inovação, a Lilium está em negociações para receber financiamento adicional do governo alemão e do estado da Baviera, bem como da França, que poderia fornecer até 250 milhões de euros. Este apoio financeiro é crucial para os planos da companhia de construir uma segunda linha de montagem final na França, complementando sua capacidade atual de produção perto de Munique.</p>
<p>A chegada dos jatos elétricos da pode transformar significativamente o mercado de aviação regional e urbana, oferecendo uma alternativa silenciosa e sustentável aos helicópteros. O sul da França, conhecido por seu turismo VIP, é um mercado chave prospectivo. &#8220;O turismo VIP na Côte d&#8217;Azur tem um enorme impacto econômico, mas muitas vezes vem acompanhado de muito barulho de helicópteros&#8221;, disse Klaus Roewe, CEO da Lilium. &#8220;Nosso jato reduziria significativamente o ruído, mantendo o turismo e o valor econômico.&#8221;</p>
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		<item>
		<title>Duas companhias aéreas da Europa registraram lucros expressivos em 2023</title>
		<link>https://europa-brasil.com/duas-companhias-aereas-da-europa-registraram-lucros-expressivos-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Janer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 12:26:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aviação]]></category>
		<category><![CDATA[British Airways]]></category>
		<category><![CDATA[Companhias aéreas]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[KLM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma recuperação sólida e perspectivas otimistas para o futuro, a indústria da aviação europeia demonstra resiliência e capacidade de adaptação em face dos desafios sem precedentes enfrentados durante a pandemia. Dois gigantes do setor, a Air France-KLM e a International Airlines Group (IAG), reportaram lucros combinados que chegaram a quase R$ 20 bilhões. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma recuperação sólida e perspectivas otimistas para o futuro, a indústria da aviação europeia demonstra resiliência e capacidade de adaptação em face dos desafios sem precedentes enfrentados durante a pandemia.</p>
<p>Dois gigantes do setor, a Air France-KLM e a International Airlines Group (IAG), reportaram lucros combinados que chegaram a quase R$ 20 bilhões. A Air France-KLM registrou receitas no valor de 30 bilhões de euros (R$ 161,1 bilhões), representando um aumento de 13,7% em relação a 2022, com um resultado líquido positivo de 934 milhões de euros (R$ 5,03 bilhões). Já a IAG, controladora das renomadas British Airways e Iberia, viu suas receitas atingirem 29,5 bilhões de euros (R$ 158,9 bilhões), marcando um aumento expressivo de 27,7% em relação ao ano anterior, com um lucro líquido de 2,66 bilhões de euros (R$ 14,3 bilhões).</p>
<blockquote><p>Além dos números impressionantes, as companhias aéreas continuam a investir em suas operações, com planos de expansão e aprimoramento dos serviços. Benjamin Smith, CEO da Air France-KLM, enfatizou a expectativa de crescimento de 5% na capacidade das companhias aéreas para o próximo ano. &#8220;<em>Olhando para 2024, uma prioridade fundamental será continuar a reforçar o nosso desempenho, através da execução contínua da nossa estratégia</em>”.</p></blockquote>
<p>As companhias aéreas da Air France-KLM e da IAG mantêm voos internacionais para o Brasil, atendendo os aeroportos internacionais de São Paulo (GRU), Rio de Janeiro (GIG) e Fortaleza (FOR).</p>
<h2><strong>Alta dos preços é um desafio para o setor</strong></h2>
<p>Apesar da recuperação notável do setor, os consumidores enfrentam um desafio significativo: o aumento nos preços das passagens aéreas. A União Europeia confirmou recentemente que as tarifas médias aumentaram entre 20% e 30% no verão de 2023 em comparação com 2019. Essa tendência reflete um cenário global de custos mais elevados para viagens aéreas desde o início da pandemia.</p>
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