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	<title>Arquivo de Números - Europa | Brasil</title>
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	<item>
		<title>FMI defende reformas na Europa Central e Oriental para acelerar o crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 13:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento de médio prazo da Europa Central e Oriental caiu para uma média de 2,5% ao ano, metade dos cerca de 5% registrados antes de os países da região entrarem na União Europeia (UE). O número foi apresentado por Carlos Mulas-Granados, representante regional do Fundo Monetário Internacional (FMI), em conferência em Budapeste sobre o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento de médio prazo da Europa Central e Oriental caiu para uma média de 2,5% ao ano, metade dos cerca de 5% registrados antes de os países da região entrarem na União Europeia (UE). O número foi apresentado por Carlos Mulas-Granados, representante regional do Fundo Monetário Internacional (FMI), em conferência em Budapeste sobre o papel da Hungria no bloco e a possível adoção do euro. O evento foi organizado pelo Portfolio, portal húngaro de notícias financeiras.</p>
<p>Mulas-Granados chefia o escritório do FMI em Varsóvia, que acompanha as economias da Europa Central, Oriental e Sudeste. Segundo ele, o prazo para a região se aproximar do nível de renda da Europa Ocidental ficou bem mais longo. Na conta simples, uma economia que cresce 5% ao ano dobra de tamanho em cerca de 14 anos. A 2,5%, leva cerca de 28.</p>
<p>A contribuição da região para o crescimento da UE também recuou, para 27% entre 2020 e 2026, ante 30% antes da pandemia. Ele atribuiu a queda, em parte, ao enfraquecimento das perspectivas de exportação para a Alemanha, principal parceira comercial da Europa Central. As projeções do FMI divulgadas em julho preveem expansão de 0,7% da economia alemã neste ano e de 1,0% em 2027, com revisão para baixo de 0,2 ponto percentual no segundo ano em relação a abril. Para a Polônia, maior economia da região, o Fundo estima 3,4% neste ano e 2,4% no próximo.</p>
<p>Entre os desafios, Mulas-Granados citou o declínio demográfico e a concorrência crescente das exportações chinesas. Para enfrentá-los, recomendou diversificar o comércio, ampliar a participação de jovens, mulheres e trabalhadores mais velhos no mercado de trabalho e acelerar a inovação e o preparo para a inteligência artificial.</p>
<p>Ele também defendeu que os países transformem os setores de energia, clima e defesa em novos motores de crescimento, em vez de depender principalmente de fornecedores dos Estados Unidos ou da Coreia do Sul na compra de equipamentos. Os gastos militares estão em alta na região. Um dos instrumentos é o SAFE, programa de 150 bilhões de euros em empréstimos para compras de defesa, concebido para estimular a aquisição de equipamentos europeus. Segundo a Comissão Europeia, braço executivo da UE, a Polônia ficou com a maior parcela, 43,7 bilhões de euros, seguida pela Romênia, com 16,7 bilhões. Na atualização de julho, o FMI avaliou que o aumento dos gastos com defesa compensa em parte o efeito dos preços mais altos de energia sobre as economias emergentes da Europa.</p>
<p>Para Mulas-Granados, o próximo orçamento da UE pode dar à região a chance de transformar seu modelo de crescimento. O texto em negociação cobre o período de 2028 a 2034. A Comissão propôs quase 2 trilhões de euros e reuniu fundos de coesão, que financiam regiões menos desenvolvidas, e recursos agrícolas em planos nacionais, além de criar um fundo de competitividade. Seis países que contribuem mais do que recebem do orçamento comum pediram, segundo a rede europeia de notícias Euronews, um corte de centenas de bilhões de euros. A Polônia argumentou, em reunião de ministros do bloco, que coesão e agricultura devem seguir no centro do orçamento. Os líderes dos 27 países voltam ao tema em reunião neste mês, com meta de acordo até o fim do ano.</p>
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		<title>Calor e cacau caro testam o poder de precificação da Lindt</title>
		<link>https://europa-brasil.com/calor-e-cacau-caro-testam-o-poder-de-precificacao-da-lindt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lindt &#38; Sprüngli cortou sua previsão de vendas para 2026 pela segunda vez no ano, a mais recente evidência de que o consumidor europeu está comprando menos chocolate diante de preços mais altos e de um verão historicamente quente no continente. A empresa agora projeta crescimento orgânico de vendas entre 0% e 2% neste [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lindt &amp; Sprüngli cortou sua previsão de vendas para 2026 pela segunda vez no ano, a mais recente evidência de que o consumidor europeu está comprando menos chocolate diante de preços mais altos e de um verão historicamente quente no continente.</p>
<p>A empresa agora projeta crescimento orgânico de vendas entre 0% e 2% neste ano, abaixo da faixa anterior de 4% a 6% e também abaixo do consenso de mercado de 3,9% citado pela Vontobel, banco suíço de investimentos. A primeira revisão para baixo já havia ocorrido em março.</p>
<p>O mercado reagiu mal ao anúncio. As ações da Lindt caíram 8,66% na Bolsa de Zurique, atingindo o menor preço desde março de 2021 e ficando na última posição do Stoxx 600, índice que reúne as 600 maiores empresas listadas em bolsas europeias. No ano, o papel já acumula queda de mais de um quarto de seu valor.</p>
<p>Segundo o diretor-presidente da Lindt, Adalbert Lechner, os preços historicamente altos do cacau forçaram a empresa a aumentar substancialmente seus preços, reduzindo a demanda num momento em que o consumidor está cada vez mais sensível a preço em meio a um cenário econômico incerto. Somente nos últimos seis meses, o preço do cacau subiu cerca de 80%. Esse clima de cautela levou a volumes de pedidos abaixo do esperado em certos mercados europeus, sobretudo nos produtos sazonais, com queda mais acentuada na Alemanha, na Suíça e na Áustria.</p>
<p>À pressão de preço somou-se o clima. Segundo Lechner, as ondas de calor no verão europeu reduziram, isoladamente, o crescimento das vendas em cerca de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Analistas da Vontobel avaliaram, em nota a investidores, que o segundo corte de previsão em seis meses &#8220;abala a reputação da Lindt de fornecer projeções confiáveis&#8221;, um dos pilares que sustentam os múltiplos premium da ação no mercado.</p>
<p>Para reverter o quadro, a Lindt anunciou que vai reduzir preços, começando pelos produtos natalinos agora e se estendendo de forma mais ampla a partir de janeiro, segundo informou a Bloomberg. Lechner explicou que a empresa trabalha com contratos de proteção de preço para a compra de cacau, por isso não se beneficiou este ano da recente queda nas cotações da commodity, mas deve sentir esse alívio em 2027, o que abre espaço para preços menores. Cortes já testados em agosto em alguns mercados-chave, segundo ele, mostraram relação direta com a recuperação do volume vendido.</p>
<p>A empresa também sinalizou uma mudança estrutural para lidar com verões mais quentes: pretende ampliar o investimento em equipamentos de sorvete nas próprias lojas e avalia entrar em produtos refrigerados, na avaliação de que altas temperaturas no verão deixaram de ser exceção.</p>
<p>A pressão não é exclusiva da Lindt. Em julho, a Barry Callebaut, fabricante suíça de chocolates e processadora de cacau, já havia projetado queda de 1% no volume anual de vendas, sinal de que o aperto atinge o setor como um todo.</p>
<p>Apesar da revisão, a Lindt manteve a projeção de melhora de 20 a 40 pontos base na margem operacional em 2026 e reiterou a meta de médio prazo de crescimento orgânico de 6% a 8% ao ano, com ganhos anuais de margem de 20 a 40 pontos base a partir de 2028.</p>
<p>A companhia carrega mais de 180 anos de história europeia. Fundada em 1845 em Zurique pelo confeiteiro David Sprüngli-Schwarz e seu filho Rudolf, a marca ganhou o nome atual em 1899, quando a família Sprüngli comprou a fábrica e a técnica de Rodolphe Lindt, o chocolateiro que havia inventado a conchagem, processo que deixa o chocolate mais liso e cremoso e que até hoje é referência na produção do setor. Hoje a empresa opera 12 fábricas na Europa e nos Estados Unidos, soma cerca de 15.500 funcionários e reportou vendas de 5,92 bilhões de francos suíços em 2025, distribuídas por 41 subsidiárias, cerca de 650 lojas próprias e uma rede de 100 distribuidores ao redor do mundo. Segundo a própria empresa, é a líder global em chocolate premium e a única companhia do setor com atuação dedicada exclusivamente ao chocolate. Mesmo em meio ao aperto na Europa, a Lindt segue expandindo para novos mercados: no início de setembro, abriu sua primeira loja própria na Índia, em Nova Délhi.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Morte de Harald V reorganiza o mapa de monarcas da Europa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/morte-de-harald-v-reorganiza-o-mapa-de-monarcas-da-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[monarquia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rei Harald V, da Noruega, morreu nesta sexta-feira (28) aos 89 anos, depois de complicações de uma anemia hemolítica. Ele era o monarca mais velho do continente e o segundo com reinado mais longo, atrás apenas do rei Carl XVI Gustaf, da Suécia. Seu filho assumiu o trono como Haakon VIII e se tornou, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rei Harald V, da Noruega, morreu nesta sexta-feira (28) aos 89 anos, depois de complicações de uma anemia hemolítica. Ele era o monarca mais velho do continente e o segundo com reinado mais longo, atrás apenas do rei Carl XVI Gustaf, da Suécia. Seu filho assumiu o trono como Haakon VIII e se tornou, aos 53 anos, o monarca mais recente da Europa.</p>
<p>A saída de Harald reorganiza duas disputas que os europeus adoram acompanhar: quem é o monarca mais velho do continente e quem está no trono há mais tempo. As duas coroas, que Harald acumulava, agora se separam.</p>
<p>Pela idade, quem assume o posto é o príncipe Hans-Adam II, de Liechtenstein, de 81 anos. Mas o dado vem com ressalva: desde 2004 ele transferiu as funções de governo ao filho, o príncipe herdeiro Alois, e vive afastado da rotina pública. Por isso, quem costuma aparecer nas listas como &#8220;o mais velho em atividade&#8221; é o rei Carl XVI Gustaf, da Suécia, de 80 anos, que também segue como o monarca com reinado mais longo da Europa, no trono desde 1973.</p>
<p>A Europa mantém hoje dez casas reais hereditárias, além do papado, que é uma monarquia eletiva, e do principado de Andorra, com um sistema de dois chefes de Estado. Veja a lista, do reinado mais longo ao mais recente:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td>
<p style="text-align: left;"><strong>País</strong></p>
</td>
<td style="text-align: left;"><strong>Monarca</strong></td>
<td style="text-align: left;"><strong>Idade</strong></td>
<td style="text-align: left;" width="124"><strong>No trono desde</strong></td>
<td style="text-align: left;" width="107"><strong>Anos de reinado</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Suécia</td>
<td>Carl XVI Gustaf</td>
<td>80</td>
<td width="124">15/09/1973</td>
<td width="107">52</td>
</tr>
<tr>
<td>Liechtenstein</td>
<td>Hans-Adam II</td>
<td>81</td>
<td width="124">13/11/1989</td>
<td width="107">36</td>
</tr>
<tr>
<td>Mônaco</td>
<td>Albert II</td>
<td>68</td>
<td width="124">06/04/2005</td>
<td width="107">21</td>
</tr>
<tr>
<td>Países Baixos</td>
<td>Willem-Alexander</td>
<td>59</td>
<td width="124">30/04/2013</td>
<td width="107">13</td>
</tr>
<tr>
<td>Bélgica</td>
<td>Philippe</td>
<td>66</td>
<td width="124">21/07/2013</td>
<td width="107">13</td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td>Felipe VI</td>
<td>58</td>
<td width="124">19/06/2014</td>
<td width="107">12</td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td>Charles III</td>
<td>77</td>
<td width="124">08/09/2022</td>
<td width="107">3</td>
</tr>
<tr>
<td>Dinamarca</td>
<td>Frederik X</td>
<td>58</td>
<td width="124">14/01/2024</td>
<td width="107">2</td>
</tr>
<tr>
<td>Luxemburgo</td>
<td>Guillaume V</td>
<td>44</td>
<td width="124">03/10/2025</td>
<td width="107">menos de 1</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Noruega</td>
<td style="text-align: left;">Haakon VIII</td>
<td style="text-align: left;">53</td>
<td style="text-align: left;" width="124">28/08/2026</td>
<td width="107">
<p style="text-align: left;">recém coroado</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A diferença de idade entre o monarca mais velho, Hans-Adam II, e o mais novo, Guillaume V, do Luxemburgo, passa de 37 anos.</p>
<p>Liechtenstein é um país de 41 mil habitantes entre a Suíça e a Áustria, mas seu príncipe reinante é considerado o monarca mais rico da Europa. Segundo estimativa da revista Jacobin, sua fortuna pessoal chega a US$ 12,6 bilhões, boa parte ligada ao grupo bancário LGT, controlado pela família principesca. Como acontece com outras fortunas reais, o valor exato varia conforme a fonte. Diferente da maioria das monarquias europeias, que exercem funções só cerimoniais, o príncipe de Liechtenstein mantém poderes constitucionais relevantes, como o de vetar leis e dissolver o parlamento.</p>
<p>O papa Leão XIV, eleito em maio de 2025, é soberano da Cidade do Vaticano e por isso também entra na lista de chefes de Estado monárquicos da Europa. É o único caso de monarquia eletiva do continente: o papa é escolhido pelo colégio de cardeais, não herda o cargo por nascimento. Também é considerado o único monarca absoluto que resta na Europa, já que concentra os poderes legislativo, executivo e judiciário do menor Estado do mundo.</p>
<p>Andorra tem um arranjo único: o pequeno principado dos Pirineus é chefiado por dois copríncipes, o bispo de Urgell, cargo hoje ocupado por Josep-Lluís Serrano Pentinat, e o presidente da França. Desde 2017 esse papel é exercido por Emmanuel Macron, que soma à presidência de uma república o título de monarca de um Estado vizinho.</p>
<p>Em 15 de agosto, no Dia Nacional do país e dias antes da morte de Harald V, Liechtenstein anunciou uma mudança na lei da Casa Principesca: o país deixou de restringir a sucessão ao trono apenas a homens. Era o último caso na Europa em que vigorava a lei agnática, que impedia mulheres de herdar a coroa mesmo quando tinham irmãos mais novos. A partir de agora, vale a primogenitura absoluta: herda o trono o primeiro filho do príncipe, seja homem ou mulher. A mudança não afeta a linha de sucessão atual, que segue tendo como herdeiro o príncipe Joseph Wenzel, filho de Alois. Ela vale só para os descendentes que nascerem daqui para a frente.</p>
<p>Nos últimos treze anos, cinco das dez casas reais europeias trocaram de monarca por abdicação: Países Baixos (2013), Bélgica (2013), Espanha (2014), Dinamarca (2024) e Luxemburgo (2025). O padrão contrasta com os dois casos mais recentes de sucessão por morte do titular, Reino Unido em 2022 e Noruega nesta sexta-feira, que seguiram o modelo tradicional de reinado vitalício.</p>
<p>Entre os herdeiros diretos dos tronos europeus, a maioria são mulheres: a princesa Leonor, da Espanha, a princesa Elisabeth, da Bélgica, a princesa Ingrid Alexandra, agora princesa herdeira da Noruega, a princesa Amalia, dos Países Baixos, e a princesa Estelle, da Suécia. É a primeira vez que isso acontece na Europa, resultado de mudanças nas leis de sucessão de vários países nas últimas décadas, o mesmo movimento que Liechtenstein acaba de seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nível de confiança na Europa está abaixo da média histórica desde a invasão da Ucrânia</title>
		<link>https://europa-brasil.com/nivel-de-confianca-na-europa-esta-abaixo-da-media-historica-desde-a-invasao-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 13:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Economic Sentiment Indicator” (ESI) elaborado mensalmente pela Direção-Geral dos Assuntos Econômicos e Financeiros da União Europeia (DG ECFIN) permite acompanhar, avaliar e fazer projeções de curto prazo a respeito do crescimento das atividades econômicas no âmbito da União Europeia.   O indicador reflete os níveis de confiança bem como as percepções e expectativas de consumidores e empresas do bloco, com base na análise combinada de dados coletados em cinco segmentos levados em conta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">O “Economic Sentiment Indicator” (ESI) elaborado mensalmente pela Direção-Geral dos Assuntos Econômicos e Financeiros da União Europeia (DG ECFIN) permite acompanhar, avaliar e fazer projeções de curto prazo a respeito do crescimento das atividades econômicas no âmbito da União Europeia. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O indicador reflete os níveis de confiança bem como as percepções e expectativas de consumidores e empresas do bloco, com base na análise combinada de dados coletados em cinco segmentos levados em conta a partir de percentuais específicos:</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<ul>
<li><span data-contrast="auto">Indústria (40%)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
<li><span data-contrast="auto">Serviços (30%)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
<li><span data-contrast="auto">Consumidores (20%)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
<li><span data-contrast="auto">Comércio varejista (5%)</span></li>
<li><span data-contrast="auto">Construção (5%)</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ul>
<p><span data-contrast="auto">A pesquisa mede o sentimento dos participantes sobre a situação dos negócios, as tendências da produção, tamanho da carteira de pedidos e expectativas futuras em relação ao emprego e às condições econômicas gerais. Quando o resultado está acima de 100 é sinal de que o sentimento econômico e o otimismo estão acima da média do ESI de longo prazo apurado nos últimos anos. Se o índice está abaixo de 100 significa que a confiança se situa abaixo da média histórica, traduzindo certo nível de pessimismo e apontando para uma desaceleração econômica. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O gráfico abaixo mostra que o ESI se movimentou em direção a um patamar significativamente mais baixo a partir de fevereiro de 2022, mês em que a Rússia invadiu a Ucrânia e gerou assim grandes preocupações em toda a Europa que não dissiparam.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6607" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/08/europa.png" alt="" width="557" height="196" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/08/europa.png 557w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/08/europa-150x53.png 150w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Europa em números &#124; Verão extremo amplia incêndios na Europa</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-em-numeros-verao-extremo-amplia-incendios-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>70% Esse é percentual de crescimento das áreas atingidas por incêndios em países europeus até a semana passada em comparação com as médias de verões anteriores. 100% O fogo dobrou sua presença na Espanha em 2026 diante das médias anteriores.  500% O percentual da multiplicação das áreas com incêndios em território francês é alarmante, representando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="x_MsoNormal"><b><span data-olk-copy-source="MessageBody">70%</span></b></h2>
<p class="x_MsoNormal"><span>Esse é percentual de crescimento das áreas atingidas por incêndios em países europeus até a semana passada em comparação com as médias de verões anteriores.</span></p>
<h2 class="x_MsoNormal"><b><span>100%</span></b></h2>
<p class="x_MsoNormal"><span>O fogo dobrou sua presença na Espanha em 2026 diante das médias anteriores. </span></p>
<h2 class="x_MsoNormal"><b><span>500%</span></b></h2>
<p class="x_MsoNormal"><span>O percentual da multiplicação das áreas com incêndios em território francês é alarmante, representando a pior temporada desde que os registros começaram a ser feitos em 2006.</span></p>
<p class="x_MsoNormal"><span><br />
</span><i>Fonte: European Forest Fire Information System</i></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Europa é a grande vencedora da Copa do Mundo</title>
		<link>https://europa-brasil.com/europa-e-a-grande-vencedora-da-copa-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<category><![CDATA[Adidas]]></category>
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		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tradicionais regiões dominantes do futebol mundial, Europa e América Latina mediram forças novamente na Copa do Mundo de 2026 que se encerou no último domingo. A disputa entre os dois lados do Atlântico começou bem antes da bola rolar, nas previsões acerca das seleções mais bem preparadas e do provável artilheiro da competição. Com três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tradicionais regiões dominantes do futebol mundial, Europa e América Latina mediram forças novamente na Copa do Mundo de 2026 que se encerou no último domingo. A disputa entre os dois lados do Atlântico começou bem antes da bola rolar, nas previsões acerca das seleções mais bem preparadas e do provável artilheiro da competição.</p>
<p>Com três seleções entre os quatro semifinalistas e a Espanha como campeã ao bater a Argentina, não há como negar que a Europa prevaleceu.</p>
<p>O continente também teve o artilheiro da competição, Kylian Mbappé, com um total de 10 gols (dois a mais do que o argentino Lionel Messi).</p>
<p>E se sua seleção decepcionou este ano, a Alemanha foi líder disparada na corrida de negócios entre as marcas de material esportivo que apostaram na Copa do Mundo.</p>
<p>A Adidas chegou facilmente ao topo do ranking de vendas relacionadas a competição, faturando em torno de 1,7 bilhão de dólares. “A Copa do Mundo foi ótima e um enorme sucesso para a Adidas. Nós nos conectamos com consumidores do mundo todo de uma forma divertida, vendemos quatro vezes mais camisas do que na última Copa do Mundo e o dobro de bolas. Além disso, tivemos bons resultados também nas roupas streetwear inspiradas no futebol, que estão em alta demanda em todos os lugares”, disse o CEO da Adidas, Bjørn Gulden, em um comunicado.</p>
<p>Mais do que isso: a Adidas colheu frutos ao patrocinar ambas as seleções finalistas, Espanha e Argentina.</p>
<p>A americana Nike vendeu, segundo estimativas do mercado, em torno de 1,2 bilhão em produtos relacionados a competição, vindo a seguir a também alemã Puma com outros estimados 400 milhões de dólares.</p>
<p>No ambiente digital, os espanhóis também se destacaram. Nas 72 horas que separaram a antevéspera da decisão e o dia posterior ao fim do Mundial, as redes sociais dos principais clubes da Espanha e da própria seleção nacional explodiram.</p>
<p>Um levantamento feito pelo núcleo ModoData, da Imagem Corporativa, mediu o impacto da final da Copa do Mundo de 2026 sobre as plataformas digitais dos três principais clubes espanhóis — Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid — e da seleção espanhola. Foram comparados os números de seguidores de cada agremiação entre a última sexta-feira, 17 de julho, antevéspera da final do torneio, e a segunda-feira, dia 20 de julho, dia posterior ao da conquista do título.</p>
<p>A pesquisa mostrou que o Real Madrid continua sendo o clube espanhol de maior peso no ambiente digital, com 458,04 milhões de inscritos em seus canais. Ele ganhou 770.165 novos adeptos naquelas 72 horas, mas foi o Barcelona que registrou maior avanço no mesmo período: adicionou 1.996.544 novos seguidores, chegando a um total de 416,20 milhões nas plataformas monitoradas (Instagram, TikTok, X/Twitter, Facebook, YouTube e Twitch).</p>
<p>O salto do clube catalão é ainda mais significativo se comparado ao do Atlético de Madrid, que amealhou 189.993 novos nomes e chegou aos 88,40 milhões de seguidores.</p>
<p>A razão para o desempenho do Barcelona está dentro de campo: ele é o clube com mais atletas convocados para a seleção espanhola (oito) e boa parte da vitrine do Mundial passou por jogadores formados ou em atividade em suas fileiras. O jovem Lamine Yamal, 19 anos, é um bom exemplo. Ele é hoje apontado como o atacante mais valioso do mundo e foi uma das grandes sensações do torneio.</p>
<p>Fernando Torres, autor do gol dos espanhóis na final contra Argentina, é outro talento que pertence ao Barcelona.</p>
<p>O poderoso Real Madrid não teve nenhum jogador de seu elenco no escrete de <em>La Roja</em>. Mas cedeu vários de seus talentos às seleções de seus países de origem (como Vinicius Jr. para o Brasil, Kylian Mbappé para a França e Thibaut Courtois para a Bélgica, para ficar em apenas três nomes muito conhecidos).</p>
<p>Ajuda a entender a lógica dos números mencionados, o contingente de simpatizantes de cada um daqueles três principais clubes da Espanha. Estudos revelam que o Real Madrid tem a preferência de 37.9% dos torcedores do país, seguido pelo Barcelona com 25.4% e, bem mais atrás, pelo Atlético de Madrid, com 6,1%.</p>
<p>Em números absolutos <em>La Roja</em> somou 1.011.576 novos seguidores entre a antevéspera da final da Copa do Mundo e o dia seguinte à final do torneio. Com isso, saltou de 16,79 milhões para 17,80 milhões de inscritos em seus canais.</p>
<p>O ecossistema do futebol espanhol não ganhou pontos apenas em termos de contingente de participantes nas redes sociais. A campanha vitoriosa gerou também dinheiro: a federação nacional levou 50 milhões de dólares, mais a taxa de participação de 10 milhões de dólares a que todas as 48 equipes da competição tiveram direito.</p>
<p>Além disso, como a FIFA remunera cada clube que cede jogadores para a Copa do Mundo, o Barcelona acabou recebendo 2,45 milhões; o Real Madrid outros 2,14 milhões e o Atlético de Madrid ficou com 1,99 milhão.</p>
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		<title>Binance recua na Grécia e corre contra o relógio para não perder o mercado europeu</title>
		<link>https://europa-brasil.com/binance-recua-na-grecia-e-corre-contra-o-relogio-para-nao-perder-o-mercado-europeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:41:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Binance, plataforma por onde passa o maior volume de compra e venda de criptomoedas do mundo, com mais de 300 milhões de usuários registrados, retirou na quarta-feira (24) seu pedido de licença regulatória na Grécia. A decisão veio a cinco dias do prazo final para que empresas do setor se adequem à nova legislação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Binance, plataforma por onde passa o maior volume de compra e venda de criptomoedas do mundo, com mais de 300 milhões de usuários registrados, retirou na quarta-feira (24) seu pedido de licença regulatória na Grécia. A decisão veio a cinco dias do prazo final para que empresas do setor se adequem à nova legislação europeia. Sem essa autorização, a Binance fica impedida de oferecer seus serviços aos cidadãos dos 27 países da UE a partir de 1º de julho.</p>
<p>A empresa informou, em publicação na rede social X, que buscará autorização em outro país do bloco, sem revelar qual. Gillian Lynch, responsável pelas operações da Binance na Europa e no Reino Unido, disse à Reuters que &#8220;a Binance não está deixando a Europa&#8221;. Mas o prazo é curto, e a concorrência já se movimentou.</p>
<p>A retirada encerra semanas de ambiguidade. Em 16 de junho, a Reuters havia noticiado, citando duas fontes familiarizadas com o assunto, que o regulador grego de mercado de capitais, a HCMC, estava prestes a rejeitar o pedido. A Binance contestou essa leitura no mesmo dia, publicando uma carta em seu blog na qual afirmava que a HCMC havia concluído a análise e considerado a solicitação conforme. Segundo a empresa, o regulador grego teria inclusive comunicado à ESMA, a autoridade europeia de valores mobiliários, sua intenção de aprovar a licença. A HCMC não se pronunciou, alegando regras de confidencialidade.</p>
<p>Oito dias depois, a Binance mudou de posição. Em nota, disse que a decisão veio &#8220;após consideração cuidadosa do status atual e do cronograma do processo grego&#8221; e que suas &#8220;ambições na Europa permanecem as mesmas&#8221;. Segundo a Reuters, a empresa havia conversado com reguladores na Irlanda e na Letônia além da Grécia, mas formalizou pedido apenas em Atenas, em janeiro de 2026, por meio de uma subsidiária constituída no mês anterior.</p>
<p>O que torna o episódio relevante para além do universo cripto é o que ele revela sobre a disposição da União Europeia de impor regras a um setor que, até recentemente, operava em grande medida à margem da regulamentação financeira tradicional. A MiCA (Markets in Crypto Assets), em vigor desde dezembro de 2024, é a primeira tentativa de criar um conjunto único de regras para empresas que negociam, custodiam ou oferecem serviços com criptomoedas em todo o bloco. A lógica é semelhante à do passaporte bancário europeu: a autorização obtida em um país vale para os 27. A contrapartida é que, sem ela, a empresa fica fora do mercado inteiro.</p>
<p>O período de transição, durante o qual empresas podiam continuar operando sob registros nacionais anteriores, expira em 1º de julho de 2026. A ESMA não deixou margem para interpretações em declaração de abril: após essa data, qualquer prestador de serviços de criptoativos que atue na UE sem licença MiCA estará em violação da legislação europeia e deverá cessar suas operações. A autoridade francesa de mercados, a AMF, foi além e alertou que operar sem autorização após o prazo poderá configurar infração penal.</p>
<p>Os números dão a medida da mudança. Das mais de 1.200 empresas que detinham registros nacionais antes da MiCA, apenas cerca de 210 obtiveram a autorização completa até maio de 2026, uma taxa de conversão de aproximadamente 17%, segundo dados compilados a partir do registro provisório da ESMA. Isso significa que 83% das empresas que atuavam no setor ficaram de fora, seja porque desistiram, porque seus pedidos não foram aceitos ou porque não conseguiram cumprir os requisitos a tempo.</p>
<p>Entre as que obtiveram licença estão concorrentes diretas da Binance. A Coinbase foi autorizada na Irlanda, a Kraken na Irlanda e em Luxemburgo, a Revolut em Chipre, além de OKX, Crypto.com e Bitstamp. Algumas já utilizam a situação regulatória como argumento comercial. A Kraken publicou comunicado convidando usuários a migrarem para &#8220;uma das exchanges licenciadas mais antigas da Europa&#8221;. A Revolut se posicionou de forma semelhante, encorajando investidores a buscarem &#8220;um parceiro confiável&#8221;. A indefinição da Binance beneficia diretamente quem já superou a barreira regulatória.</p>
<p>Para a Binance, a Europa representa mais um desafio de credibilidade do que uma fatia decisiva de receita. O volume negociado em euros corresponde a cerca de 1% do total global da plataforma, segundo estimativa do analista Maartunn, da CryptoQuant, reportada pelo Cointelegraph, embora em termos absolutos isso represente entre 100 milhões e 250 milhões de dólares por dia. Perder o acesso regulatório a um mercado de 450 milhões de consumidores, contudo, compromete a narrativa de que a empresa opera dentro dos marcos legais das principais jurisdições do mundo.</p>
<p>A escolha da Grécia como porta de entrada já carregava fragilidades. Até junho de 2026, o regulador grego não havia emitido uma única licença MiCA a qualquer empresa do setor. A ESMA, por sua vez, já havia sinalizado cautela. Em 2025, a autoridade europeia identificou problemas na autorização antecipada de um prestador de serviços de criptoativos em Malta, apontando questões materiais não resolvidas e áreas de risco não avaliadas, o que reforçou o tom de vigilância em relação a pedidos vindos de jurisdições com menos tradição regulatória no setor.</p>
<p>O que acontece agora com os clientes europeus da Binance permanece em aberto. A empresa disse que os fundos &#8220;continuam seguros e acessíveis a qualquer momento&#8221; e prometeu comunicar diretamente aos usuários afetados sobre próximos passos e opções disponíveis antes de 30 de junho. Quem não migrar para uma plataforma licenciada ou transferir seus criptoativos para uma carteira pessoal poderá enfrentar restrições de acesso a partir de 1º de julho.</p>
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		<title>Premier League impulsiona Arsenal, mas título europeu recoloca PSG no centro da disputa digital</title>
		<link>https://europa-brasil.com/premier-league-impulsiona-arsenal-mas-titulo-europeu-recoloca-psg-no-centro-da-disputa-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
		<category><![CDATA[Arsenal]]></category>
		<category><![CDATA[Champions League]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada do campeonato europeu de 2025/26 terminou com recordes dentro e fora de campo. Levantamento realizado pelo núcleo de Tendências e Pesquisas da Imagem Corporativa mostra que Arsenal e Paris Saint-Germain agregaram mais de 1 milhão de seguidores cada entre o início de maio e o dia 1º de junho, período marcado pela disputa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada do campeonato europeu de 2025/26 terminou com recordes dentro e fora de campo. Levantamento realizado pelo núcleo de Tendências e Pesquisas da Imagem Corporativa mostra que Arsenal e Paris Saint-Germain agregaram mais de 1 milhão de seguidores cada entre o início de maio e o dia 1º de junho, período marcado pela disputa da final da UEFA Champions League e pela final da Premier League.</p>
<p>A análise acompanhou a evolução das bases digitais — Instagram, Facebook, TikTok, X/Twitter, YouTube, WhatsApp e Twitch — dos dois finalistas em três momentos distintos: após a definição dos classificados para a final da Champions League, em 7 de maio; após a conquista da Premier League pelo Arsenal, em 26 de maio; e depois da decisão continental vencida pelo PSG, em 1º de junho.</p>
<p>Os números mostram que os dois clubes foram impulsionados por acontecimentos esportivos diferentes ao longo do período.</p>
<p>O Arsenal, fundado há 140 anos na região norte de Londres, registrou seu principal salto digital entre os dias 7 <span>e</span> 26 de maio. Nesse intervalo, a equipe inglesa adicionou aproximadamente 2,6 milhões de seguidores às plataformas monitoradas, passando de 118,8 milhões para 121,3 milhões de seguidores. O crescimento coincide com a conquista da Premier League, encerrando um jejum de 22 anos sem o principal título nacional inglês.</p>
<p>O TikTok foi o principal responsável pela expansão da audiência do clube londrino. Sozinha, a plataforma respondeu por cerca de 1,1 milhão dos novos seguidores conquistados no período. Facebook, com mais 1 milhão de seguidores, e Instagram, com 400 mil, também tiveram participação relevante no avanço da base digital do Arsenal.</p>
<p>Após o título inglês, porém, o ritmo de crescimento desacelerou. Entre 26 de maio e 1º de junho, período que inclui a final da Champions League, o clube ganhou aproximadamente 330 mil seguidores adicionais, elevando sua audiência total para aproximadamente 121,7 milhões.</p>
<p>Já para o PSG, clube relativamente jovem para os padrões das grandes equipes europeias e fundado em 1970, registrou, entre o primeiro e o segundo levantamento, crescimento mais moderado, adicionando cerca de 800 mil seguidores. A aceleração ocorreu justamente após a conquista da Champions League. Entre os dias 26 de maio e 1º de junho, o PSG ganhou aproximadamente 1,9 milhão de seguidores, mais de cinco vezes o crescimento registrado pelo Arsenal no mesmo intervalo.</p>
<p>O principal vetor desse avanço foi novamente o TikTok. A plataforma adicionou cerca de 1 milhão de seguidores ao PSG em apenas alguns dias. Instagram e YouTube também apresentaram crescimento relevante após o título europeu.</p>
<p>Ao final do período analisado, o PSG alcançou aproximadamente 214,8 milhões de seguidores somados nas plataformas monitoradas, enquanto o Arsenal chegou a 121,6 milhões.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6538" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/06/Champions.png" alt="" width="602" height="401" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/06/Champions.png 602w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/06/Champions-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></p>
<p>Embora o clube francês mantenha ampla liderança em alcance total, os dados mostram que o Arsenal foi quem mais cresceu no acumulado do período. Entre 7 de maio e 1º de junho, o clube inglês adicionou cerca de 2,9 milhões de seguidores, contra 2,7 milhões do PSG.</p>
<p>Outro aspecto que chama atenção é o papel desempenhado pelo TikTok. A plataforma concentrou a maior parcela do crescimento de ambos os clubes durante todo o período analisado. Dos quase 3 milhões de seguidores conquistados pelo Arsenal, cerca de 45% vieram do TikTok. No caso do PSG, a participação foi ainda maior: aproximadamente 78% do crescimento líquido observado teve origem na plataforma.</p>
<p>O comportamento reforça uma tendência observada no futebol internacional. Embora títulos e grandes conquistas continuem sendo os principais motores de atração de audiência, as plataformas de vídeo curto se consolidam cada vez mais como a principal porta de entrada para novos torcedores e consumidores de conteúdo esportivo.</p>
<p>A sequência de levantamentos também evidencia como diferentes conquistas mobilizam audiências em momentos distintos. O Arsenal transformou o título da Premier League em seu principal impulso digital da temporada. O PSG, por sua vez, encontrou na conquista da Champions League o gatilho para acelerar sua expansão global. Em ambos os casos, os resultados mostram que, no futebol contemporâneo, sucesso esportivo e crescimento digital seguem caminhando lado a lado.</p>
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		<item>
		<title>Vendas de carros cresceram 4% na UE no primeiro trimestre</title>
		<link>https://europa-brasil.com/vendas-de-carros-cresceram-4-na-ue-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:33:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço nas vendas de carros novos nos 27 países da União Europeia foi impulsionado por novos benefícios fiscais e regimes de incentivos ​​em diferentes países. Os modelos híbridos-elétricos lideraram as preferências com 38,6% de participação (1,089 milhão de unidades). A fatia dos veículos elétricos a bateria atingiu 19,4% (546,9 mil unidades). Enquanto isso, os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço nas vendas de carros novos nos 27 países da União Europeia foi impulsionado por novos benefícios fiscais e regimes de incentivos ​​em diferentes países.</p>
<p>Os modelos híbridos-elétricos lideraram as preferências com 38,6% de participação (1,089 milhão de unidades). A fatia dos veículos elétricos a bateria atingiu 19,4% (546,9 mil unidades). Enquanto isso, os híbridos plug-in (motor a combustão + motor elétrico) representaram 9,5% das vendas no período (268,3 mil unidades).</p>
<p>As vendas das diferentes versões de modelos elétricos crescem em detrimento da comercialização dos tradicionais carros com motor a combustão, que perderam 8 pontos de participação de mercado em apenas um ano. Os carros a gasolina possuem hoje uma fatia de apenas 22,6% do mercado da União Europeia, e os modelos diesel 7,7%.</p>
<p>Novos registros de veículos na UE por fonte de energia</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6522" src="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/05/ImagemCiro.png" alt="" width="559" height="303" srcset="https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/05/ImagemCiro.png 559w, https://europa-brasil.com/wp-content/uploads/2026/05/ImagemCiro-150x81.png 150w" sizes="(max-width: 559px) 100vw, 559px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>UE avalia cobrar carbono em voos internacionais e pode elevar preço das passagens em até €45</title>
		<link>https://europa-brasil.com/ue-avalia-cobrar-carbono-em-voos-internacionais-e-pode-elevar-preco-das-passagens-em-ate-e45/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Europa &#124; Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:56:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Números]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia estuda ampliar o seu mercado de carbono para incluir voos internacionais que partem do bloco, uma revisão estrutural que promete reacender tensões com Washington e Pequim e colocar pressão sobre o bolso do passageiro. Polona Gregorin, alta funcionária do departamento de clima da Comissão, confirmou que a revisão em curso do EU [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia estuda ampliar o seu mercado de carbono para incluir voos internacionais que partem do bloco, uma revisão estrutural que promete reacender tensões com Washington e Pequim e colocar pressão sobre o bolso do passageiro.</p>
<p>Polona Gregorin, alta funcionária do departamento de clima da Comissão, confirmou que a revisão em curso do EU ETS, o sistema europeu de comércio de emissões, considerará a aplicação de um preço de carbono sobre voos que partem da União Europeia com destino a outros países. Atualmente, o esquema se limita a voos dentro do Espaço Econômico Europeu.</p>
<p>O timing não é casual. A legislação europeia prevê que em 2026 a Comissão avalie a eficácia do CORSIA, o mecanismo global de compensação de emissões da aviação criado pela ICAO, e que, caso o resultado seja insatisfatório, apresente uma proposta legislativa para expandir o escopo do ETS a voos internacionais que partem da Europa.</p>
<p>Os números jogam a favor da expansão. As emissões da aviação europeia voltaram a superar os níveis pré-pandemia em 2025, impulsionadas sobretudo pelo crescimento das companhias de baixo custo. Ainda assim, 68% das emissões da aviação europeia seguem sem precificação. O preço efetivo de carbono pago pelas companhias aéreas foi de apenas €22 por tonelada de CO₂ em 2025, ante uma média de €73 para o restante do sistema ETS.</p>
<p><strong>O que muda para o passageiro</strong></p>
<p>A extensão do mercado de carbono teria impacto direto no bolso de quem viaja. Segundo a Transport &amp; Environment, o ETS hoje acrescenta aproximadamente €7 ao custo de uma passagem intra-europeia. Se expandido para todos os voos que partem do bloco, o custo adicional médio por bilhete poderia chegar a €45.</p>
<p>Do outro lado da balança, a arrecadação potencial é substancial. Com a extensão do escopo, os Estados-membros poderiam arrecadar até €14 bilhões com a aviação até 2030. Projeções da T&amp;E indicam que o total de receitas poderia ultrapassar €17 bilhões ao ano em 2030, considerando o crescimento do setor e a conclusão da eliminação das licenças gratuitas a partir deste ano.</p>
<p>A IATA, que representa mais de 360 companhias aéreas, defende uma abordagem diferente e pede que o bloco assegure a implementação plena do CORSIA para todos os voos internacionais antes de avançar com medidas unilaterais. Para a entidade, um aumento súbito nos custos de conformidade em um contexto geopolítico e econômico frágil arrisca enfraquecer a conectividade europeia e reduzir as opções para o consumidor.</p>
<p>O argumento da competitividade tem peso histórico. Em 2012, a Europa recuou de uma tentativa anterior de incluir voos internacionais no ETS após forte pressão de EUA, China e outros parceiros comerciais, em um episódio que ficou conhecido como medida &#8220;stop the clock&#8221;. Ceder à pressão da indústria e dos EUA naquele momento deixou bilhões de toneladas de carbono sem regulação e bilhões de euros por arrecadar.</p>
<p>Desta vez, o contexto geopolítico complica ainda mais o cenário. Com a relação transatlântica sob tensão e Washington pouco inclinado a cooperar em agenda climática, qualquer movimento unilateral de Bruxelas tende a ser lido como provocação.</p>
<p>Os críticos do CORSIA sustentam que a alternativa global simplesmente não funciona. Grandes mercados da aviação, incluindo China e Estados Unidos, não incorporaram o mecanismo à legislação nacional. Os créditos de compensação disponíveis têm sérios problemas de integridade ambiental e, ao contrário de um sistema cap-and-trade, o CORSIA não estabelece um teto firme de emissões.</p>
<p>Cerca de 70% das emissões de CO₂ da aviação europeia ainda ficam fora do mercado europeu de carbono, uma lacuna que enfraquece o sinal de preço e, na prática, subsidia o crescimento do setor à custa do clima.</p>
<p>A revisão formal do ETS está prevista para julho de 2026. O que vier dela moldará não apenas o custo de voar a partir da Europa, mas também os contornos da política climática europeia para a próxima década e a disposição do bloco de agir mesmo quando age sozinho.</p>
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